Cerebral Plus

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46,00 

Suplemento alimentar com: Lecitina de Soja, Ginkgo Giloba, Bacopa, Alfafa, Ervilha, Aveia, Milho, Centeio, Vitamina B1, Vitamina B2 e Vitamina B6.

⚠️ Atenção: Contém edulcorantes.
⚠️ Atenção Alergénios: Contém soja e glúten.

Apresentação: caixa com 30 ampolas de 10 ml

REF: 20151.SP Categorias: ,
IngredientesToma Diária: 1 ampola
Tomas por embalagem: 30
%VRN*
Glysina hispida, Lecitina de Soja – Pó – Sementes15 g**
Ginkgo biloba, Ginkgo – Folhas1 g**
Fosfato Monosódico Dihidratado
Fósforo
0,252 g
50 mg
**
7%
Extrato Seco de Herpestis monniera, Bacopa0,25 g**
Ácido L-glutâmico0,2 g**
Mendicago sativa, Alfafa0,033 g**
Pisum sativum, Ervilha0,033 g**
L-lisina0,03 g**
Avena sativa, Aveia – Sementes em pó0,0167 g**
Triticum aestivum, Gérmen de Trigo0,0167 g**
Zea mays, Milho – Barbas0,0167 g**
Secale Cereale, Centeio0,0167 g**
Vitamina B20,7 mg50%
Vitamina B60,7 mg50%
Vitamina B10,55 mg50%
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Tomar 1 ampola por dia diluída em água ou em sumo.

Água; Glysina hispida, Lecitina de Soja – Pó – Sementes; Ginkgo giloba, Ginkgo – Folhas; Fosfato Monosódico Dihidratado; Extrato Seco de Herpestis monniera, Bacopa; Ácido L-glutâmico; Edulcorante: Stevia rebaudiana; Conservante: Benzoato de Sódio; Mendicago sativa, Alfafa – Sementes; Pisum sativum, Ervilha; L-lisina; Conservante: Sorbato de Potássio; Avena sativa, Aveia – Sementes em pó; Triticum aestivum, Gérmen de Trigo; Zea mays, Milho – Barbas; Secale Cereale, Centeio; Antioxidante: Galhato de Propilo; Aroma; Vitamina B2 (Fosfato de Riboflavina); Vitamina B6 (Cloridrato de piridoxina); Vitamina B1 (Cloridrato de Tiamina).

✔ A vitamina B6 contribui para a síntese normal da cisteína.
✔ A vitamina B6, a tiamina e a riboflavina contribuem para o normal metabolismo produtor de energia.
✔ A vitamina B6, a tiamina e a riboflavina contribuem para o normal funcionamento do sistema nervoso.
✔ A vitamina B6 contribui para o normal metabolismo da homocisteína.
✔ A vitamina B6 contribui para o metabolismo normal das proteínas e do glicogénio.
✔ A vitamina B6 e a tiamina contribuem para uma normal função psicológica.
✔ A vitamina B6 e a riboflavina contribuem para a formação normal de glóbulos vermelhos.
✔ A vitamina B6 contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário.
✔ A vitamina B6 e a riboflavina contribuem para a redução do cansaço e da fadiga.
✔ A vitamina B6 contribui para a regulação da atividade hormonal.
✔ A riboflavina contribui para a manutenção de mucosas normais.
✔ A riboflavina contribui para a manutenção de pele normal.
✔ A riboflavina contribui para a manutenção de uma visão normal.
✔ A riboflavina contribui para o normal metabolismo do ferro.
✔ A riboflavina contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis.
✔ A tiamina contribui para o normal funcionamento do coração.

Agitar bem antes de tomar. Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Em caso de gravidez ou amamentação a toma deve ser feita sob indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

A Soja (Glycine max), cultivada pela primeira vez na China, por volta de 1100 a.C., é uma das plantas agrícolas mais importantes devido à sua composição em macronutrientes. Difere marcadamente de outras leguminosas, por ter um teor de proteína e gordura superior e muito menor em hidratos de carbono. Para além de ser uma boa fonte de compostos bioativos com potencial terapêutico: antihiperlipidémico, antihiperglicémico, atividades anti-hipertensivas, antioxidantes, anti-inflamatórias, anticancerígenas, anti obesidade e neuroprotetoras.

A Soja é um alimento notável, não só pelo seu conteúdo total em proteína, mas também pela qualidade da mesma. Contém quantidades superiores de arginina comparativamente com outras fontes de proteína, desempenhando um papel chave na estimulação da libertação de hormonas anabólicas que promovem a formação de músculo.

Vários estudos suportam que o consumo de proteínas de elevada qua­lidade, como a de Soja, promovem a síntese de proteína muscular e um estudo recente concluiu que a suplementação com proteína de Soja produz ganhos em força e massa magra com treino de resis­tência, similar aos da proteína do soro de leite.

O declínio da força e massa muscular nas mulheres na menopausa aparenta ser dependente de estrogénio e embora o papel deste na sarcopenia permaneça pouco claro, a proteína de Soja poderá melhorar o estado muscular por efeito do estrogénio.

A FDA autorizou a utilização de alegações de saúde, na rotulagem de produtos à base de Soja, associadas à proteína de Soja e o risco reduzido de doença cardíaca coronária, por diminuição dos níveis de colesterol no sangue.

A literatura sugere que a Soja pode proteger contra doenças cardíacas, melhorando a função endotelial e possivelmente diminuindo a progressão de aterosclerose, para além de reduzir o colesterol LDL, sendo ela própria baixa em gordura saturada e fonte de ácidos gordos essenciais – ácido linoleico ómega 6 e ácido alfa-linolénico ómega 3.

A Soja é a maior fonte de isoflavonas (genisteína, daidzeína e gliciteína), classificadas como moduladoras seletivas dos recetores de estrogénio e como fitoestrogénios, cujos efeitos levam a que sejam vistas como alternativa à hormonoterapia convencional e a evidência científica demonstra potencial na abordagem a condições associadas à transição da menopausa e aos sintomas associados, nomeadamente os afrontamentos.

Como tal, a sua suplementação é frequentemente utilizada no tratamento de sintomas de menopausa e prevenção de condições associadas ao envelhecimento, como doenças cardiovasculares e osteoporose na pós-menopausa, sendo que os homens podem beneficiar da sua toma na redução do risco de cancro da próstata.

Em suma, o consumo de alimentos à base de Soja tem aumentado pelos seus efeitos benéficos na saúde e prevenção de doenças crónicas, que incluem a redução dos níveis de colesterol, prevenção de vários tipos de cancro, doenças cardiovasculares, ginecológicas e endócrinas (associadas a menopausa), metabólicas (como diabetes e obesidade), renais, intestinais, musculosqueléticas e neurológicas (função cognitiva e memória).

Bibliografia:

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11. Manor I, Magen A, Keidar D, et al. The effect of phosphatidylserine containing Omega3 fatty-acids on attention-deficit hyperactivity disorder symptoms in children: A double-blind placebo-controlled trial, followed by an open-label extension. Eur Psychiatry. 2012;27:335-342. doi:10.1016/j.eurpsy.2011.05.004
12. Moriel P, Mourad AM, De Carvalho Pincinato E, Mazzola PG, Sabha M. Influence of soy lecithin administration on hypercholesterolemia. Cholesterol. 2010;2010:1-4. doi:10.1155/2010/824813
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14. Friedman M, Brandon DL. Nutritional and health benefits of soy proteins. J Agric Food Chem. 2001. doi:10.1021/jf0009246
15. Nachvak SM, Moradi S, Anjom-shoae J, et al. Soy, Soy Isoflavones, and Protein Intake in Relation to Mortality from All Causes, Cancers, and Cardiovascular Diseases: A Systematic Review and Dose–Response Meta-Analysis of Prospective Cohort Studies. J Acad Nutr Diet. 2019. doi:10.1016/j.jand.2019.04.011

O extrato de Ginkgo biloba é uma substância obtida a partir das folhas da árvore do Ginkgo, nativa da Coreia, China e Japão, sendo atualmente um dos dez agentes fitoterápicos mais utilizados em todo o mundo. Esta erva medicinal possui dois componentes farmacologicamente ativos: os terpenos e os flavonoides, entre eles a quercetina. Os estudos revelam que os alvos farmacológicos primários destas substâncias são o sistema cardiovascular, nervoso e endócrino, revelando benefícios especialmente a nível da capacidade cognitiva e de concentração.

O Ginkgo biloba aumenta a circulação sanguínea cerebral e periférica, reduz a permeabilidade vascular, melhora o tónus venoso e relaxa o músculo liso vascular. Além disso, reduz a agregação plaquetária, diminui a tensão arterial, aumenta a insulina e diminui a secreção de cortisol. A literatura científica diz-nos ainda que a sua ação neuroprotetora pode ocorrer por ação direta nos neurónios ou por efeito indireto via modulação do fluxo sanguíneo e bloqueio das reações bioquímicas das plaquetas ou pela sua ação antioxidante. As suas propiedades anti-inflamatórias serão devidas à inibição das atividades das cicloxigenases, lipoxigenases e da fosfodiasterase.

Por apresentar todos estes efeitos benéficos, o Ginkgo biloba tem sido amplamente utilizado em diferentes tipos de demência, doença arterial periférica, acidente vascular cerebral isquémico, degeneração macular, autismo, circulação sanguínea insuficiente, depressão, vertigens e como modulador dos efeitos secundários de algumas terapias oncológicas.⁠

Bibliografia:

1. Dziwenka M, Coppock RW. Ginkgo biloba. In: Nutraceuticals: Efficacy, Safety and Toxicity. ; 2016. doi:10.1016/B978-0-12-802147-7.00049-8
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O termo fósforo deriva das palavras gregas “phôs” que significa luz e “phoros” que significa portador, pois este elemento peculiar brilha no escuro e não é encontrado livre na natureza, uma vez que é altamente reativo. Bioquimicamente, é a base e sustentação para toda a vida no planeta, encontrando-se maioritariamente nos ossos e dentes, ADN, ATP (principal portador de energia nas células), e fosfolípidos constituintes das membranas celulares. É um mineral essencial em alguns processos biológicos importantes, como a regulação ácido-base do organismo, a produção de energia para manutenção das funções celulares, a mineralização óssea, a sinalização intercelular através de reações de fosforilação e a ativação hormonal.

Dado seu amplo papel em quase todas as funções celulares e moleculares, as anomalias nos níveis séricos de fosfato podem ser altamente impactantes. A deficiência neste mineral é rara devido à sua reabsorção renal, sendo constantemente reciclado, no entanto, em pessoas com elevada excreção urinária, problemas renais ou problemas na sua absorção intestinal, a diminuição do fósforo no sangue resulta em desmineralização óssea, com a saída de cálcio do osso, podendo levar a longo prazo a osteomalacia e fraturas ósseas.

Por outro lado, o alto teor de fósforo no sangue, que poderá ocorrer devido a doença renal crónica, também pode causar reações adversas, nomeadamente na saúde óssea, bem como levar ao aumento da probabilidade de incidência de demência. A fisiopatologia dos distúrbios psiquiátricos continua indeterminada, por isso a melhor forma de tratamento requer deteção e intervenção precoces. Neste sentido, as alterações metabólicas das vias energéticas, incluindo na homeostase do fósforo, têm sido amplamente estudadas por estarem sinalizadas como uma das características fisiológicas das doenças mentais.

Bibliografia:

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A Bacopa é uma erva utilizada pela humanidade desde muito tempo atrás na medicina ayurvédica, sendo indicada para potencializar funções cognitivas.

A Bacopa foi descrita pela primeira vez em livros em sânscrito sobre medicina, mais especificamente na trilogia de samhitas como Caraka Samhita, Sushrita Samhita e Astanga Hridaya. Já nessa época, em torno de 2 a 6 A.C., a Bacopa era indicada para melhorar a memória.

O seu nome científico é Bacopa monnieri, da família Plantaginaceae, e é uma planta perene e rastejante, comum em locais mais úmidos e pantanosos às margens de águas doces. As suas flores são pequenas e brancas, já suas folhas são suculentas.

o extrato desta planta tem sido aplicado na melhoria das capacidades cognitivas. Os principais compostos bioativos que têm sido identificados com ação positiva sobre o funcionamento cerebral são os bacosidos, bacopasidos, bacopasaponinas e o ácido betulínico.

Alguns estudos têm revelado que a suplementação com a bacopa contribui para potenciar a aprendizagem e a capacidade de retenção da mesma, favorecendo a memória.

Por outro lado, as evidências sugerem ainda que esta planta contribui para a redução dos níveis de stress, sendo útil em casos de ansiedade, de epilepsia e de outras doenças neurodegenerativas, apesar de ainda se estar no início das investigações sobre os efeitos desta planta no cérebro humano.

Bibliografia:

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4. Abdul Manap AS, Vijayabalan S, Madhavan P, Chia YY, Arya A, Wong EH, et al.. Bacopa monnieri, a neuroprotective lead in Alzheimer Disease: a review on its properties, mechanisms of action, and preclinical and clinical studies. Drug Target Insights. (2019).
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7. Ghosh T, Maity T, Bose A, Dash GK, Das M. A study on antimicrobial activity of Bacopa monnieri Linn. aerial parts. J Nat Remed. (2006).

O ácido glutâmico é um aminoácido importante para o bom funcionamento do cérebro, além de ser fundamental para originar outras substâncias essenciais para o bom funcionamento do organismo, como glutamato, prolina, ácido gama-aminobutírico (GABA), ornitina e glutamina, que é um aminoácido que fica rapidamente disponível e é fundamental para o processo de formação do músculo, sendo muitas vezes usada como suplemento por pessoas que desejam ganhar massa muscular.

O ácido glutâmico tem papel fundamental no que diz respeito ao bom funcionamento do cérebro, uma vez que é capaz de estimular a memória e ajuda na eliminação da amônia, que é uma substância tóxica, promovendo a desintoxicação cerebral.

Além disso, como é um precursor de diversas outras substâncias no organismo, o ácido glutâmico possui outras funções, sendo as principais:

• Fortalecimento do sistema imunológico;
• Produção de energia;
• Síntese de proteínas, promovendo a formação de músculos;
• Diminuição da ansiedade;
• Melhora da função cardíaca e do cérebro;
• Eliminação de substâncias tóxicas da circulação.

Bibliografia:

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4. Nalbone JM, et al., Glutamic Acid Selective Chemical Cleavage of Peptide Bonds. Organic Letters, 2016. 18(5): p. 1186–1189.

A alfafa é uma planta medicinal que serve para melhorar o funcionamento do fígado, diminuir a retenção de líquidos, regular os níveis de açúcar no sangue, diminuir o colesterol, controlar a pressão alta, prevenir infecções urinárias e aliviar os sintomas de menopausa.

Esses benefícios são devido ao fato dessa planta se rica em substâncias bioativas, como os polifenois, isoflavonas e saponinas, além de conter vitaminas e minerais, garantindo propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, cardioprotetoras e diuréticas, promovendo a saúde.

A alfafa contém saponinas que ajudam a diminuir o colesterol LDL no sangue, pois inibe as enzimas que atuam no metabolismo do colesterol, evitando o acúmulo dessa substância no organismo e mantendo o coração saudável.

Além disso, essa planta ajuda a aumentar os níveis do colesterol HDL, que atua como protetor cardiovascular, prevenindo o desenvolvimento de doenças como infarto ou aterosclerose.

Contém compostos que estimulam a secreção de insulina, que é um hormônio produzido pelo pâncreas necessário para regular os níveis de glicose no sangue, além de conter altas quantidades de manganês, que possui propriedades hipoglicêmicas, sendo um alimento muito útil para as pessoas com diabetes.

As partes aéreas da alfafa contém substâncias com atividade anti-inflamatória que atua sobre o sistema imune inibindo sua reação frente a algumas situações, podendo ser útil como alimento terapêutico para prevenir e complementar o tratamento de alterações inflamatórias, como a doença inflamatória intestinal, artrite e alergias, por exemplo.

A alfafa é rica em fitoestrogênios, que são substâncias com atividade similar ao estrogênio, sendo efetiva para aliviar os sintomas da TPM ou da menopausa, como dores abdominais, dor de cabeça, nervosismo e ondas de calor.

Também é rica em vitamina K, uma vitamina necessária para a fixação do cálcio nos ossos, sendo importante para o crescimento e formação óssea nas crianças e manutenção na idade adulta, prevenindo o desenvolvimento da osteoporose.

Por conter boas quantidades de vitamina K, a alfafa pode ajudar na formação dos coágulos do sangue, sendo importante para prevenir o sangramento e hemorragias em caso de feridas ou procedimentos cirúrgicos.

Essa planta tem propriedades diuréticas e circulatórias que ajudam a diminuir a retenção de líquidos ou edemas no corpo, além de ser útil para ajudar no tratamento de doenças associadas a essa condição, como problemas renais, cardíacos ou hepáticos.

Bibliografia:

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3. Gill, C. J.; et al. Alfalfa Seed Decontamination in Salmonella Outbreak. Emerg Infect Dis. 9. 4; 474–479, 2003.
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6. Shi, Y.; et al. The Regulation of Alfalfa Saponin Extract on Key Genes Involved in Hepatic Cholesterol Metabolism in Hyperlipidemic Rats. PLoS One. 9. 2; e88282, 2014.

A ervilha é uma leguminosa que apresenta benefícios para a saúde como prevenir a prisão de ventre, regular o açúcar no sangue, favorecer a perda de peso e melhorar a saúde dos olhos.

Esses benefícios se devem a características nutricionais como alto valor de proteínas vegetais, fibras, vitaminas do complexo B e A, minerais como cálcio, potássio e ferro, assim como compostos bioativos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, como flavonóides e taninos.

As ervilhas possuem fibras, principalmente insolúveis, que contribuem para a formação das fezes e favorecem o trânsito intestinal, ajudando a prevenir a prisão de ventre, a formação de hemorroidas e doenças como a síndrome do intestino irritável.

As fibras e proteínas da ervilha ajudam a regular o açúcar no sangue, porque diminuem a velocidade de absorção de carboidratos e promovem a saciedade. Além disso, as ervilhas apresentam baixo índice glicémico, sendo uma boa opção de alimento para pessoas com pré-diabetes ou diabetes.

São ricas em luteína e zeaxantina, carotenóides com ação antioxidante que ajudam a manter a saúde visual, porque são os principais componentes do pigmento da mácula na retina. Esses carotenóides melhoram a saúde dos olhos e previnem doenças oculares como catarata e a degeneração macular relacionada à idade.

A vitamina A e os carotenóides presentes nas ervilhas possuem propriedades antioxidantes, que ajudam a cuidar da saúde da pele, prevenindo a formação de rugas e as marcas de expressão, além de protegê-la contra os danos causados ​​pelos raios UV.

As ervilhas possuem fibras, flavonóides, carotenóides e antioxidantes, nutrientes e compostos antioxidantes que ajudam a reduzir os níveis de colesterol mau, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares, como aterosclerose, derrame e infarte.

Bibliografia:

1. Mares, Julie. Lutein and Zeaxanthin Isomers in Eye Health and Disease. Annu Rev Nutr. Vol.36. 571-602, 2016.
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A lisina é um aminoácido muito importante para o organismo, pois tem ação antiviral que ajuda a combater infecções por vírus e também facilita a absorção de cálcio. No entanto, este aminoácido não é produzido pelo corpo humano.

A lisina encontrada nos alimentos pode não ser suficiente para o tratamento de infecções virais ou para a prevenção da osteoporose, por exemplo, e, por isso, pode ser recomendada a realização de suplementação desse aminoácido de acordo com o objetivo do tratamento.

Como a lisina favorece a absorção do cálcio pelo organismo e reduz a quantidade que se perde a través da urina. O cálcio é essencial para a formação óssea. Por isso, os investigadores acreditam que a lisina ajuda a prevenir a perda óssea associada à osteoporose.

Bibliografia:

1. Choudhary C, Weinert BT, Nishida Y, Verdin E, Mann M. The growing landscape of lysine acetylation links metabolism and cell signalling. Nat. Rev. Mol. Cell Biol. 2014;15:536–550.
2. Mailoo, Venthan; Rampes, Sanketh. Lysine for Herpes Simplex Prophylaxis: A Review of the Evidence. Integrative Medicine. Vol.16. 3.ed; 42-46, 2017.

A aveia é um cereal rico em avenantramida, um composto fenólico com ação antioxidante que combate o excesso de radicais livres no organismo, ajudando, assim, a prevenir o surgimento de doenças, como diabetes, aterosclerose e pressão alta.

Além disso, a aveia é rica em fibras que aumentam o volume das fezes e estimulam os movimentos naturais do intestino, além de prolongarem a saciedade, combatendo a prisão de ventre e promovendo a perda de peso.

Por ser rica em fibras, a aveia diminui a velocidade de absorção do açúcar dos alimentos, ajudando a controlar os níveis de glicose no sangue, evitando, assim, a resistência à insulina e diabetes.

A aveia ajuda a emagrecer, porque é rica em fibras que diminuem o tempo de digestão dos alimentos, prolongando a saciedade e diminuindo o consumo de alimentos ao longo do dia.

A aveia é rica em zinco, um mineral com potente ação antioxidante e anti-inflamatória, que participa no desenvolvimento e manutenção das células do sistema imunológico, participando da cicatrização de feridas e ajudando a diminuir o tempo de gripes e resfriados.

A aveia ajuda a manter o bom funcionamento do intestino, porque é rica em fibras insolúveis, um tipo de fibra que estimula os movimentos naturais do intestino, facilitando a eliminação das fezes e combatendo, assim, a prisão de ventre.

Além disso, as fibras da aveia servem de alimento para as bactérias benéficas do intestino, promovendo o equilíbrio da flora intestinal e melhorando situações, como diarreia e síndrome do intestino irritável.

A aveia tem ótimas quantidades de avenantramida, um antioxidante que aumenta a produção de óxido nítrico no organismo, uma substância que promove o relaxamento dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação de sangue e ajudando a controlar a pressão arterial.

Bibliografia:

1. Qi Wang; Ellis, R, Peter. Oat b-glucan: physico-chemical characteristics in relation to its blood-glucose and cholesterol-lowering properties. British Journal of Nutrition. 112.ed; S4–S13, 2014.
2. Perreli, Andrea et al. Biological Activities, Health Benefits, and Therapeutic Properties of Avenanthramides: From Skin Protection to Prevention and Treatment of Cerebrovascular Diseases. Oxidative Medicine and Cellular Longevity. 1-17, 2018.
3. Malachen, Bruno Eduardo et al. Composição e propriedades fisióligas e funcionais da aveia. FAG Journal of Health. Vol.1. 2.ed; 185-200, 2019.
4. Mak, Kevin C.; et al. Whole-Grain Ready-to-Eat Oat Cereal, as Part of a Dietary Program for Weight Loss, Reduces Low-Density Lipoprotein Cholesterol in Adults with Overweight and Obesity More than a Dietary Program Including Low-Fiber Control Foods. Journal of the American Dietetic Association. 110. 2; 205-211, 2010.

Contendo ácidos gordos oleicos e linoleicos, ómega 3, o trigo é benéfico ao organismo porque diminui o colestrol, ajuda no tratamento de artrites e inflamações generalizadas. É rico em vitamina A, B e E, ajuda no combate aos radicais livres e previne o envelhecimento da pele. Muito utilizado em massagens desportivas e dores musculares.

Bibliografia:
1. Adom, K. K. , Sorrells M. E., and Liu R. H.. 2003. Phytochemical profiles and antioxidant activity of wheat varieties. J. Agric. Food Chem. 51:7825–7834.
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3. Beta, T. , Nam S., Dexter J. E., and Sapirstein H. D.. 2005. Phenolic content and antioxidant activity of pearled wheat and roller‐milled fractions. Cereal Chem. 82:390–393.

O milho é um cereal que oferece diversos benefícios para a saúde como proteger a visão, fortalecer o sistema imunológico e melhorar a saúde intestinal, porque possui boas quantidades de carboidratos, fibras e antioxidantes.

Esse cereal pode ser encontrado na cor amarela, branca, vermelha, azul, roxa e preta, que variam quanto ao sabor e tipos de antioxidantes que contêm. O milho amarelo tem um sabor mais adocicado e os demais tipos têm um sabor mais suave. Enquanto o milho roxo, o preto, o vermelho e o azul contêm mais antocianinas, o branco e o amarelo contêm mais quercetina.

Por ter ótimas quantidades de zeaxantina e luteína, que são carotenoides com ação antioxidante, o milho mantém a saúde dos olhos, porque os protege contra os danos causados pelos raios ultravioletas do sol e pela luz azul emitida por dispositivos eletrônicos, prevenindo situações como catarata e degeneração macular.

O milho fortalece o sistema imunológico, porque é rico em betacaroteno, um carotenoide que aumenta as defesas do organismo, ajudando a diminuir o tempo de duração de doenças como a gripe e resfriado.

O milho melhora a disposição física e mental por conter carboidratos, um nutriente que é essencial para fornecer energia para o cérebro e o corpo.

Além disso, o milho também é rico em vitamina B3, uma vitamina importante para transformar a energia presente nos alimentos em energia para as células do corpo.

O milho é rico em carotenóides, quercetina e antocianinas, que são compostos bioativos com ação antioxidante e anti-inflamatória que melhoram a saúde das artérias e previnem a formação de trombos, evitando doenças cardiovasculares, como hipertensão, infarto e aterosclerose.

Bibliografia:

1. Bani, Corinne et al. Phenolic Profile and In Vitro Antioxidant Activity of Different Corn and Rice Varieties. Plants. Vol.12. 448.ed; 1-14, 2023.
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5. Lao F., Sigurdson G.T., Giusti M.M. Health benefits of purple corn (Zea mays L.) phenolic compounds. Compr. Rev. Food Sci. Food Saf. 2017;16:234–246.

O centeio é um cereal resistente a baixas temperaturas, tem uma textura mais densa do que a de outros cereais, e um sabor forte e marcante.

O centeio tem um valor nutricional valioso, que pode trazer diversos pontos positivos para o organismo. É rico em minerais como manganês, cobre, magnésio, fósforo e vitaminas do complexo B.

Contém um valor considerável de fibras alimentares, que beneficiam a saúde intestinal e aumentam a sensação de saciedade — e como consequência ajudam na perda de peso.

Tem um índice glicémico baixo: a viscosidade do centeio faz com que ele seja de difícil digestão, por isso, os níveis de glicose no sangue não aumentam muito depois do consumo.

Reduz o colesterol “mau”: as beta-glucanas (um tipo de fibra), encontradas na farinha de centeio, reduzem os níveis elevados de LDL no sangue.

É rico em vitaminas e minerais: o centeio tem 30% mais ferro que o trigo, além de ter duas vezes mais potássio. O grão também é rico em vitaminas do complexo B.

Contém antioxidantes: por ser rico em polifenóis, o centeio contém efeitos antioxidantes que ajudam no combate de radicais livres.

Bibliografia:

1. Pihlava JM, Hellström J, Kurtelius T, Mattila P. Flavonoids, anthocyanins, phenolamides, benzoxazinoids, lignans and alkylresorcinols in rye (Secale cereale) and some rye products. J Cereal Sci. 2018;79:183–192.
2.Kofler R, Bartoš J, Li G, Stift G, Suchánková P, et al. Development of microsatellite markers specific for the short arm of rye (Secale cereale L.) chromosome 1. Theor Appl Genet. 2008;117:915–926.
3. Kuzel S., Romanova I., Augspole I., Linina A. Winter rye (Secale cereale L.) antioxidant capacity, total phenolic content and quality indices. Agron. Res. 2020;18:1751–1759.

A Riboflavina é um nutriente essencial, atuando como coenzima em diversas funções, nomeadamente no metabolismo produtor de energia, para além da sua capacidade de prote­ção antioxidante.

Pode ser encontrada em ovos, lacticínios, carne magra e vegetais verdes.

A sua carência é mais prevalente em países subdesenvolvidos, contudo, atletas, pessoas com cancro, doença cardíaca congénita, hipotiroidismo, gravidez/amamentação, idade avançada, alimentação vegetaria­na, doença hepática ou renal, infeções prolongadas, medicação com determinados antidepressivos (tricíclicos) e antibióticos (tetracíclicos) ou consumo excessivo de álcool, têm maior risco de carência. O défice em Vitamina B2 tem implicações na eficácia de outras vitaminas, pois as flavoenzimas estão diretamente ligadas ao seu metabolismo, nomeadamente da vitamina B12, B9, B3, B6, K e D, afetando ainda a absorção de Ferro, o metabolismo do triptofano, disfunção mitocondrial, do trato gastroin­testinal e cerebral.

Consequências incluem: dor de garganta, hiperemia, edema oral e das membranas mucosas, queda de cabelo, cataratas, enxaqueca, anemia, dermatite seborreica e comprometimento da função nervosa.

A vitamina B2 atua como antioxidante contra o stress oxidativo, especialmente contra a peroxidação lipídica e lesão oxidativa de reperfusão, podendo atuar no ciclo da glutationa ou outros mecanismos de reforço do efeito de outros antioxidantes, como a vitamina C.

Existe, ainda, interesse no papel que a Riboflavina desempenha na determinação das concentrações de homocisteí­na, fator de risco de comprometimento cognitivo, complicações de gravidez e doença cardiovascular, sugerindo os estudos que esta poderá inibir a progressão de AVC e proteger o tecido cerebral de lesões isquémicas.

Quando necessária, a sua suplementação com 5 a 10 vezes a dose diária recomendada é apropriada, não devendo, no entanto, ser prolongada por potencial fotorreativo.

O aporte adequado de Riboflavina contribui para a manutenção de visão, pele, mucosas e glóbulos vermelhos normais, bem como para o bom funcionamento do sistema nervoso e redução do cansaço e da fadiga 1–4.

Bibliografia:

1. Ashoori M, Saedisomeolia A. Riboflavin (vitamin B2) and oxidative stress: A review. Br J Nutr. 2014;111:1985-1991. doi:10.1017/S0007114514000178
2. Powers HJ. Riboflavin (vitamin B-2) and health. Am J Clin Nutr. 2003;77:1352-1360. doi:10.1093/ajcn/77.6.1352
3. Thakur K, Tomar SK, Singh AK, Mandal S, Arora S. Riboflavin and health: A review of recent human research. Crit Rev Food Sci Nutr. 2017;57(17):3650-3660. doi:10.1080/10408398.2016.1145104
4. Bosch AM. Riboflavin. In: Principles of Nutrigenetics and Nutrigenomics: Fundamentals of Individualized Nutrition. ; 2019. doi:10.1016/B978-0-12-804572-5.00037-9

A Vitamina B6 (Piridoxina) é há muito considerada um cofator enzimático de relevo na síntese de neurotransmis­sores (triptofano), mantendo em bom estado a função cerebral. Para além de ser essencial na formação de serotonina e norepinefrina, de gran­de influência no humor, e para a formação de melatonina, que ajuda na regulação do ciclo do sono.

Mais recentemente, é considerada também um poderoso antioxidante de elevada importância para o bem-estar das células, protegendo-as contra o stress oxidativo.

Esta vitamina contribui para a regulação da atividade hormonal e forma­ção normal de glóbulos vermelhos, para a síntese da cisteína e da homocisteína e para o adequado funcionamento do sistema imunitário, nervoso e função cognitiva.

Para além de ser importante no desenvolvimento e manutenção da pele, estando também presente em vários produtos para o cabelo e unhas, tendo demonstrado melhorias na aparência dos mesmos.

Esta vitamina intervém no normal metabolismo de proteínas, glicogénio e na produção de energia, contribuindo para a redução do cansaço e da fadiga.

Pode ser obtida da carne, lacticínios, feijões, frutos secos, batatas e variadas frutas e legumes. Por isso, a sua carência é rara em países desenvolvidos, contudo poderá ocorrer em utilizadoras de contracetivos orais e outros fármacos, fumadores, alcoólicos, celíacos ou dia­béticos.

Baixos níveis de Vitamina B6 estão associados a aumento do risco de doença cardiovascular e cancro, artrite reumatoide e doença inflamatória intestinal. Estudos publicados demonstram que a inflamação e doenças inflamatórias estão associadas a reduções dos níveis plasmáticos desta vitamina até 50% e que a suplementação melhora parâmetros imunológicos.

O aporte adequado de Vitamina B6 contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso e função psicológica, para o sistema imunitário, para a regulação da atividade hormonal e síntese normal da cisteína e da homocisteína. Para além disso, tendo um papel relevante no metabolismo produtor de energia e para a formação de glóbulos vermelhos. A Vitamina B6 contribui para a redução do cansaço e da fadiga e para a manutenção do cabelo, pele e unhas normais.

Bibliografia:

1. Mooney S, Leuendorf JE, Hendrickson C, Hellmann H. Vitamin B6: A long known compound of surprising complexity. Molecules. 2009;14:329-351. doi:10.3390/molecules14010329
2. Haneke E, Baran R. Micronutrients for hair and nails. In: Nutrition for Healthy Skin: Strategies for Clinical and Cosmetic Practice. ; 2011. doi:10.1007/978-3-642-12264-4_14
3. Coburn SP, Slominski A, Mahuren JD, Wortsman J, Hessle L, Millan JL. Cutaneous metabolism of vitamin B-6. J Invest Dermatol. 2003. doi:10.1046/j.1523-1747.2003.12034.x
4. Ueland PM, McCann A, Midttun Ø, Ulvik A. Inflammation, vitamin B6 and related pathways. Mol Aspects Med. 2017;53:10-27. doi:10.1016/j.mam.2016.08.001

A Vitamina B1 ou Tiamina é uma vitamina hidrossolúvel e a sua forma biologicamente ativa, tiamina pirofosfato, é cofator no metabolismo de macronutrientes. Nomeadamente na glicólise e descarboxilação oxidativa dos hidratos de carbono para a normal produção de energia.

Para além disso, esta vitamina, é importante para o adequado funcio­namento do sistema nervoso, função cognitiva e cardiovascular. Desempenha importantes funções na função e estrutura dos nervos, intervindo na síntese de mielina e em vários tipos de neurotransmissores, como a acetilcolina e o GABA, atuando como coenzima do sistema nervoso e no metabolismo cerebral – doenças neurodegenerativas, diabetes, dis­túrbios alimentares e cancro.

Considera-se que a função mais importante da Vitamina B1 é a sua ampla contribuição para o me­tabolismo energético, como cofator essencial à conversão de hidratos de carbono em glicose, ajudando a fornecer energia às células nervosas, que são as células que mais energia consomem.

Sintomas frequentes da deficiência em B1 incluem beribéri – uma síndrome que compromete o sistema nervoso periférico, a desnutrição, a insuficiência cardíaca, a acidose láctica, a neuropatia periférica, a ata­xia e alterações oculares, progredindo para distúrbios e perda de memória e/ou psicose.

Sinais desta síndrome também se revelam ao nível do cabelo, que se torna mais fino e também alterações un­gueais, que melhoram substancialmente com a suplementação desta vitamina, pelo que está presente em diver­sos produtos para cabelo e unhas.

Esta vitamina é encontrada naturalmente em alimen­tos como a carne de porco e vaca, espinafres, pão e cereais integrais ou frutos secos7, sendo que um adulto consegue armazenar cerca de 30 g no tecido muscular, fígado e rins.

Também pode ser produzida pela microflora do intestino delgado, órgão responsável pela sua absorção. Daí que algumas situações que afetam o trato gastrointestinal possam acarretar risco de deficiência em B1, tal como alcoolismo, VIH ou cirurgia bariátrica.

Para além disto, outras situações de risco para a sua deficiência incluem desnutrição que poderá ser devida a reduzida ingestão, perda au­mentada ou comprometimento da sua absorção, que poderão existir em cenários clínicos como insuficiência cardíaca, renal ou inanição.

A deficiência de Tiamina também pode ocorrer em pessoas com obesidade, pela má qualidade da ali­mentação, consumo excessivo de alimentos açucarados e/ou consumo inadequado de cereais integrais e legumes. Daí que um reforço dos níveis de Tiamina possa ser útil no tratamento de pessoas com excesso de peso.

Em súmula, o aporte adequado de Tiamina contribui para o normal metabolismo produtor de energia, para o funcionamento do sistema nervoso, função cognitiva e memória. Tem a capacidade de fortalecer o sistema imunológico e me­lhorar a capacidade do corpo para resistir a condições de stress.

Bibliografia:

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6. Haneke E, Baran R. Micronutrients for hair and nails. In: Nutrition for Healthy Skin: Strategies for Clinical and Cosmetic Practice. ; 2011. doi:10.1007/978-3-642-12264-4_14
7. Chawla J, Kvarnberg D. Hydrosoluble vitamins. In: Handbook of Clinical Neurology. ; 2014:896-914. doi:10.1016/B978-0-7020-4087-0.00059-0
8. Frank LL. Thiamin in Clinical Practice. J Parenter Enter Nutr. 2015. doi:10.1177/0148607114565245
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1 avaliação de Cerebral Plus

  1. brigidaguerreiro

    Muito bom! Andei com dores de cabeça durante 2 meses, após começar a tomar este suplemento ao fim de 4 dias desapareceram.

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