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Suplemento alimentar com: Mangostão, Videira Vermelha, Goji, Aloé Vera e Selénio.

Apresentação: caixa com 20 ampolas de 10 ml

REF: 20119.SP Categorias: ,
IngredientesToma Diária: 2 ampolas
Tomas por embalagem: 10
%VRN
Extrato Seco de Garcinia mangostana, Mangostão400 mg**
Extrato Seco de Vitis vinifera, Videira Vermelha200 mg**
Extrato Seco de Lycium barbarum, Goji200 mg**
Extrato Seco de Aloe barbadensis, Aloé Vera50 mg**
Selénio57,6 µg104,7%
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Tomar 1 ampola duas vezes ao dia diluída em 100 ml de água.

Água Purificada; Agente de Volume: Xarope de Sorbitol; Extrato Seco de Garcinia mangostana, Mangostão – Fruto; Extrato Seco de Vitis vinifera, Videira Vermelha – Grainha; Extrato Seco de Lycium barbarum, Goji – Fruto ; Extrato Seco de Aloe barbadensis, Aloé Vera – Folha; Corante: Caramelo Sulfítico de Amónia; Conservantes: Sorbato de Potássio; Benzoato de Sódio; Regulador de Acidez: Ácido Cítrico; Aromas; Edulcorante: Glicosídeos de Esteviol; Corante: Carmina; Selenito de Sódio.

✔ O selénio contribui para a manutenção de cabelo normal.
✔ O selénio contribui para a manutenção de unhas normais.
✔ O selénio contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário.
✔ O selénio contribui para o normal funcionamento da tiroide.
✔ O selénio contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis.
✔ O selénio contribui para a normal espermatogénese.

Agitar muito bem antes de tomar. O seu consumo excessivo pode ter efeitos laxativos. Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Em caso de gravidez ou amamentação a toma deve ser feita sob indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

O mangostão é uma fruta exótica rica em compostos fenólicos, como flavonoides, xantonas e antocianinas, com ação antioxidante, digestiva, hipoglicemiante e anti-inflamatória, trazendo benefícios para a saúde, como ajudar na perda de peso, prevenir e controlar a diabetes, combater a prisão de ventre, controlar a pressão arterial e prevenir o envelhecimento precoce.

Cientificamente conhecido como Garcinia mangostana, o mangostão também é rico em fibras, água e carotenoides, possui a polpa doce e levemente ácida.

Tanto a polpa quanto a casca do mangostão são ricas em fibras que ajudam a aumentar o tempo de digestão dos alimentos no estômago, promovendo a saciedade e ajudando na perda de peso. Além disso, o mangostão é uma opção muito interessante para a perda de peso, pois tem poucas calorias e boas quantidades de água, promovendo a saciedade.

Contém ótimas quantidades de fibras, como a pectina, que diminuem a velocidade de absorção dos carboidratos, equilibrando os níveis de glicose no sangue, prevenindo e controlando a diabetes.

Além disso, a fruta também tem ótimas quantidade de antioxidantes, como xantonas e flavonoides, que combatem os radicais livres, evitando danos nas células que produzem insulina, o hormônio responsável pelo equilíbrio de açúcar no organismo.

Por ser um potente antioxidante, o mangostão é uma fruta que ajuda a desintoxicar e fortalecer o fígado, equilibrando a produção das enzimas responsáveis pela digestão e evitando sintomas de má digestão, como mal estar, náuseas, barriga estufada e ainda favorece a formação do bolo fecal e facilita a eliminação das fezes, combatendo a prisão de ventre.

Os antioxidantes, presentes tanto na polpa quanto na casca previnem a oxidação das células de gordura, diminuindo os níveis de triglicerídeos e colesterol no sangue, o que também evita a formação de placas de gordura nos vasos.

Já as fibras, presentes na polpa e na casca do mangostão, diminuem a absorção intestinal de gordura dos alimentos, promovendo o equilíbrio nos níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue.

Por ser uma fruta rica em antioxidantes, previne o envelhecimento precoce, porque combate o excesso de radicais livres no organismo, que são os responsáveis pelos danos às células saudáveis da pele.

Além disso, o mangostão evita o envelhecimento precoce, pois as fibras presentes na fruta impedem a formação dos produtos de glicação avançada (AGEs), compostos produzidos na pele quando se consome alimentos com alto índice glicémico, como pão branco, doces ou bolos.

Bibliografia:

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A Vitis vinifera L. é uma planta nativa da Europa e Ásia ocidental, que cresce abundantemente em países mediterrânicos, sendo o vinho a bebida de eleição elaborada a partir das suas uvas, bebida muito apreciada e consumida, desde a antiguidade até aos dias de hoje.

No entanto, outros produtos derivados desta planta têm ganho interesse ao longo dos anos, pelo seu valor nutricional e medicinal, com potenciais benefícios para a saúde. A casca das uvas são ricas em terpenos, norisoprenóides e tióis, e a polpa em ácidos orgânicos e açúcares. A sua concentração em compostos fenólicos, resveratrol e quercetina, conferem-lhe relevantes propriedades antioxidantes e antimicrobianas. As suas sementes, ricas em fenóis e proantocianidinas, parecem ter um papel nutracêutico benéfico para a saúde, para além de lhe serem atribuídas propriedades anti-inflamatórias, anti-ulcerosas, anti-cancerígenas e cardioprotetoras. O óleo das sementes é rico em ácidos gordos essenciais, vitamina E e fitoesteróis, demonstando notáveis atividades antioxidantes e anti-inflamatórias, para além de estar a ser estudada a sua capacidade anti-tumural. O uso tradicional da uva inclui, entre outros, as doenças da pele, patologias oculares, náuseas, dores de garganta, hemorroidas, doenças renais e hepáticas, sendo que na medicina Ayurvédica é considerado um tónico para o coração com utilidade nas doenças cardiovasculares, edema e inflamação.

As folhas da Videira, por sua vez, têm sido utilizadas desde tempos antigos devido às suas diversas propriedades, tal como a ação hipoglicemiante, antimicrobiana, anti-inflamatória e, particularmente, as suas propriedades antioxidantes, benéficas para o organismo. Também utilizadas no tratamento de insuficiência venosa crónica, pela eficácia demonstrada na redução do edema e da dor, atuando ao nível da circulação sanguínea microvascular. Estando as patologias neurodegenerativas e falhas de memória muitas vezes relacionadas com défices ao nível da microcirculação sanguínea cerebral, a Videira poderá apresentar efeitos benéficos a este nível. Para além disto, sendo a obesidade uma doença inflamatória que também afeta os vasos sanguíneos, causando dificuldades na circulação de leptina (hormona da saciedade) até ao cérebro, têm sido estudados os efeitos antiobesidade da V. vinifera, tanto pela sua ação na microcirculação como pelos seus efeitos anti-inflamatórios2. As folhas de videira, sendo subprodutos da indústria vinícola, têm vindo a ser utilizadas na medicina tradicional pelos seus efeitos hepatoprotetores, espasmolíticos e vasodilatadores.

Em suma, os compostos naturais presentes na videira protegem as células vasculares endoteliais contra o dano inflamatório, exibindo também uma capacidade antioxidante notável, conferindo-lhe propriedades cardio e hepatoprotetoras, estando mesmo a ser estudado o seu potencial benefício como anticancerígeno.

Bibliografia

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O goji, fruto nativo da Ásia chamada Lycium chinense e Lycium barbarum, é um fruto rico em compostos carotenóides e vitamina C que possui um grande poder antioxidante e ajuda a fortalecer o sistema imunitário, proteger a visão, evitar o surgimento de doenças crónicas e prevenir o envelhecimento precoce.

Além disso, são uma excelente fonte de fibras, vitaminas B1, B2 e B3, assim como minerais como cobre, magnésio, manganês e selénio.

As bagas goji são ricas em carotenoides, principalmente a zeaxantina e betacarotenos, sendo esse último um precursor da vitamina A, que ajudam a manter a saúde ocular e a prevenir o surgimento de retinopatias, degeneração macular e cataratas. Além disso, também contém polissacarídeos e proteoglicanos que exercem um efeito neuroprotetor ocular.

Devido ao fato de serem ricas em vitamina C e selénio, o consumo de bagas goji pode ajudar a aumentar as defesas do corpo e reduzir a inflamação no organismo devido a sua propriedade antioxidante, estimulando as células do sistema imunitário e prevenindo o surgimento de doenças como gripe e resfriados.

Pode ajudar a diminuir o colesterol mau, o LDL, e aumentar o colesterol bom, o HDL, prevenindo assim o surgimento de doenças cardiovasculares como a aterosclerose, infarto e AVC.

Possui poucas calorias e ajuda a melhora a digestão, aumentando a sensação de saciedade devido às fibras que contém. Além disso, também possuem vitaminas do complexo B, que são micronutrientes importantes para o bom funcionamento do metabolismo e para obter energia dos alimentos.

Por conter vitamina B6, o consumo de bagas goji pode ajudar a aumentar a produção de serotonina, que é um neurotransmissor relacionado com a sensação de stress e ansiedade e melhorando o humor, pois esta vitamina atua como enzima na conversão do aminoácido triptofano em serotonina.

Ajuda a prevenir o envelhecimento prematuro da pele, pois é rico em vitamina C, um micronutriente que favorece a formação de colágeno e ajuda a dar firmeza e elasticidade à pele, evitando a formação de rugas e linhas de expressão.

Além disso, também possui betacarotenos, polifenóis e outros antioxidantes que produzem um efeito protetor na pele contra os raios ultravioletas (UV) do sol, evitando a formação de manchas.

Bibliografia:

1. Fee Zheng et al. Goji Berries as a Potential Natural Antioxidant Medicine: An Insight into Their Molecular Mechanisms of Action. Oxidative Medicine and Cellular Longevity. 1. 1-8, 2019.
2. Kulczyński Bartosz; Gramza-Michałowska Anna. Goji Berry (Lycium barbarum): Composition and Health Effects – a Review. Polish journal of Food and Nutrition Sciences . 66. 2; 2016.
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A Aloé Vera (Aloe barbadensis) é uma planta suculenta conhecida pelas suas propriedades medicinais e aplicações terapêuticas, e cuja análise química revela mais de 200 substâncias biologicamente ativas. Com um elevado conteúdo em água (>99%), contém ainda vitaminas hidro e lipossolúveis (A, B, C, E), minerais (Na, K, Ca, Mg, P, Fe, Cu, Zn, Al, Mn), enzimas, aminoácidos (essenciais), proteínas, lípidos, compostos fenólicos, orgânicos e inorgânicos e polissacarídeos (maioritariamente glucomananos) aos quais são atribuídos muitos dos seus benefícios.

Apresenta propriedades cicatrizantes e reparadoras da pele, antioxidantes, imunomoduladoras, anti-inflamatórias, antimicrobianas, antidiabéticas e hipoglicemiantes, hipolipidémicas, antialérgicas, antitumorais, antirretrovirais, antiartríticas e antireumatóides, hepatoprotetoras e gastroprotetoras, contribui para a manutenção da saúde oral e do sistema imunitário, sendo também muito utilizada no tratamento da obstipação e outros distúrbios gastrointestinais.

Os seus subprodutos, que incluem o latex ou o sumo, são usados pelo seu efeito laxante devido ao seu conteúdo em glicosídeos C, barbaloína e isobarbaloína.

O gel, proveniente da polpa, é utilizado topicamente para auxiliar em variadas afeções da pele, tal como na cicatrização de feridas, queimaduras, irritações/eczema e inflamação. Para além disso, o consumo do gel tem ainda um efeito profilático e regenerador de lesões gastrointestinais como úlceras, e no cólon irritável, sendo que a sua ação anti-inflamatória poderá ter efeito terapêutico relevante em doença intestinal inflamatória. Os seus polissacarídeos demonstraram ativar macrófagos, adjuvar a produção de anticorpos e aumentar a libertação de citocinas, notando-se uma restauração da resposta imune celular com o consumo do gel de Aloé, sugerindo um efeito imunoprotetor.

A folha inteira, ou seja, o extrato da folha que combina ambos os componentes do Aloé – o gel e o latex, é ainda usado pelas suas propriedades terapêuticas no tratamento de diversas doenças, sendo que, recentemente, tem vindo a ser estudado no tratamento do cancro, SIDA e diabetes mellitus.

Bibliografia

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4. WebMD – Papaya [Internet]. Available from: https://www.webmd.com/vitamins/ai/ingredientmono-488/papaya.
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6. Cunha AP, Teixeira F, Silva AP, Roque OR. Plantas na Terapêutica – farmacologia e ensaios clínicos; 2nd ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2010; p.253.
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10. Cunha AP, Silva AP, Roque OR. Plantas e Produtos vegetais em Fitoterapia – Papaia; 4th ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2012; p.516.
11. Talbott SM, Hughes K. Suplementos Dietéticos para Profissionais de Saúde. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 2008; p.253-256.
12. Radha MH, Laxmipriya NP. Evaluation of biological properties and clinical effectiveness of Aloe vera: A systematic review. Journal of Traditional and Complementary Medicine. 2015.
13. Boudreau MD, Beland FA. An evaluation of the biological and toxicological properties of Aloe barbadensis (Miller), Aloe vera. Journal of Environmental Science and Health – Part C Environmental Carcinogenesis and Ecotoxicology Reviews. 2006.

O Selénio é um oligoelemento de grande importância para o corpo humano, uma vez que integra um aminoácido presente em 25 proteínas do nosso organismo.

Está envolvido em diversas funções fisiológicas como o metabolismo, síntese das hormonas da tiroide, síntese do ADN, fertilidade, reprodução e resposta imunitária.

Para além disto, tem funções antioxidantes, é essencial na manutenção do sistema nervoso central e do cérebro, na prevenção da sarcopenia e de doenças cardiovasculares.

É incorporado em selenoproteínas que têm um amplo espetro de papéis estruturais e enzimáticos, antioxidantes e anti-inflamatórios, estando a sua carência associada ao aumento do risco de mortalidade, pobre função imune e declínio cognitivo.

A deficiência em Selénio pode causar degeneração necrótica hepática problemas de fertilidade no homem, deficiência de iodo, cansaço muscular e cardiomiopatia 2. Esta carência pode ocorrer em pessoas que têm uma dieta vegan, que se encontram a fazer diálise, pessoas com HIV ou que tenham problemas intestinais como doença de Crohn.

A concentração de Selénio vai diminuindo no corpo humano com o tempo e a sua suplementação é importante na prevenção de doenças relacionadas com a idade.

Ainda assim, a sua suplementação não deve ser administrada em pessoas com níveis adequados a elevados, sob risco de efeitos adversos, como o aumento do risco de diabetes mellitus tipo 2.

O Selénio entra na cadeia alimentar através das plantas que o incorporam do solo e à exceção da Castanha do Brasil, há poucas boas fontes nos países europeus devido à baixa disponibilidade nos solos.

Em súmula, o consumo de níveis adequados de Selénio contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis, para o normal funcionamento do sistema imunitário, bem como para a manutenção de cabelo e unhas normais, espermatogénese e para o normal funcionamento da tiroide.

Bibliografia

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11. Burk RF, Hill KE. Regulation of Selenium Metabolism and Transport. Annu Rev Nutr. 2015.
12. Fairweather-Tait SJ, Collings R, Hurst R. Selenium bioavailability: current knowledge and future research requirements. American Journal of Clinical Nutrition. 2010.

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