Firming Cream

39,00 

Um produto de última geração ideal para restaurar o tom e a firmeza da pele. A formulação exclusiva torna este creme extraordinariamente eficaz em reafirmar os tecidos deixando a pele mais firme e tonificada. Os mais de 80% de ativos garantem a sua eficácia em apenas algumas aplicações. Graças à alta concentração do DMAE é capaz de proteger as fibras de colagénio durante a gravidez evitando as estrias. Restaura as fibras de colagénio danificadas e trata eficazmente as estrias desde a adolescência. Indicado para grávidas.

Apresentação: frasco airless de 200 ml

REF: 1580 COSMO Categorias: , ,

Informações Complementares

Aplicar o produto e massajar até total absorção. Para melhores resultados utilizar em conjunto com o Enzypeel Body Exfoliator.

Hamamelis virginiana (Witch hazel) distillate, Ethylhexyl stearate, Glyceryl stearate, Sucrose Stearate, Olea europaea oil unsaponifiables, Ethylhexylglycerin, Butyrospermum Parkii (Shea) butter, Persea gratissima (Avocado) oil, Cetyl alcohol, Aqua (Water), Dimethyl MEA, Maltodextrin, Phosphatidylcholine, Acetylhexapeptide-8, Ubiquinone, Pentapeptide-18, Xanthan gum, Sodium Lauryl Lactylate, Glycerin, Caprylyl glycol, Ceramide NP, Piper nigrum (Pepper) seed extract, Phytosphingosine, Cholesterol, Ceramide AP, Carbomer, Phenoxyethanol, Parfum (Fragrance), Ceramide EOP, Tetrasodium glutamate diacetate, Citric acid.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de cosméticos e suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

O abacate (Persea americana), é um fruto nativo do México e América Central, e distingue-se dos demais frutos, por ser pobre em hidratos de carbono e rico em lípidos, nomeadamente, em ácidos gordos monoinsaturados (MUFA). 

Vários estudos têm demonstrado que os consumidores de abacate apresentam níveis mais elevados de colesterol HDL sérico, menor risco de desenvolver síndrome metabólica, para além de contribuir para o controlo de peso, IMC (índice de massa corporal) e perímetro da cintura. Os efeitos positivos no perfil lipídico dos consumidores de abacate, poderão traduzir-se em benefícios ao nível da saúde cardiovascular. Isto deve-se não só ao seu conteúdo em MUFA, mas também à sua riqueza em fibras dietéticas (cerca de 6,8%) e fitoesteróis que poderão ter um papel secundário na redução do colesterol total. Em súmula, pode afirmar-se que o consumo de abacate tem potencial para diminuir os fatores de risco modificáveis de doença cardiovascular, nomeadamente, excesso de peso, hiperlipidémia, inflamação, pressão arterial e glicose sérica elevadas, hiperinsulinémia, síndrome metabólica e consumo de gorduras saturadas.

Para além de estar associado a melhor qualidade da dieta, o consumo de abacate contribui para o aumento no aporte de nutrientes importantes, nomeadamente de magnésio, vitamina A, C, E, K e vitaminas do complexo B. O magnésio está associado à saúde cardiovascular, assim como o potássio e a luteína, contribuindo para o controlo da pressão arterial e do stress oxidativo. O abacate promove, ainda, o aumento da absorção de alguns fitonutrientes bioativos lipossolúveis presentes noutros alimentos, como os carotenoides, que se acumulam no cérebro e nos olhos, contribuindo desta forma para a preservação destas estruturas. Os compostos ativos do abacate demonstram, portanto, efeitos positivos na prevenção e tratamento do stress oxidativo e de doenças degenerativas relacionadas com a idade. 

Quando aplicado diretamente na pele, o óleo de abacate tem como função a manutenção do filme hidrolipídico e a regeneração do tecido cutâneo, pela sua capacidade de aumentar a síntese de colagénio, muito importante em peles secas, danificadas e gretadas.

Bibliografia

1. Dreher ML, Davenport AJ. Hass Avocado Composition and Potential Health Effects. Crit Rev Food Sci Nutr. 2013; 53(7):738-750.
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7. Lin TK, Zhong L, Santiago JL. Anti-inflammatory and skin barrier repair effects of topical application of some plant oils. Int J Mol Sci. 2018.

É um peptídeo com efeito semelhante à toxina botulínica e é capaz de bloquear temporariamente a condução de um impulso na sinapse neuromuscular, reduzindo a força de contração do músculo e evitando a formação de dobras na área de trabalho desse músculo.

Assim, as linhas finas e rugas são suavizadas. As rugas mais profundas são gradualmente corrigidas, a qualidade da pele melhora e a sua aplicação torna a pele visivelmente rejuvenescida.

O ativo oferece segurança na aplicação, mantendo a naturalidade da expressão da face, além de restaurar o tônus cutâneo. É composto por aminoácidos como o ácido glutâmico, metionina e arginina. Possui ação dermorelax, pois modula a tensão facial, reduz as rugas de expressão e estimula a síntese de fibroblastos, retardando o envelhecimento cutâneo. Esse relaxamento promovido por Argireline se dá pela inibição da ação das enzimas que provocam as contrações na pele, dando a propriedade de botox em creme.

Bibliografia:

1. Dr. Senen Vilaro (2005) ”Study on anti-wrinkle effect of Argireline by confocal profilometry techniques” Advancell, advanced in vitro cell technologies. Ref: CT441a
2. Du, L., & Song, J. (2015). A new anti-wrinkle hexapeptide, acetyl hexapeptide-8 (Argireline), against the aggregation of reduced human hemoglobin and its free radical scavenging effect. International Journal of Biological Macromolecules, 81, 645-652.
3. Draelos, Z. D., & Marenus, K. D. (2007). A double-blind, placebo-controlled evaluation of a 4% acetyl hexapeptide-3 (Argireline) topical solution in the treatment of moderate to severe forehead lines. The Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology, 3(5), 22-26.

As ceramidas são lípidos (óleos) que se encontram naturalmente na pele e constituem mais de 50% da sua composição. Por serem a parte mais abundante da pele, são essenciais para sustentar a barreira cutânea; essencialmente mantendo a pele unida e protegendo-a contra a desidratação, sinais de sensibilidade e agressões externas.

Para entender melhor as ceramidas, pense no seu estrato córneo (a camada mais externa da epiderme), como uma estrutura protetora semelhante a uma parede de tijolo. É composto por corneócitos (tijolos) mantidos num lugar por uma proporção definida de lípidos intercelulares, compostos por ceramidas, colesterol e ácidos gordos (cimento).

É por isso que as ceramidas são uma parte essencial para ter e manter uma pele bonita e com uma aparência jovem. A aplicação de ceramidas diretamente na pele protege a barreira cutânea e retêm a hidratação, para uma pele novamente luminosa e hidratada.

Bibliografia

1. Coderch, L., et al. (2003). Ceramides and Skin Function. American Journal of Clinical Dermatology, 4, pp. 107-129
2. Hon, K. L., Leung, A. K. C. e Barankin, B. (2013). Barrier Repair Therapy in Atopic Dermatitis: An Overview. American Journal of Clinical Dermatology, 14, pp. 389-399
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4. Uchida, Y. (2014). Ceramide signaling in mammalian epidermis. Biochim Biophys Acta, 1841, pp. 453-462
5. Young, S. A., et al. (2012). Sphingolipid and Ceramide Homeostasis: Potential Therapeutic Targets. Biochemistry Research International, 2012, pp. 248135-248147

O DMAE, também conhecido como Dimetilaminoetanol, é uma substância encontrada em alguns peixes, como anchova, sardinha e salmão. É um ativo aliado nos tratamentos de rejuvenescimento da pele.

Ao longo dos anos, a produção de acetilcolina no organismo vai diminuindo. Isso leva à perda de tonificação dos músculos no corpo, resultando na flacidez e contribuindo para o envelhecimento.

O DMAE age como precursor da acetilcolina no organismo. Estimulando o efeito tensor na pele, combatendo assim a flacidez, o envelhecimento da pele, promove um efeito lifting e ameniza as rugas e linhas de expressão.

Com o uso contínuo, de 3 a 6 meses, os resultados são muito mais duradouros, melhorando significativamente a flacidez da região dos olhos e sobrancelha e a rugosidade da pele. Proporcionando maior firmeza e elasticidade.

Bibliografia:

1. Malanga, G., Aguiar, M. B., Martinez, H. D., & Puntarulo, S. (2012). New insights on dimethylaminoethanol (DMAE) features as a free radical scavenger. Drug Metabolism Letters, 6(1), 54–59.
2. Mirza, R., Sharma, S., & Sharma, R. (2011). Amino acid 2-dimethylaminoethanol (DMAE) affects neuronal excitability in Aplysia neurons. Brain Research, 1369, 71-78.
3. Perricone, N. V. (2002). The topical use of DMAE produces a brief and subtle facelift effect. Journal of Dermatological Treatment, 13(4), 173-177.
4. Gancevici, G. G., & Querstret, J. M. (2016). The use of DMAE as an active ingredient in cosmetics for the treatment of deep facial lines. Clinical, Cosmetic and Investigational Dermatology, 9, 389-395.

 

A fitoesfingosina está presente no estrato córneo como um dos constituintes principais das ceramidas, que age na defesa natural da pele, protegendo-a contra as agressões físicas, químicas e biológicas, além de impedir a perda de água transepidérmica.

Tem propriedades anti-inflamatória, antimicrobiana e hidratante, tratando a epiderme de forma suave, natural e sem riscos de hipersensibilidade.

Bibliografia

1. Coderch et al., Ceramides and skin function. Am J Clin Dermatol. 2003;4(2):107-29.
2. van Smeden et al., The important role of stratum corneum lipids for the cutaneous barrier function. Biochim Biophys Acta. 2014 Mar;1841(3):295-313.
3. Wartewig et Neubert, Properties of ceramides and their impact on the stratum corneum structure: a review. Part 1: ceramides. Skin Pharmacol Physiol. 2007;20(5):220-9.

É um fosfolipídio derivado da lecitina de soja que, pela sua propriedade para solubilizar gorduras, é usado há anos no tratamento da hipercolesterolemia.

Naturalmente abundante nas membranas celulares, a fosfatidilcolina decompõe a gordura armazenada nas células de gordura (adipócitos). A solução lipolítica da fosfatidilcolina emulsiona a gordura, permitindo que ela seja absorvida na corrente sanguínea e transportada.

 

Bibliografia:

1. Binic I, Lazarevic V, Ljubenovic M, Mojsa J, Sokolovic D. “Skin ageing: natural weapons and strategies.” Evid Based Complement Alternat Med. 2013;2013:827248.
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3. Baroli B. “Penetration of nanoparticles and nanomaterials in the skin: fiction or reality?” J Pharm Sci. 2010;99(1):21-50.
4. Madison KC. “Barrier function of the skin: “la raison d’être” of the epidermis.” J Invest Dermatol. 2003;121(2):231-41.

A hamamélia (Hamamelis virginiana) é um arbusto proveniente da América do Norte, rica em taninos e flavonoides. A presença destas substâncias conferem-lhe importantes propriedades ao nível do tratamento dos distúrbios circulatórios. Os taninos são responsáveis pela ação venotónica, ou seja, ativam o fluxo sanguíneo devido ao aumento da contração dos vasos, veias e capilares. A presença de flavonoides explica os efeitos vasoprotetores sobre a microcirculação, sendo responsáveis pelo aumento da resistência de pequenas veias e capilares e pela diminuição da permeabilidade capilar, da qual resulta o edema e inflamação.⁠

Os extratos e destilados da casca da hamamélia são extensamente utilizados em dermocosmética, no tratamento de eczema atópico, pele irritada e queimadura solar e na promoção da cicatrização via efeito anti-inflamatório.⁠ As folhas e casca de hamamélia contêm cerca de 10% de taninos que contribuem para as suas propriedades adstringentes e demonstram efeito em lesões oxidativas induzidas por radicais.

Os polifenóis da planta demonstraram ainda ter elevada atividade antioxidante e efeito inibitório de determinadas enzimas, com potencial benefício no processo de cicatrização de feridas e na proteção da parede das veias e capilares.

Bibliografia

1. Narayana KR, Reddy MS, Chaluvadi MR, Krishna DR. Bioflavonoids classification, pharmacological, biochemical effects and therapeutic potential. Indian J Pharmacol. 2001;33(1):2-16.
2. Deters A, Dauer A, Schnetz E, Fartasch M, Hensel A. High molecular compounds (polysaccharides and proanthocyanidins) from Hamamelis virginiana bark: Influence on human skin keratinocyte proliferation and differentiation and influence on irritated skin. Phytochemistry. 2001;58:949-958. doi:10.1016/S0031-9422(01)00361-2
3. Thring TS, Hili P, Naughton DP. Antioxidant and potential anti-inflammatory activity of extracts and formulations of white tea, rose, and witch hazel on primary human dermal fibroblast cells. J Inflamm. 2011;8:1-7. doi:10.1186/1476-9255-8-27
4. Daz-Gonzlez M, Rocasalbas G, Francesko A, Tourio S, Torres JL, Tzanov T. Inhibition of deleterious chronic wound enzymes with plant polyphenols. In: Biocatalysis and Biotransformation. ; 2012. doi:10.3109/10242422.2012.646676

Originária da África, a Karité (Butyrospermum parkii) é famosa pela manteiga extraída de seus frutos. Composta por uma mistura de ácidos graxos (Ácido Oleico; Ácido Esteárico; Ácido Palmítico; Ácido
Linoleico) e por uma fração insaponificável composta por tocoferóis, triterpenos, esteróides e hidrocarbonetos, a Manteiga de Karité possui várias propriedades que a tornam um princípio ativo bastante interessante para uso cosmético:

• Rica em Ácido Cinâmico, a Manteiga de Karité atua como um filtro solar natural, auxiliando na proteção da pele e dos cabelos contra a radiação UV (Pode ser usada para potencializar o efeito de
outros filtros);

• Por conter uma boa quantidade de Tocoferóis, a Manteiga de Karité tem propriedades antioxidantes;

• A Manteiga de Karité é um excelente emoliente, e tal como as gorduras vegetais, exerce uma ação protetora sobre a pele e os cabelos, prevenindo contra o ressecamento;

Além dessas propriedades, a Manteiga de Karité melhora o aspecto e a consistência das emulsões e proporciona um toque aveludado e uma agradável sensação de emoliência à pele.

Bibliografia

1. Batistuzzo, José Antônio de Oliveira. Formulário Médico Farmacêutico. 3°ed. São Paulo: Pharmabooks, 2006
2. Maanikuu, P.M.I., Peker, K. Medicinal and Nutritional Benefits from the Shea Tree – (Vitellaria Paradoxa). Journal of Biology, Agriculture and Healthcare, v. 7, n. 22, p. 51-57, 2017.
3. Maranz, S, Wiesman, Z. Influence of Climate on the Tocopherol content of Shea Butter. Journal of Agricultural an Food Chemistry, v. 52, n. 10, p. 2934-2337, 2004.

É o componente mais ativo dos óleos e é particularmente rico em fito esteróis e esqualano, que são essenciais para a constituição do filme hidrolipídico natural. Possui uma grande afinidade com o sebo da pele e realiza uma ação que estimula os processos regenerativos da derme e epiderme.

Tem propriedades hidratantes, antioxidantes, regeneradoras, protegem contra a radiação UV e o stress oxidativo, combatendo assim o envelhecimento cutâneo.

 

Bibliografia

1. Viola P, Viola M. Virgin olive oil as a fundamental nutritional component and skin protector. Clin Dermatol 2009;27:159-65
2. Danby SG, AlEnezi T, Sultan A, et al.. Effect of olive and sunflower seed oil on the adult skin barrier: implications for neonatal skin care. Pediatr Dermatol 2013;30:42-50
3. Katsuta Y, Iida T, Hasegawa K, et al.. Function of oleic acid on epidermal barrier and calcium influx into keratinocytes is associated with N-methyl D-aspartate-type glutamate receptors. Br J Dermatol 2009;160:69-74

Os peptídeos são blocos de construção fundamentais para as células da pele e, sem eles, a pele perderá a sua firmeza, elevação e textura suave. Devolvê-los à pele através de cosmecêuticos pode ajudar a reabastecer e restaurar a pele envelhecida à sua elasticidade e brilho.

O Leuphasyl® reduz a profundidade das rugas causadas pelas contrações dos músculos da expressão facial pois reduz a secreção de acetilcolina, responsável pela contracção muscular, deixando o músculo em repouso e atenuando as contracções reduzindo as rugas em mais de 11%.

Bibliografia:

1. Zhang, L; Falla, Timothy J. Cosmeceuticals and peptides. Clinics in Dermatology, v. 27, n. 5, p. 485–494, Sep. 2009.
2. Lima, T N; Moraes, C A P. Bioactive peptides: Applications and relevance for cosmeceuticals. Cosmetics, v. 5, n. 1, art. 21, 2018.
3. Dragomirescu, A.O.; Andoni, M.; Ionescu, D.; Andrei, F. The efficiency and safety of Leuphasyl-A botox-like peptide. Cosmetics, v. 1, n. 2, p. 75–81, 2014.

A Pimenta Preta (Piper nigrum L.) pertencente à família Piperaceae, é considerada como o “rei das especiarias” devido à sua enorme quota comercial no mercado global.

Além dos seus usos culinários, a utilização de P. nigrum é bem reconhecido na medicina popular em vários países, podendo ser considerada como potencial agente nutracêutico e farmacêutico.

O perfil biológico desta planta e os seus potenciais benefícios na saúde têm sido amplamente estudado pela comunidade científica.

A piperina é um alcaloide pungente presente nas sementes da Pimenta Preta, sendo considerado o seu principal princípio ativo e conferindo-lhe o seu sabor picante, além de lhe conferir alguns dos seus efeitos fisiológicos.

A literatura atual revela um vasto espetro de atividades biológicas da piperina, uma vez que estimula as enzimas digestivas do pâncreas, ajuda a inibir as reações de oxidação causados por radicais livres e aumenta a biodisponibilidade de uma série de drogas terapêuticas. Além disso, a piperina demonstrou ter atividades anti-inflamatórias em várias doenças inflamatórias, tais como a doença inflamatória intestinal, artrite, diabetes tipo 1 e cancro.

A piperina é capaz de modificar o metabolismo de suplementos e drogas, e também inibe as enzimas desintoxicantes de drogas. Isto aumenta tipicamente a biodisponibilidade de qualquer composto que normalmente seria destruído por estas enzimas. Isto pode ser benéfico para favorecer os efeitos positivos de alguns compostos como a curcumina ou o resveratrol.

A piperina tem muitos benefícios potenciais na prática clínica, sendo que vários estudos foram relatados na literatura sobre os efeitos da piperina em doenças crónicas, especialmente em animais. Estudos in vitro mostraram efeitos protetores da piperina contra danos oxidativos através da inibição dos radicais livres e redução da peroxidação lipídica, além de influenciar vantajosamente moléculas e enzimas antioxidantes em situações de stress oxidativo.

A Pimenta Preta e piperina também afetam o sistema gastrointestinal, apresentando efeito sobre a motilidade intestinal, propriedade antidiarreica, além de melhorar a capacidade de absorção de nutrientes.

Embora inicialmente existissem algumas controvérsias sobre a segurança de utilização da Pimenta Preta, estudos recentes estabeleceram a sua segurança em aditivos alimentares.

Em suma, a P. nigrum e os seus compostos bioativos parecem possuir importantes propriedades farmacológicas, incluindo antimicrobiana, antioxidante, anticancerígena, analgésica, anticonvulsiva, neuroprotetora, hipoglicemiante, hipolipidémica e anti-inflamatória.

Bibliografia

1. Takooree, H., Aumeeruddy, M. Z., Rengasamy, K. R. R., Venugopala, K. N., Jeewon, R., Zengin, G., & Mahoomodally, M. F. (2019). A systematic review on black pepper (Piper nigrum L.): from folk uses to pharmacological applications. Critical Reviews in Food Science and Nutrition, 1–34. doi:10.1080/10408398.2019.1565489
2. Srinivasan, K. (2007). Black Pepper and its Pungent Principle-Piperine: A Review of Diverse Physiological Effects. Critical Reviews in Food Science and Nutrition, 47(8), 735–748. doi:10.1080/10408390601062054
3. Derosa, G., Maffioli, P., & Sahebkar, A. (2016). Piperine and Its Role in Chronic Diseases. Anti-Inflammatory Nutraceuticals and Chronic Diseases, 173–184. doi:10.1007/978-3-319-41334-1_8

A coenzima Q10 está presente de forma natural em todas as células do nosso corpo. Uma vez que é fundamental para a produção de energia, e como tal, é parcialmente responsável pelas funções básicas da pele – como os processos de regeneração, reparação e crescimento.

A coenzima Q10 (também chamada de ubiquinona) é uma substância semelhante a uma vitamina. Ocorre naturalmente em todas as células do corpo e tem um papel vital nestas. É essencial para a produção de energia e para o cumprimento das funções básicas da pele, como é o caso da reparação e da regeneração.

Ao ser a camada mais externa do nosso corpo, a pele acaba por estar constantemente exposta a vários fatores externos, como é o caso do stress oxidativo causado pelos raios UV. Para além disso, os processos internos podem libertar radicais livres. Estes causam danos celulares e aceleram os sinais de envelhecimento.

Assim, a sua utilização vai permitir obter os seguintes benefícios:

  • fornece a energia necessária à pele para que esta repare e regenere de forma natural;
  • dá energia à pele. À medida que a pele envelhece os níveis naturais da coenzima Q10 começam a diminuir. Uma vez que já não se consegue regenerar e reparar tão rapidamente, a pele acaba por ter um aspeto sem brilho e mais cansado;
  • ajuda a reduzir os danos provocados pelo sol;
  • ajuda à produção de colagénio;
  • ajuda a reduzir o aparecimento das rugas;
  • ajuda a unificar o tom da pele.

Bibliografia:

1. Conley, K. E. , Marcinek, D. J. , and Villarin, J. (2007) Mitochondrial dysfunction and age. Curr. Opin. Clin. Nutr. Metab. Care 10, 688–692.
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3. Blatt, T. and Littarru, G. P. (2011) Biochemical rationale and experimental data on the antiaging properties of CoQ(10) at skin level. Biofactors 37, 381–385.
4. Hoppe, U. , Bergemann, J. , Diembeck, W. , Ennen, J. , Gohla, S. , et al. (1999) Coenzyme Q10, a cutaneous antioxidant and energizer. Biofactors 9, 371–378.
5. Prahl, S. , Kueper, T. , Biernoth, T. , Wöhrmann, Y. , Münster, A. , et al. (2008) Aging skin is functionally anaerobic: importance of conenzyme Q10 for anti aging skin care. Biofactors 32, 245–255.
6. Winkler‐Stuck, K. , Wiedemann, F. R. , Wallesch, C. W. , and Kunz, W. S. (2004) Effect of coenzyme Q10 on the mitochondrial function of skin fibroblasts from Parkinson patients. J. Neurol. Sci. 220, 41–48.

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