Dermoflex

36,00 

Indicado para aplicação tópica diária, é um creme fresco, com um aroma agradável e enriquecido com Glucosamina e extractos de plantas como Cânfora, Abeto Siberiano, Boswellia serrata, Eucalipto e Zimbro.

Apresentação: tubo de 125 g

REF: F304016 Categoria:

Informações Complementares

Aplicar até 3 vezes por dia uma fina camada de creme sobre a área desejada do corpo, não sendo necessário massajar.

Aqua; Paraffinum Liquidum; Glyceryl Stearate; Ceteareth-12; Ceteareth-20; Cetyl Alcohol; Alcohol; Linum Usitatissimum Seed Oil; Cetyl Palmitate; Xanthan Gum; Glucosamine Sulfate; Dimethyl Sulfone; Methyl Salicylate; Eucalyptol; Phenoxyethanol, Ethylhexylglycerin; Menthol; Juniperus Communis Fruit Oil; Camphor; Polysorbate 20; Abies Sibirica Oil; Caprylic/Capric Triglyceride; Turpentine; Boswellia Serrata Resin Extract.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorrecções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de cosméticos e suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

A glucosamina é um dos monossacarídeos hidrossolúveis mais abundantes no corpo humano, presente em grandes quantidades na cartilagem articular. Pensa-se que esta substância tem um papel importante na regulação dos processos anabólicos da cartilagem e na síntese de líquido sinovial, ao ser um percursor de glicosaminoglicanos. Inibe também os processos catabólicos e degenerativos da osteoartrite, através das suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. A suplementação  com glucosamina promove a síntese de cartilagem e reduz a sua degradação, assim como induz a produção de ácido hialurónico pela membrana sinovial.

Além disso, é benéfica no alívio sintomático da dor, rigidez e na melhoria da função articular, tendo um estudo demonstrado que, quando aplicada localmente, revela maior eficácia que por via oral, apresentando menor potencial para efeitos secundários. A glucosamina tem ainda diversos benefícios na pele, devido à estimulação da síntese de ácido hialurónico, que acelera a cicatrização de feridas, melhora a hidratação e diminui as rugas. É também útil no tratamento de distúrbios de hiperpigmentação pois inibe a ativação da tirosinase o que, por sua vez, leva à inibição da produção de melanina.

Bibliografia

1. Vasiliadis HS, Tsikopoulos K. Glucosamine and chondroitin for the treatment of osteoarthritis. World J Orthop. 2017;8(1):1-11. doi:10.5312/wjo.v8.i1.1
2. Hammad YH, Magid HR, Sobhy MM. Clinical and biochemical study of the comparative efficacy of topical versus oral glucosamine/chondroitin sulfate on osteoarthritis of the knee. Egypt Rheumatol. 2015;37(2):85-91. doi:10.1016/j.ejr.2014.06.007
3. Bissett DL. Glucosamine: An ingredient with skin and other benefits. J Cosmet Dermatol. 2006;5:309-315. doi:10.1111/j.1473-2165.2006.00277.x

O óleo essencial das folhas do Eucalipto, possui efeitos analgésicos e anti-inflamatórios, por este motivo, tem sido usado na medicina popular para o tratamento de várias condições como a febre, constipação, gripe e afeções brônquicas, como asma, bem como para rigidez e nevralgia.

As suas propriedades farmacológicas devem-se à riqueza do seu óleo essencial, em cineol, macrocarpais, monoterpenos, alcalóides, eucaliptina, fenóis, flavonóides, ácido oleanólico e taninos. Sendo que a sua constituição varia de acordo com a espécie e origem da planta.

Os seus compostos ativos, nomeadamente, limoneno, pineno e cineol apresentam capacidade antimicrobiana (antifúngica e antibacteriana), por este motivo as folhas do Eucalipto também são usadas no tratamento de infeções, pneumonia, bronquite e dor de garganta.

Estudos in vitro e em animais também demonstraram a capacidade dos seus compostos ativos no controlo da glicémia.

Para além disto, possui capacidade de atuar como um anti-histamínico e capacidade antioxidante.

Biliografia

1. Silva J, Abebe W, Sousa SM, Duarte VG, Machado MIL, Matos FJA. Analgesic and anti-inflammatory effects of essential oils of Eucalyptus. J Ethnopharmacol. 2003. doi:10.1016/j.jep.2003.09.007
2. Dhakad AK, Pandey V V., Beg S, Rawat JM, Singh A. Biological, medicinal and toxicological significance of Eucalyptus leaf essential oil: a review. J Sci Food Agric. 2018. doi:10.1002/jsfa.8600
3. Hutchings A, Scott AH, Lewis G CA. Zulu medicinal plants: an inventory. Choice Rev Online. 1997. doi:10.5860/choice.34-6265
4. Dawoud ADH, Shayoub MEH SS. Effects of ethanolic leaf extract of Eucalyptus camaldulensis on oral glucose tolerance test in Type-2 Model diabetic rats. J Netw Commun Emerg Technol. 2015;2(2):6-8.
5. Sahin Basak S, Candan F. Chemical composition and in vitro antioxidant and antidiabetic activities of Eucalyptus camaldulensis Dehnh. essential oil. J Iran Chem Soc. 2010. doi:10.1007/BF03245882

A árvore aromática Cinnamomum camphora (L.) é natural de países asiáticos, incluindo Japão, Taiwan e China, apesar de estar também presente noutros locais do mundo. Todas as partes da planta, desde o tronco, às folhas e bagas têm um cheiro característico, sendo que faz parte do seu óleo essencial o ativo principal desta árvore, a cânfora natural.

A cânfora há muito que é utilizada na medicina tradicional como analgésico, anti-prúrido, antiespasmódico e anti-inflamatório. Além disso, como tem ainda ação enquanto expetorante, descongestionante nasal e anti-tússico, é amplamente utilizada em tratamentos caseiros para a constipação.

Outro dos grandes potenciais terapêuticos da cânfora diz respeito à sua ação enquanto rubefaciente, o que contribui para as suas propriedades analgésicas. Num estudo foi demonstrado que este ativo induz uma reação de arrefecimento, seguida de aquecimento, aquando da sua aplicação tópica, aumentando a circulação sanguínea no local de aplicação. No período incial de estimulação, a concentração da cânfora junto aos nervos é baixa, provocando uma sensação de frio. No entanto, conforme vai aumentando a sua concentração, vai também aumentando o seu efeito, o que leva, por sua vez, a uma sensação de aquecimento cutâneo.

A toxicidade da cânfora está bem documentada, sendo que a ingestão de dosagens superiores a 2 gramas causa efeitos tóxicos nos adultos, envolvendo o trato gastrointestinal, os rins e o cérebro. Os sintomas característicos de envenenamento após a ingestão desta substância são: náuseas, vómitos, enxaquecas, tonturas, tremores musculares, convulsões e delírio, sendo que doses superiores a 3,5g podem ser letais. A inalação desta substância pode ainda provocar irritação das mucosas, da pele ou dos olhos. Como tal, é necessária precaução na utilização de cânfora, sendo que o seu uso é desaconselhado em crianças.

Bibliografia

1. Chen W, Vermaak I, Viljoen A. Camphor—A Fumigant during the Black Death and a Coveted Fragrant Wood in Ancient Egypt and Babylon—A Review. Molecules. 2013;(18):5434-5454. doi:10.3390/molecules18055434
2. Kotaka T, Kimura S, Kashiwayanagi M, Iwamoto J. Camphor Induces Cold and Warm Sensations with Increases in Skin and Muscle Blood Flow in Human. Pharm Soc Japan. 2014;37(December):1913-1918.

O zimbro, de nome científico Juniperus communis L., é um arbusto aromático perene com grande potencial terapêutico como adjuvante no tratamento de várias doenças. Esta planta é rica ativos como óleos aromáticos, resinas, catequinas, ácido orgânico, ácidos terpénicos, leucoantocianidinas, alcaloides, flavonoides, taninos, ligninas, ceras, etc.

As suas bagas e extratos têm sido tradicionalmente utilizados como diuréticos, antisséticos, e em situações de artrite, diabetes e doenças gastrointestinais e autoimunes. Além disso, o seu óleo essencial demonstra também propriedades antioxidantes, anti-bacterianas, anti-virais e anti-fúngicas. Outros efeitos benéficos para a saúde relatados para o zimbro incluem efeitos hepatoprotetores, neuroprotetores e renais.

Bibliografia

1. Raina R, Verma PK, Peshin R, Kour H. Potential of Juniperus communis L as a nutraceutical in human and veterinary medicine. Heliyon. 2019;5(8):e02376. doi:10.1016/j.heliyon.2019.e02376

O Mentol é uma planta com um amplo espectro de efeitos farmacológicos, particularmente devido ao seu odor. Quando aplicado na pele, apresenta efeito anestésico ou analgésico local e rubefaciente tanto na pele, como nas membranas mucosas, sendo um importante excipiente e ingrediente ativo de preparações de uso externo. É bem conhecido pelo seu efeito ou sensação refrescante quando inalado, mastigado, consumido ou aplicado na pele, devido à sua capacidade de atuar nos recetores termo sensitivos e por aumentar a penetração na pele de outros ativos. O mecanismo exato pelo qual produz analgesia ainda não é bem conhecido, mas parece aumentar a circulação sanguínea cutânea no local de aplicação. Esta vasodilatação resulta no aumento da temperatura da pele, pelo que é possível que parte do seu efeito analgésico seja mediado por terapia de calor superficial.

Bibliografia

1. Zhao Y, Du L Da, Du GH. Menthol. Natural Small Molecule Drugs from Plants. 2018.
2. Kamatou GPP, Vermaak I, Viljoen AM, Lawrence BM. Menthol: a simple monoterpene with remarkable biological properties. Phytochemistry. 2013.
3. Patel T, Ishiuji Y, Yosipovitch G. Menthol: a refreshing look at this ancient compound. Journal of the American Academy of Dermatology. 2007.
4. Macpherson LJ, Hwang SW, Miyamoto T, et al. More than cool: promiscuous relationships of menthol and other sensory compounds. Mol Cell Neurosci. 2006.

A Boswellia Serrata é uma árvore que cresce nas zonas montanhosas secas da Índia, Norte de África e Médio Oriente, cujo extrato de resina tem sido tradicionalmente utilizado na medicina popular e ayurvédica durante séculos para tratar várias doenças inflamatórias crónicas. Possui atividade anti-inflamatória, analgésica, antiartrítica (osteo e reumatoide), antirreumática, antidiarreica, antidislipidémica, antiasmática, anticancerosa, antimicrobiana, hepatoprotetora, imunomoduladora e analgésica. Por isso, tem sido comummente usada em situações de osteoartrite para reduzir a dor e melhorar a capacidade de movimento articular.

Bibliografia

1. Siddiqui MZ. Boswellia serrata, a potential antiinflammatory agent: an overview. Indian Journal of Pharmaceutical Sciences. 2011.
2. Prabhavathi K, Shobha U, Soanker R, Usha RP. A randomized, double blind, placebo controlled, cross over study to evaluate the analgesic activity of Boswellia serrata in healthy volunteers using mechanical pain model. In: Indian Journal of Pharmacology. 2014.
3. Sharma A, Chhikara S, Ghodekar SN, et al. Phytochemical and Pharmacological investigations on Boswellia serrata. Pharmacognosy Reviews. 2009.
4. Abdel-Tawab M, Werz O, Schubert-Zsilavecz M. Boswellia serrata: an overall assessment of in vitro, preclinical, pharmacokinetic and clinical data. Clinical Pharmacokinetics. 2011.

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