Expovital

34,00 

Suplemento alimentar com: Tanchagem, Tomilho, Pinheiro, Flor de Laranjeira, Alteia e Líquen da Islândia.

Principais características dos ingredientes:
✔Proteção do sistema respiratório
✔ Melhora da tosse seca

⚠️ Atenção: Contém edulcorantes.

Apresentação: frasco de 200 ml.

IngredientesToma Diária: 60 ml
Tomas por embalagem: 4
%VRN
Tanchagem9000mg**
Pinheiro Silvestre4500mg**
Laranjeira Amarga4500mg**
Alteia3000mg**
Líquen da Islândia1200mg**
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Adultos e crianças com mais de 10 anos: Tomar 1 colher de sopa (15 ml) de 6 em 6 horas. Em caso de maior necessidade as tomas podem ser feitas de 4 em 4 horas. Pode ser diluído em água ou sumo.

Agente de Volume: Sorbitol; Água Purificada; Plantago lanceolata, Tanchagem (Planta); Thymus vulgaris, Tomilho (Sumidades Floridas); Pinus sylvestris, Pinheiro Silvestre (Gemas); Citrus aurantium, Laranjeira (Casca); Althaea officinalis, Alteia (Folha); Cetraria islandica, Líquen de Islândia (Talo); Conservante: Benzoato de Sódio, Sorbato de Potássio; Corante: Caramelo sulfítico de amónia; Conservante: Galato de Propilo.

Não exceder a toma diária recomendada. O seu consumo excessivo pode ter efeitos laxativos. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Devido à inexistência de estudos que confirmem a segurança de utilização em caso de gravidez e aleitamento, este suplemento não deve ser utilizado nestas situações, salvo indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças. Contém adulcorante.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorrecções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

A Tanchagem ou Plantago (Plantago major L.) é uma planta perene pertencente à família Plantaginaceae, que contém compostos fenólicos, flavonoides, alcaloides, terpenoides, antioxidantes, vitamina C e agentes anti-inflamatórios.

Na medicina tradicional é usada para dor de garganta, constipações, infeções, bronquites, na redução da febre e expetoração, como antitússico, analgé­sico tópico, na neutralização de toxinas e em problemas respiratórios (asma e dispneia), circulatórios, reprodutivos e digestivos, nas doenças de pele e no alívio da dor.  

As suas folhas e sementes têm sido relatadas pelos seus efeitos analgésico, anti-inflamatório, antioxidante, imunomodulador, antifúngico, anticancerígeno e cicatrizante.

Atualmente, existe um aumento do interesse no potencial terapêutico das plantas medicinais, principalmente devido à sua eficácia profilática ou terapêutica, baixa toxicidade e efeitos colaterais em comparação com drogas convencionais.

Os produtos com Tanchagem têm efeito significativo no sistema respiratório, sendo muito indicadas para inflamações das vias respiratórias associadas a tosse não produtiva, pela formação de uma camada protetora da membrana mucosa, reduzindo a sensibilidade dos recetores do reflexo da tosse.

Para além disto, também o seu efeito cicatrizante de feridas ficou descrito em revisões de literatura científica, devido ao seu conteúdo em compostos que atuam sinergicamente. Nomeadamente, o plantamajosídeo e acteosídeo que têm atividades antibacterianas; alguns flavonoides e derivados do ácido cafeico; polissacarídeos pécticos que parecem ser eficazes contra úlceras e ter atividades imunoestimulantes; e os álcoois primários saturados de longa cadeia que estão presentes na cera da folha e auxiliam na cicatrização de feridas superficiais; para além de conterem compostos com atividades anti-inflamatórias.

Além do seu uso medicinal tradicional, a Tanchagem, devido ao seu conteúdo elevado em fibra, também é adicionada muitas vezes a produtos alimentares.

Em suma, o Plantago major desempenha um papel importante na gestão de certos sintomas e doenças através de aplicação tópica ou oral, com baixa toxicidade e sem efeitos secundários graves. Nomeadamente em situações como úlceras, infeções bacterianas e virais, diarreia, dor, inflamação e cancro.

As suas atividades biológicas e propriedades medicinais dependem principalmente das atividades dos seus constituintes químicos ativos, nomeadamente flavonoides, alcaloides, glicosídeos, ácidos gordos, vitaminas, compostos fenólicos (ácido cafeico) e terpenoides.

Bibliografia

1. Haddadian K, Haddadian K, Zahmatkash M. A review of plantago plant. Indian J Tradit Knowl. 2014;13(4):681-685.
2. Samuelsen AB. The traditional uses, chemical constituents and biological activities of Plantago major L. A review. J Ethnopharmacol. 2000. doi:10.1016/S0378-8741(00)00212-9
3. De Cássia Israel Cardoso F, Peruzzo Apolinário P, Da Silva Cunha Breder J, et al. A protocol for systematic review of Plantago major L. effectiveness in accelerating wound-healing in animal models. Syst Rev. 2019. doi:10.1186/s13643-019-1255-6
4. Farcaș AD, Moț AC, Pârvu AE, et al. In Vivo Pharmacological and Anti-inflammatory Evaluation of Xerophyte Plantago sempervirens Crantz. Oxid Med Cell Longev. 2019. doi:10.1155/2019/5049643
5. Franova S, Nosalova G, Mokry J. Phytotherapy of cough. Adv Phytomedicine. 2006;2:111-131. doi:10.1016/S1572-557X(05)02007-6
6. Najafian Y, Hamedi SS, Kaboli Farshchi M, Feyzabadi Z. Plantago major in Traditional Persian Medicine and modern phytotherapy: a narrative review. Electron Physician. 2018. doi:10.19082/6390
7. Adom MB, Taher M, Mutalabisin MF, et al. Chemical constituents and medical benefits of Plantago major. Biomed Pharmacother. 2017. doi:10.1016/j.biopha.2017.09.152

O Pinheiro Silvestre cujo nome científico é Pinus sylvestris, pertence à família Pinaceae e é uma árvore dominante das áreas florestais vastamente distribuída em todo o globo, sendo bastante resistente e competitiva em solos secos e pobres e ambientes frios.

Na medicina popular, os produtos derivados de Pinheiro (agulhas, casca, pinhas e pólen) são utilizados para promover a saúde e prevenir algumas doenças crónicas relacionadas com o envelhecimento. Bem como para tratar várias condições incluindo problemas respiratórios (tosse, asma, bronquite e afeções pulmonares), hipertensão, doença car­díaca, cicatrização de feridas, eczemas e distúrbios musculares.

Devido à sua riqueza em compostos fenólicos, ainda que a sua constituição varie de acordo com a espécie, origem e parte da planta. 

Existe evidência crescente de que as agulhas de pinheiro podem exercer efeitos antioxidantes, antimutagénicos e antiproliferativos das células cancerígenas. A casca, por sua vez, tem sido usada na medicina tradicional há mais de 2.000 anos como suplemento nutricional e remédio fitoquímico, podendo também conter ativos (pycnogenol e flavangenol) com capacidade anticancerígena.

Os seus óleos essenciais são ricos em compostos ativos com atividade biológica, nomeadamente o α-pineno, que parece ter atividade antifúngica, o que se revela especialmente importante em pacientes com a função imune comprometida. 

Para além disto, têm então aplicação na medicina tradicional devido à sua atividade antimicrobiana, analgésica, sedativa, anti-inflamatória, espasmolítica e anestésica local. Causam irritação do epitélio respiratório por estimulação direta das células secretoras e simultaneamente aceleram o movimento ciliar do epitélio, apresentando desta forma uma ação expetorante. Ação especialmente importante em caso de constipações, rinite e sinusite.

Bibliografia

1. Pyhäjärvi T, Kujala ST, Savolainen O. 275 years of forestry meets genomics in Pinus sylvestris. Evol Appl. 2020. doi:10.1111/eva.12809
2. Hoai N, Duc H, Thao D, Orav A, Raal A. Selectivity of Pinus sylvestris extract and essential oil to estrogen-insensitive breast cancer cells Pinus sylvestris against cancer cells. Pharmacogn Mag. 2015. doi:10.4103/0973-1296.166052
3. Ghaffari T, Kafil HS, Asnaashari S, et al. Chemical Composition and Antimicrobial Activity of Essential Oils from the Aerial Parts of Pinus eldarica Grown in Northwestern Iran. Molecules. 2019. doi:10.3390/molecules24173203
4. Scalas D, Mandras N, Roana J, et al. Use of Pinus sylvestris L. (Pinaceae), Origanum vulgare L. (Lamiaceae), and Thymus vulgaris L. (Lamiaceae) essential oils and their main components to enhance itraconazole activity against azole susceptible/not-susceptible Cryptococcus neoformans strains. BMC Complement Altern Med. 2018. doi:10.1186/s12906-018-2219-4
5. Kurti F, Giorgi A, Beretta G, et al. Chemical composition, antioxidant and antimicrobial activities of essential oils of different Pinus species from Kosovo. J Essent Oil Res. 2019:1-13. doi:10.1080/10412905.2019.1584591
6. Franova S, Nosalova G, Mokry J. Phytotherapy of cough. Adv Phytomedicine. 2006. doi:10.1016/S1572-557X(05)02007-6

A Laranjeira Amarga ou de Sevilha (Citrus aurantium), é uma árvore citrina com cerca de 5 metros e flores brancas perfumadas, originária do este de África e Síria e cultivada em Espanha, Itália e América do Norte. A sua composição química é responsável pelos seus efeitos promotores de saúde, apresentando elevado teor em vitaminas, minerais, compostos fenólicos flavonoides e terpenoides.

Tradicionalmente, a C. aurantium tem sido usada pela medicina alternativa em alguns países, para tratar ansiedade, insónia e como anticonvulsivo, devido ás sua suposta ação depressora sobre o sistema nervoso central. Num estudo de modelo de ansiedade, foi capaz de melhorar o tempo de sono induzido por barbitúricos e este efeito sedativo foi concordante em modelo animal.

Tem também sido sugerido que tem efeito hipotensor, analgésico, anti-inflamatório, antiespasmódico, carminativo, digestivo e diurético.1⁠ Devido à abundância em metabolitos secundários, óleos essenciais e fitoconstituintes, tem múltiplo potencial terapêutico como citotóxico, ansiolítico, antiobesidade, antibacteriano, antioxidante e antidiabético.

Bibliografia

1. Mannucci C, Calapai F, Cardia L, et al. Clinical pharmacology of citrus aurantium and citrus sinensis for the treatment of anxiety. Evidence-based Complement Altern Med. Published online 2018:1-18. doi:10.1155/2018/3624094
2. Suntar I, Khan H, Patel S, Celano R, Rastrelli L. An overview on citrus aurantium L.: Its functions as food ingredient and therapeutic agent. Oxid Med Cell Longev. Published online 2018. doi:10.1155/2018/7864269
3. Akhlaghi M, Shabanian G, Rafieian-Kopaei M, Parvin N, Saadat M, Akhlaghi M. Citrus aurantium Blossom and Preoperative Anxiety. Brazilian J Anesthesiol. 2011;61(6):702-712. doi:10.1016/s0034-7094(11)70079-4

A Alteia (Althaea officinalis) é uma planta medicinal originária da Ásia Ocidental e Europa, sendo utilizada há séculos no tratamento da tosse e outros problemas respiratórios. Os seus principais constituintes são polissacarídeos de mucilagem, pectinas, amido, mono-, e di-sacarídeos, flavonóides, ácidos fenólicos, cumarinas, fitoesteróis, taninos, gorduras, aminoácidos, asparagina e glicina betaína. Devido às suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes é utilizada na dor de garganta, laringite, amigdalite e tosse seca e irritativa, como agente imunoestimulante. Por ser mucilaginosa, é particularmente útil para acalmar e proteger membranas mucosas irritadas ou inflamadas, formando um filme protetor, nomeadamente nas vias respiratórias superiores que levam ao reflexo da tosse irritativa, sendo por isso indicada como antitússica.

Bibliografia

1. Bonaterra GA, Bronischewski K, Hunold P, et al. Anti-inflammatory and Anti-oxidative Effects of Phytohustil® and Root Extract of Althaea officinalis L. on Macrophages in vitro. Front Pharmacol. 2020.
2. Ali Shah SM, Akhtar N, Akram M, et al. Pharmacological activity of althaea officinalis L. J Med Plant Res. 2011.
3. Al-Snafi AE. The Pharmaceutical importance of Althaea officinalis and Althaea rosea: A review. Int J PharmTech Res. 2013.
4. Franova S, Nosalova G, Mokry J. Phytotherapy of cough. Adv Phytomedicine. 2006.
5. Mahboubi M. Marsh Mallow (Althaea officinalis L.) and Its Potency in the Treatment of Cough. Complement Med Res. 2020.

Cetraria islandica é um líquen, organismo que resulta de uma simbiose entre uma alga e um fungo, e que recolhe os seus nutrientes do ambiente, sendo, por isso, facilmente contaminados. É abundante na zona do Ártico e nas regiões montanhosas dos países do norte, como a Islândia.

Tradicionalmente, o líquen da Islândia era usado para tratar inflamações ligeiras da mucosa oral e faríngea, dispepsia e falta de apetite. Na medicina popular europeia era usada também no tratamento de determinados cancros, já que o ácido protoliquesterínico, uma substância isolada do líquen, inibe o crescimento de linhagens de células malignas.

O componente químico principal presente no líquen da Islândia é um tipo de amido chamado de lichenina. Quando este composto é fervido, dá origem a uma mucilagem que é particularmente calmante para as mucosas nasais e respirtatórias irritadas, sendo por isso utilizado ainda hoje tal como era na medicina tradicional. Contém também polissacarídeos complexos que têm efeitos imunoestimulantes e que são especialmente úteis para acalmar o catarro e a tosse seca.

É também rico em metabolitos secundários, os ácidos de líquen, que demonstram uma grande variedade de atividades biológicas, que incluem: antibiótica, antimicobacteriana, antiviral, anti-inflamatória, analgésica, antipirética,  antiproliferativa, tendo ainda efeitos citotóxicos.

Bibliografia

1. WebMD. Iceland Moss. WebMD website. https://www.webmd.com/vitamins/ai/ingredientmono-516/iceland-moss
2. Zambare VP, Christopher LP. Biopharmaceutical potential of lichens. Pharm Biol. 2012;50(6):778-798. doi:10.3109/13880209.2011.633089
3. European Medicines Agency. Lichen islandicus. EMA website. https://www.ema.europa.eu/en/medicines/herbal/lichen-islandicus

Avaliações

Ainda não existem avaliações.

Seja o primeiro a avaliar “Expovital”
Carrinho de Compras
Nós sabemos! É uma chatice. Infelizmente este produto não está disponível mas se colocar o seu endereço de email abaixo e carregar no botão nós avisamos quando existir stock!
Expovital
34,00 
Scroll to Top