Creme Noite Premium

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49,00 

O Creme de Noite Premium apresenta propriedades calmantes, antioxidantes e
protetoras da barreira cutânea. Proporciona a hidratação e nutrição necessárias à regeneração profunda da pele fatigada. A sua fórmula inovadora minimiza a contração muscular e reduz a formação de linhas finas e rugas.

Apresentação: boião de 50ml.

REF: F301044 Categoria:

Informações Complementares

Aplicar todas as noites o equivalente a 2 avelãs , em todo o rosto e pescoço, após a limpeza e cuidado complementar. Massajar até completa absorção. Evitar o contato direto com os olhos. Uso externo.

Aqua, Polyglyceryl-10 Dipalmitate, Neopentyl Glycol Dicaprylate/Dicaprate, Propanediol, Butyrospermum Parkii (Shea) Butter, Polyglyceryl-6 Distearate, Bellis Perennis (Daisy) Flower Extract, Jojoba Esters, Polyglyceryl-3 Bees-Wax, Cetyl Alcohol, Vaccinium Myrtillus Leaf Extract, Avena Sativa Kernel Extract, Caprylyl Glycol, Acetyl Hexapeptide-8, Ethylhexylglycerin, Pheno-Xyethanol, Carbomer, Triethanolamine, Parfum, Alpha-Isomethyl Ionone, Ci-Tronellol, Limonene, Geraniol, Linalool.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorrecções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de cosméticos e suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

O Acetyl Hexapeptide-8 é um ingrediente bastante usado em produtos cosméticos, pelas suas propriedades suavizadoras de linhas finas e rugas de expressão mais vincadas, diminuindo tanto a profundidade como a largura das mesmas.

Atua destabilizando um complexo responsável pelo mecanismo de contração muscular. Este ativo possui um efeito semelhante ao da neurotoxina botulínica, exercendo o seu efeito de uma forma não invasiva e suave.

Além disto, tem a capacidade de aumentar o nível de hidratação da pele. A sua segurança de utilização em cosméticos foi comprovada através de ensaios clínicos. 

Bibliografia

1.Hae An J, Jung Lee H, Soo Yoon M, Hyun Kim D. Anti-wrinkle efficacy of cross-linked hyaluronic acid-based microneedle patch with acetyl hexapeptide-8 and epidermal growth factor on Korean skin. Ann Dermatol. 2019. doi:10.5021/ad.2019.31.3.263
2. Chair, Wilma F. Bergfeld, M.D. FACP. DVB, M.D.; David E. Cohen, M.D.; Curtis D. Klaassen, Ph.D.; Daniel C. Liebler, Ph.D.; Lisa A. Peterson PD. RCS, Ph.D.; Thomas J. Slaga, Ph.D.; and Paul W. Snyder, D.V.M. P. Safety Assessment of Acetyl Hexapeptide-8 Amide as Used in Cosmetics. © Cosmet Ingred Rev. 2021.

Avena sativa é uma planta membro da família Gramineae, com comprovados efeitos benéficos para a pele quando usada topicamente.

A Aveia é composta principalmente por triglicéridos, ricos em ómegas 3 e 6, e em ácidos gordos essenciais, necessários para a manutenção da função de barreira da pele. Este ativo contribui também para a redução da inflamação. 

O extrato do grão da aveia (Avena sativa kernel extract), é usado em produtos cosméticos, devido às suas capacidades antioxidantes, anti-inflamatórias, emolientes, calmantes e suavizante. Por isso, a utilização de cosméticos contendo extrato de grão de aveia, parecem ser benéficos para a pele, especialmente se for seca, propensa a erupções cutâneas, irritação, com eczemas, eritemas ou comichão.

Estudos in vitro, demonstraram que a aveia induz a expressão de genes relacionados com a diferenciação epidérmica, regulação lipídica na pele, e proporciona uma capacidade tampão de pH. Impulsionou a expressão de múltiplos genes-alvo relacionados com a barreira cutânea, e resultou na recuperação dos danos num modelo in vitro de dermatite atópica.

Bibliografia

1. Ilnytska O, Kaur S, Chon S, et al. Colloidal oatmeal (Avena Sativa) improves skin barrier through multi-therapy activity. J Drugs Dermatology. 2016;15(6):684-690.
2. Reynertson KA, Garay M, Nebus J, et al. Anti-Inflammatory activities of colloidal oatmeal (Avena sativa) contribute to the effectiveness of oats in treatment of itch associated with dry, irritated skin. J Drugs Dermatology. 2015;14(1):43-48.
3. Becker LC, Bergfeld WF, Belsito D V., et al. Safety Assessment of Avena sativa (Oat)-Derived Ingredients As Used in Cosmetics. Int J Toxicol. 2019. doi:10.1177/1091581819889904
4. Ilnytska O, Kaur S, Chon S, et al. Colloidal oatmeal (Avena Sativa) improves skin barrier through multi-therapy activity. J Drugs Dermatology. 2016.

A planta Bellis perennis, da família Asteraceae, conhecida comummente como margarida, contém moléculas bioativas nas suas raízes e flores, tais como saponinas, antocianinas, flavonoides e poliacetilenos, com amplo uso farmacológico.

O extrato desta planta tem demonstrado, in vitro, efeitos fotoprotetores, uma vez que preserva as capacidades de proliferação e sobrevivência dos queratinócitos de pele humana, após serem sujeitos a radiação UVA, protege-os do dano celular e tem a capacidade de reduzir o stress oxidativo causado pela radiação, ou seja, capacidade antioxidante.

Portanto, os efeitos imunomoduladores e fotoprotectores, da planta Bellis perennis, em queratinócitos apoia a sua utilização como agente bioativo em formulações cosméticas para prevenir danos na pele causados pela exposição à radiação UV.

Importa relembrar que a fotoproteção deve ser a principal terapia cosmética contra os efeitos nocivos da radiação UV sobre a pele, nomeadamente o envelhecimento precoce e o aparecimento de pequenas rugas e ridulas.

Além disto, foi demonstrado que a sua administração tópica promove cicatrização de lesões cutâneas. Pensa-se que este potencial de cicatrização seja atribuído às saponinas, um dos principais constituintes desta planta.

Bibliografia

1. Souza de Carvalho VM, Covre JL, Correia-Silva RD, et al. Bellis perennis extract mitigates UVA-induced keratinocyte damage: Photoprotective and immunomodulatory effects. J Photochem Photobiol B Biol. 2021. doi:10.1016/j.jphotobiol.2021.112247

O Mirtilo (Vaccinium myrtillus), pertencente ao género Vaccinium, é uma espécie de planta espontânea nativa das zonas montanhosas da Europa.

Este fruto é um dos mais reconhecidos pelos seus potenciais benefícios na saú­de, sendo que muitas das suas propriedades benéficas são atribuídas aos seus compostos bioativos – proantocianidinas e antocianinas.

Estes flavonoides produzem pigmentos hidrossolúveis azul, vermelho ou roxo e contêm potenciais propriedades promotoras de saúde como antioxidantes, anti-inflamatórios e pro-cardiovasculares.

Os seus compostos fenólicos também são conheci­dos pelos seus atributos antihipertensores, antimicrobianos e anticancerígenos.

O extrato de Mirtilo demonstrou prevenir ou controlar a formação de fluído intersticial e contribuir para a redistribuição do fluxo sanguíneo na rede microvascular; modular a resistência e permea­bilidade capilar, melhorando a função visual ao promover a adaptação à escuridão após ofuscamento; promover a cicatrização e ainda apresentar atividade antiaterosclerótica e antiulcerosa.

Para além disto, aparenta reduzir a formação de produtos reativos resul­tantes de oxidação, segundo um estudo que avaliou a sua utilização na degeneração macular.

O ácido clorogénico, principal composto polifenólico não flavonoide encontrado nos Mirtilos, exibe diversas características antioxidantes sobre o stress oxidativo induzido pela luz e reduz os níveis de citocinas pro-inflamatórias, além de ter efeitos antienvelhecimento e anti-angiogénicos associados à retinopa­tia diabética, degeneração macular e cancro.

Portanto, as antocianinas e polifenóis dos Mirtilos, apresentam-se como ingre­dientes funcionais importantes na prevenção de doenças crónicas como cancro, obesidade, doenças degenerativas, inflamatórias e cardiovasculares, diabetes, declínio cognitivo, demonstrando também propriedades protetoras da visão, fígado, pulmões, ossos e imunidade.

Particularmente, os seus poli­fenóis têm atividade protetora da retina contra a lesões por peroxidação lipídica induzidas pela luz.

Por outros lado, quando usado em produtos cosméticos de aplicação tópica, o extrato de mirtilo tem demonstrado capacidade de aumentar a hidratação do extrato córneo, mantendo a função de barreira e preservando o pH da pele, além de ter demonstrrado capacidade fotoprotetora, antioxidante e anti-inflamatória. 

Bibliografia

1. Ancillotti C, Ciofi L, Pucci D, et al. Polyphenolic profiles and antioxidant and antiradical activity of Italian berries from Vaccinium myrtillus L. and Vaccinium uliginosum L. subsp. gaultherioides (Bigelow) S.B. Young. Food Chem. 2016;204:176-184. doi:10.1016/j.foodchem.2016.02.106
2. Li R, Wang P, Guo Q qi, Wang Z yu. Anthocyanin composition and content of the Vaccinium uliginosum berry. Food Chem. 2011;125(1):116-120. doi:10.1016/j.foodchem.2010.08.046
3. Faria A, Oliveira J, Neves P, et al. Antioxidant properties of prepared blueberry (Vaccinium myrtillus) extracts. J Agric Food Chem. 2005;53(17):6896-6902. doi:10.1021/jf0511300
4. Prior RL, Cao G, Martin A, et al. Antioxidant Capacity as Influenced by Total Phenolic and Anthocyanin Content, Maturity, and Variety of Vaccinium Species. J Agric Food Chem. 1998;46:2686-2693. doi:10.1021/jf980145d
5. Khandhadia S, Lotery A. Oxidation and age-related macular degeneration: Insights from molecular biology. Expert Rev Mol Med. 2010. doi:10.1017/S146239941000164X
6. Wang Y, Zhao L, Wang C, et al. Protective effect of quercetin and chlorogenic acid, two polyphenols widely present in edible plant varieties, on visible light-induced retinal degeneration in vivo. J Funct Foods. 2017. doi:10.1016/j.jff.2017.02.034
7. Ma L, Sun Z, Zeng Y, Luo M, Yang J. Molecular mechanism and health role of functional ingredients in blueberry for chronic disease in human beings. Int J Mol Sci. 2018;19(2785):1-19. doi:10.3390/ijms19092785
8. Wing-kwan Chu, Sabrina C. M. Cheung, Roxanna A. W. Lau and IFFB. Bilberry (Vaccinium myrtillus L.). Herb Med Biomol Clin Asp. 2011;(2).
9. Tadić VM, Nešić I, Martinović M, et al. Old plant, new possibilities: Wild bilberry (vaccinium myrtillus l., ericaceae) in topical skin preparation. Antioxidants. 2021. doi:10.3390/antiox10030465
10. Piazza S, Fumagalli M, Khalilpour S, et al. A review of the potential benefits of plants producing berries in skin disorders. Antioxidants. 2020. doi:10.3390/antiox9060542

Originária da África, a Karité (Butyrospermum parkii) é famosa pela manteiga extraída de seus frutos. Composta por uma mistura de ácidos graxos (Ácido Oleico; Ácido Esteárico; Ácido Palmítico; Ácido
Linoleico) e por uma fração insaponificável composta por tocoferóis, triterpenos, esteróides e hidrocarbonetos, a Manteiga de Karité possui várias propriedades que a tornam um princípio ativo bastante interessante para uso cosmético:

  • Rica em Ácido Cinâmico, a Manteiga de Karité atua como um filtro solar natural, auxiliando na proteção da pele e dos cabelos contra a radiação UV (Pode ser usada para potencializar o efeito de outros filtros);
  • Por conter uma boa quantidade de Tocoferóis, a Manteiga de Karité tem propriedades antioxidantes;
  • A Manteiga de Karité é um excelente emoliente, e tal como as gorduras vegetais, exerce uma ação protetora sobre a pele e os cabelos, prevenindo contra o ressecamento;

Além dessas propriedades, a Manteiga de Karité melhora o aspecto e a consistência das emulsões e proporciona um toque aveludado e uma agradável sensação de emoliência à pele.

Bibliografia

1. Batistuzzo, José Antônio de Oliveira. Formulário Médico Farmacêutico. 3°ed. São Paulo: Pharmabooks, 2006
2. Maanikuu, P.M.I., Peker, K. Medicinal and Nutritional Benefits from the Shea Tree – (Vitellaria Paradoxa). Journal of Biology, Agriculture and Healthcare, v. 7, n. 22, p. 51-57, 2017.
3. Maranz, S, Wiesman, Z. Influence of Climate on the Tocopherol content of Shea Butter. Journal of Agricultural an Food Chemistry, v. 52, n. 10, p. 2934-2337, 2004.

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