Eye Gel

Exclusivo Profissionais de Estética

Um bálsamo em gel com textura muito suave que confere à pele uma hidratação intensa e auxilia na regeneração e relaxamento das micro-rugas.

Quantidade: 30 ml

Informações Complementares

Aplicar de manhã e à noite depois de limpar bem o rosto, batendo com as pontas dos dedos do canto interno do olho para o externo e na pálpebra superior, até completa absorção.

Aqua, Dicaprylyl Carbonate, Hexyldecanol, Hexyldecyl Laurate, Cetearyl Isononanoate, Simmondsia Chinensis Seed Oil, Sodium Polyacrylate, Sodium Carboxymethyl Betaglucan, Malva Sylvestris Flower/Leaf/Stem Extract, Ceratonia Síliqua Gum, Aloe Barbadensis Leaf Juice Powder, Sodium Ascorbyl Phosphate, Panthenol, Tocopheryl Acetate, Phenoxyethanol, Cetearyl Alcohol, Hydroxypropyl Cyclodextrin, Ceteareth-20, Glycerin, Glyceryl Stearate, Propylene Glycol, Ethylhexylglycerin, Parfum, Ceteareth-12, Cetyl Palmitate, Limonene, Citral, Citric Acid, Linalool.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorrecções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de cosméticos e suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer directamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

Um dos ativos mais utilizados na indústria cosmética, a vitamina C atua como um poderoso antioxidante, neutralizando os radicais livres que causam o envelhecimento da pele. O nutriente não apenas previne e minimiza rugas e linhas finas, como também reduz cicatrizes, aumenta a hidratação natural e estimula a produção de colagénio e elastina, melhorando a firmeza e combatendo a flacidez.

Tem a capacidade de incentivar a renovação celular. A consequência desta ação é a uniformização da textura e da tonalidade da pele, uma vez que o excesso de melanina é eliminado. Ela neutraliza os radicais livres – moléculas que, quando em excesso, atacam as células saudáveis, causando envelhecimento precoce. Atua como um filtro que impede a radiação solar de alcançar a pele. A melanina é a proteína responsável pelo aumento da pigmentação. Uma vez que a Vitamina C inibe a formação da mesma, contribuindo para uma pele com menos manchas.

Bibliografia

1. Farris PK. Cosmetical Vitamins: Vitamin C. In: Draelos ZD, Dover JS, Alam M, editors. Cosmeceuticals. Procedures in Cosmetic Dermatology. 2nd ed. New York: Saunders Elsevier; 2009. pp. 51–6.
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3. Geesin J, Darr D, Kaufman R, Murad S, Pinnell S. Ascorbic acid specifically increases type I and type III procollagen messenger RNA levels in human skin fibroblast. The Journal of Investigative Dermatology. 1988;90:420-424
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Com alto poder antioxidante, a vitamina E contribui para aumentar a defesa da pele contra os radicais livres e as agressões externas, como a poluição, a radiação solar, as mudanças bruscas de temperatura, entre outros. Além do efeito fotoprotetor, também atua na hidratação, sendo um ótimo aliado para tratar peles sensíveis e prevenir o envelhecimento precoce.

Promove a integridade da pele e mantém as paredes celulares, aumentando a sua firmeza. Por isso, pode prevenir o envelhecimento precoce e o surgimento de rugas, melhora a cicatrização e algumas condições de pele. Combate o stress oxidativo e os radicais livres, restaurando as propriedades humidificantes naturais da pele diminuindo a perda transdérmica da água.

Bibliografia

1. Pekiner BD. Vitamin E as an antioxidant. J Fac Pharm, Ankara. 2003;32(4):243-267
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Para a pele tem sido reconhecido como altamente benéfico por dermatologistas já que para a rotina de skincare é capaz de fornecer hidratação, efeito calmante e melhorar a textura da pele.
O pantenol também é chamado de pró-vitamina B5 e é uma forma de vitamina B5, naturalmente encontrada na pele e no cabelo.

Na verdade, a forma biologicamente ativa do pantenol, o ácido pantotênico, existe em todas as células vivasuma vez que é essencial para o metabolismo.

O pantenol como ingrediente cosmético tem muitos usos e sua eficácia tem sido verificada por especialistas que incluem uma capacidade eficaz de hidratação, efeito calmante e aumento da aparência da elasticidade da pele.

É um humectante, o que significa que é um agente hidratante que atrai água para a camada externa da pele (estrato córneo), de níveis mais profundos e do ar e, ao hidratar essa camada da pele, o pantenol exerce um efeito revitalizante que resulta numa pele mais suave e macia.

Melhora a função de barreira da pele o que ajuda a manter a integridade retendo a sua humidade logo é recomendado o seu uso em peles sensíveis e também pode fornecer suporte na redução da aparência do envelhecimento.

Bibliografia

1. Camargo, F., Gaspar, L. and Pm, M. (2011) “Skin moisturizing effects of panthenol-based formulations.”, Journal of Cosmetic Science, p.
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A Aloé Vera (Aloe barbadensis) é uma planta suculenta conhecida pelas suas propriedades medicinais e aplicações terapêuticas, e cuja análise química revela mais de 200 substâncias biologicamente ativas. Com um elevado conteúdo em água (>99%), contém ainda vitaminas hidro e lipossolúveis (A, B, C, E), minerais (Na, K, Ca, Mg, P, Fe, Cu, Zn, Al, Mn), enzimas, aminoácidos (essenciais), proteínas, lípidos, compostos fenólicos, orgânicos e inorgânicos e polissacarídeos (maioritariamente glucomananos) aos quais são atribuídos muitos dos seus benefícios.

Apresenta propriedades cicatrizantes e reparadoras da pele, antioxidantes, imunomoduladoras, anti-inflamatórias, antimicrobianas, antidiabéticas e hipoglicemiantes, hipolipidémicas, antialérgicas, antitumorais, antirretrovirais, antiartríticas e antireumatóides, hepatoprotetoras e gastroprotetoras, contribui para a manutenção da saúde oral e do sistema imunitário, sendo também muito utilizada no tratamento da obstipação e outros distúrbios gastrointestinais.

Os seus subprodutos, que incluem o latex ou o sumo, são usados pelo seu efeito laxante devido ao seu conteúdo em glicosídeos C, barbaloína e isobarbaloína.

O gel, proveniente da polpa, é utilizado topicamente para auxiliar em variadas afeções da pele, tal como na cicatrização de feridas, queimaduras, irritações/eczema e inflamação. Para além disso, o consumo do gel tem ainda um efeito profilático e regenerador de lesões gastrointestinais como úlceras, e no cólon irritável, sendo que a sua ação anti-inflamatória poderá ter efeito terapêutico relevante em doença intestinal inflamatória. Os seus polissacarídeos demonstraram ativar macrófagos, adjuvar a produção de anticorpos e aumentar a libertação de citocinas, notando-se uma restauração da resposta imune celular com o consumo do gel de Aloé, sugerindo um efeito imunoprotetor. 

A folha inteira, ou seja, o extrato da folha que combina ambos os componentes do Aloé – o gel e o latex, é ainda usado pelas suas propriedades terapêuticas no tratamento de diversas doenças, sendo que, recentemente, tem vindo a ser estudado no tratamento do cancro, SIDA e diabetes mellitus.

Bibliografia

1. WebMD: Aloe barbadensis [Internet]. Available from: http://www.webmd.com/vitamins-supplements/ingredientmono-607-aloe.aspx?
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3. Presser KA, Ratkowsky DA, Ross T. Modelling the Growth Rate of Escherichia coli as a Function of pH and Lactic Acid Concentration. Applied and Environmental Microbiology. 1997; Vol. 63, No. 6, p. 2355–2360.
4. WebMD – Papaya [Internet]. Available from: https://www.webmd.com/vitamins/ai/ingredientmono-488/papaya.
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6. Cunha AP, Teixeira F, Silva AP, Roque OR. Plantas na Terapêutica – farmacologia e ensaios clínicos; 2nd ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2010; p.253.
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10. Cunha AP, Silva AP, Roque OR. Plantas e Produtos vegetais em Fitoterapia – Papaia; 4th ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 2012; p.516.
11. Talbott SM, Hughes K. Suplementos Dietéticos para Profissionais de Saúde. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. 2008; p.253-256.
12. Radha MH, Laxmipriya NP. Evaluation of biological properties and clinical effectiveness of Aloe vera: A systematic review. Journal of Traditional and Complementary Medicine. 2015.
13. Boudreau MD, Beland FA. An evaluation of the biological and toxicological properties of Aloe barbadensis (Miller), Aloe vera. Journal of Environmental Science and Health – Part C Environmental Carcinogenesis and Ecotoxicology Reviews. 2006.

Contém vitamina A e C, sendo um poderoso antioxidante que evita o envelhecimento precoce da pele. Também contribui para a produção de colagénio, ajudando a manter a pele firme e saudável.

Tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, ele é um excelente ingrediente para melhorar a aparência de vermelhidão e outros sinais de pele sensível.

O betaglucano possui propriedades incríveis para a pele, pois é um poderoso agente de renovação de células da pele e tem como principal objetivo recrutar as células que ajudam a curar a pele.

 

 

Tem como principais benefícios:

  • eficaz no tratamento da pele comprometida e danificada pelos raios solares UVA e UVB;
  • possui ação humectante que bloqueia a humidade para ajudar a suavizar linhas finas e rugas;
  • proporciona a máxima hidratação para a pele e bloqueia a umidade da barreira cutânea;
  • é uma fonte de fibra solúvel, e pesquisas sugerem que pode melhorar as condições da pele, como eczema, escaras, feridas e queimaduras;
  • auxilia na prevenção da acne;
  • incentiva o reparo, a hidratação e aumenta sua imunidade interior e barreira externa;
  • auxilia na produção de elastina, retardando o envelhecimento da pele.

Bibliografia:

1. Qu, Ming, et al. “β-Glucans: Relationships between modification, conformation and functional activities.” Molecules 18.2 (2013): 1565-1600.
2. Kanagasabai, Ragu, and Yan Zhang. “Beneficial effects of polysaccharides on gut microbiota and immune response: A novel alternative for gut microbiota modulation.” Carbohydrate Polymers 227 (2020): 115360.
3. Park, Kyungho, et al. “A randomised, double-blind, placebo-controlled trial of a β-glucan-enriched functional food in the prevention of chemotherapy-induced mucositis and neutropenia.” Journal of Supportive Oncology 10.5 (2012): 241-249.
4. Kim, Sun Young, and Hyeok Jin Ko. “Extraction of β-glucan from Saccharomyces cerevisiae: Comparison of different extraction methods and in vivo assessment of immunomodulatory effect.” Biological and Pharmaceutical Bulletin 27.6 (2004): 931-935.
5. Surinchak, John, Blythe Alpert, and Svetlana W. Digel. “Antioxidant activity and sun protection factor of selected fragrances.” International Journal of Cosmetic Science 23.1 (2001): 1-10.

O óleo de jojoba é extraído da planta Simmondsia chinensis (nome científico), que é um tipo de arbusto popularmente chamado de jojoba. Ela é nativa da América do Norte, sendo encontrada nos desertos de Mojave e Sonora, no Arizona, na Califórnia e no México. O fruto dado pela jojoba é parecido com um feijão, esverdeado e oval que apresenta sementes em seu interior.

A partir do grão da jojoba é possível extrair o óleo. A produção do óleo do grão de jojoba é um conhecimento desenvolvido pelos povos nativos americanos, que usavam o óleo para tratar ferimentos e problemas na pele.

O óleo de jojoba é composto por vitaminas A, B1, B2 e E, ácido mirístico. Porém, sua composição é quase que exclusivamente dada pela ceramida, presente em 96% do óleo.

A ceramida é um lipídio composto por um álcool insaturado e uma longa cadeia de ácidos graxos ligados a uma amida. A ceramida é um importante composto do estrato córneo da epiderme, que é responsável pela barreira de permeabilidade da pele. Ela evita a penetração de agentes danosos do meio ambiente e a perda transepidermal de água, mantendo a pele hidratada. Assim, proporciona-se um potente aumento da capacidade de retenção hídrica da pele, contribuindo para a hidratação e suavidade.

Além das propriedades emolientes e umectantes da ceramida, a vitamina E presente no óleo confere efeito antioxidante. O ácido mirístico, por sua vez, proporciona ação anti-inflamatória e protege de irritações.

Bibliografia

1. Tisserand, Robert; Young, Rodney. Essential Oil Safety: second edition. Londres: Elsevier, 2014.
2. Amaral, Fernando. Técnicas de Aplicação de Óleos Essenciais: Terapias de saúde e beleza. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
3. Baldoux, Dominique. O Grande Manual da Aromaterapia de Dominique Baudaux. Belo Horizonte: Editora Laszlo, 2018.
4. Lavabre, Marcel. Aromaterapia: a cura pelos óleos essenciais. Belo Horizonte: Editora Laszlo, 2018.

A malva é uma planta medicinal da espécie Malva sylvestris, rica em compostos fenólicos e flavonoides, com propriedades antioxidantes, antimicrobianas e anti-inflamatórias, podendo ser usada para aliviar a congestão nasal, combater e prevenir infecções, principalmente na boca, e aliviar os sintomas de doenças de pele, por exemplo.

A malva possui propriedade antioxidante, anti-inflamatória, antisséptica e antimicrobiana, sendo popularmente utilizada para:

Tosse com catarro, bronquite, candidíase oral, estomatite, aftas, faringite, laringite, dor de garganta, prisão de ventre, colite, gastrite, úlceras no estômago, abscessos e úlceras na pele, furúnculos, picada de insetos, dermatite ou queimaduras.

Bibliografia

1. Costa Eronita. Nutrição & Fitoterapia. 2º. Brasil: Vozes Ltda, 2011. 198-199.
2. Grandi, Telma Sueli Mesquita. Tratado das Plantas Medicinais: mineiras, nativas e cultivadas. 1ed. Minas Gerais: Adaequatio Estudio, 2014. 782-783.
3. Moura, Maria F.. Segredos e virtudes das plantas que curam. 1.ed. Lisboa: Seleções, 2011. 130.
4. Iburg, Anne. O guia das plantas medicinais: ingredientes, efeitos medicinais e aplicações: Feno-grego. 1.ed. Caracter, 2010. 148-149.
Schmidit, I. O Léxico das Plantas Medicinais. 1ed. Dinalivro, 2007. 158-161.
5. Ministério da Saúde e Anvisa. Monografia da espécie Malva sylvestris L. (malva). 2015. Disponível em: <https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/setembro/11/Monografia-Malva.pdf>. Acesso em 13 out 2021
6. Ecker, Ana Carolina L.; Martins, Iuri S.; Kirsch, Laura et al. Efeitos benéficos e maléficos da Malva sylvestris. J Oral Invest. Vol 4. 1 ed; 39-43, 2015

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