Hepabom

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39,00 

Suplemento alimentar composto por plantas como a Alcachofra, Cardo Mariano, Boldo, Dente de Leão, Celidónia, Burututu e Rábano Negro.

Principais características dos ingredientes:
✔Promovem a protecção do fígado
✔ Potenciam a produção de bílis
✔ Limitam a formação de colesterol

⚠️ Atenção: Contém edulcorantes.

Apresentação: frasco de 250 ml

REF: F302026 Categorias: ,
IngredientesToma Diária: 20 ml
Tomas por embalagem: 12
%VRN
Alcachofra4ml**
Cardo Mariano4ml**
Dente-de-leão (taraxaco)3ml**
Boldo3ml**
Fumaria2ml**
Celidónia1,6ml**
Burututu1,6ml**
Rábano Negro1ml**
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Tomar 1 colher de sobremesa (10 ml) após as duas principais refeições (almoço e jantar), simples ou diluída em água.

Água Purificada; Edulcorante: Sorbitol; Extractos fluidos de: Cynara scolymus, Alcachofra (Planta); Silybum marianum, Cardo Mariano (Planta); Taraxacum officinale, Taráxaco (Raiz); Peumus boldus. Boldo (Folhas); Fumaria officinalis, Fumária (Planta); Chelidonium majus, Celidónia, (Raiz); Cochlospermum angolense, Brututu (Raiz); Raphanus sativa var. nigra, Rábano Negro (Raiz); Conservante: Sorbato de Potássio, Benzoato de Sódio.

Agitar antes de tomar. Não exceder a toma diária recomendada. O seu consumo excessivo pode ter efeitos laxativos. Ocasionalmente pode ocorrer efeito laxativo. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Devido à inexistência de estudos que confirmem a segurança de utilização em caso de gravidez e aleitamento, este suplemento não deve ser utilizado nestas situações, salvo indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças. Não recomendado em caso de desordens biliares ou doença hepática. Não recomendado em crianças e adolescentes de idade inferior a 18 anos. Contém edulcorantes.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorrecções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

O extrato de Alcachofra, a Cynara scolymus, comum na Europa central e do sul, tem sido utilizado tradicionalmente pelas suas atividades coleréticas (aumento da excreção de bílis e concentração em ácidos biliares) e hepatoprotetoras, associadas ao seu conteúdo em cinarinaluteolina e outros ácidos fenólicos e flavonóides.

Demonstrou diminuir significativamente os níveis de malondialdeído (MDA) alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) e aumentar a atividade da superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT) em lesões hepáticas, indicando efeitos hepatocurativos por redução da peroxidação lipídica e efeitos positivos na via de regulação de reparação de ADN. Esta atividade sugere que a alcachofra possa ser usada no tratamento de doenças hepáticas. De facto, sendo uma fonte de compostos fenólicos (cinarina, ácido ferrúlico), lactonas, flavonoides (luteolina), fitoesteróis (taraxasterol), inulina, fibras e minerais, o extrato de alcachofra exibe um amplo espetro de atividades: antimicrobiana, anti-inflamatória, colerética, hepatoprotetora, hipolipemiante, diurética, antioxidante e anticarcinogénica.

Numa série de ensaios clínicos, a alcachofra demonstrou que além de induzir melhorias nas enzimas hepáticas, era capaz de reduzir significativamente os níveis triglicéridos e colesterol. Os polifenóis presentes no extrato aquoso de alcachofra demonstram um evidente efeito hipolipedemiante e antiaterogénico, possivelmente ajudando a prevenir a aterosclerose atuando sobre o colesterol total, os triglicéridos, o LDL, as interleucinas (inibição de citocinas inflamatórias) e a proteína C reativa, contribuindo para minimizar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Bibliografia

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7. Wu P, Li L, Du GH. Ferulic Acid. Natural Small Molecule Drugs from Plants. 2018: 75-80.

O Cardo Mariano, cujo nome científico é Silybum marianum, é uma das plantas mais estudadas no trata­mento de doenças hepáticas. Tem um uso tradicional como alimento, tónico, galactogogo e em afeções endócrinas, digestivas e depressão.

Os principais compostos bioativos do Cardo Mariano são três flavonoides isómeros naturais, conhecidos no seu conjunto como Silimarina, e que estão concentrados sobretudo no fruto e nas sementes desta planta. A Silimarina atua como um antioxidante, ao reduzir a produção de radicais livres e a peroxidação lipídica, possui atividade antifibrótica e inibe a ligação de toxinas aos recetores membranares dos hepatócitos, atuando como um protetor hepático e um desintoxicante na­tural. As suas propriedades regeneradoras hepáticas devem-se à sua capacidade de induzir o aumento da síntese proteica nos hepatócitos, além de diminuir os níveis de malondialdeído (MDA) e aumentar significativamente a atividade antioxidante da gluta­tiona (GSH).

A silimarina tem sido muito utilizada no tratamento de distúrbios da vesícula biliar (colerético), doença hepática, cirrose, icterícia, hepatites virais agudas e crónicas e doenças hepáticas induzidas por toxinas. Para além disto, beneficia o sistema nervoso com efeitos neuroprotetores via mecanismos antioxidantes e anti-inflamatórios, bem como potencial antidepressivo.

As suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e pró-apoptóticas têm-se revelado muito úteis ao nível da cardio, neuro e hepatoproteção.

Tem vindo a demonstrar propriedades benéficas na proteção renal, capacidade hipolipemiante, atividade anti-aterosclerótica, e revelou-se útil na prevenção da resistência à insulina, especialmente em doentes cirróticos e oncológicos.

Bibliografia

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As plantas do género Taraxacum, conhecidas como Dente-de-Leão, têm sido utilizadas há muito pela medicina tradicional no tratamento de distúrbios gastrointestinais e hepáticos e pela sua atividade diurética. A sua composição inclui lactonas, flavonóides, cumarinas, ácidos fenólicos e seus derivados, triterpenos e esteróides. As lactonas sesquiterpénicas são responsáveis pelo aumento da produção de bílis, observado em estudos in vivo com dente-de-leão, apoiando assim o uso tradicional da planta como estimulante digestivo e colerético, o que facilita a digestão dos alimentos com elevado teor lipídico. Outras atividades biológicas do Dente-de-leão têm sido estudadas, tendo especial relevância a sua atividade diurética, hipoglicémica, imunomodeladora, antimicrobiana, anticancerígena e na saúde feminina.

Contém atividade anti-angiogénica, anti-inflamatória e anti-nociceptiva, através da inibição da produção de óxido nítrico e expressão da COX-2 e/ou da sua atividade antioxidante. Estudos sugerem que o extrato aquoso da raiz tem ação protetora contra a toxicidade induzida pelo álcool no fígado devido ao aumento do potencial antioxidante e diminuição da peroxidação lipídica.⁠

Estudos mais recentes associaram também este extrato a uma atividade inibitória sobre a lipase pancreática, dificultando a emulsão de gorduras e sua absorção a nível intestinal, o que sugere um interessante efeito anti-obesidade.

A Inulina, uma substância presente no Dente-de Leão, possui também interesse fisiológico, já que ao atingir a parte inferior do trato gastrointestinal, após a sua ingestão, é fermentada, aumentando a população bifidobacteriana do cólon, o que lhe confere uma ação prebiótica. Deste modo, vai assim regular a concentração de colesterol e absorção de minerais.

Bibliografia

1. Yarnell E, Abascal K. Dandelion (Taraxacum officinale and T mongolicum). Integr Med A Clin J. Published online 2009.
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5. Nowak A, Klimowicz A, Bielecka-Grzela S, Piechota M. [Inulin: a valuable nutritional component]. Ann Acad Med Stetin. Published online 2012.

O Boldo (Peumus boldus), é uma espécie arbórea, pertencente à família Monimiaceae e nativa das regiões central e sul do Chile, onde ocorre abundantemente. As folhas de boldo contêm entre 0,4 e 0,5% de alcalóides pertencentes à classe dos benzoquinolínicos, sendo a boldina o principal alcalóide e o que lhe confere maior ação farmacológica. Além disso, apresentam também outros compostos ativos, com bioatividade, como os taninos, flavonóides, glicolipídios e o óleo essencial.

A boldina demonstrou possuir uma série de atividades farmacológicas, incluindo propriedades anti-inflamatórias, anti-piréticas, anti-aterogénicas, antiplaquetárias, promotoras de antitumorais, citoprotetoras e inibidoras da tirosinase. Apresenta também efeitos coleréticosaumentando a produção de bílis pela sua atividade osmótica e pela indução do recetor responsável pelo processo de secreção. Além disso, é um potente anti-oxidante, tendo demonstrado prevenir a peroxidação quimicamente induzida.

Como tal, o Boldo é usado principalmente no tratamento de problemas digestivos e hepáticos, demonstrando ação laxante e anti-espasmódica, e tem utilidade no fornecimento ao trato gastrointestinal de moléculas capazes de proteger contra espécies oxidantes reativas patológicas.

Bibliografia

1. Ruiz ALTG, Taffarello D, Souza VHS, Carvalho JE. Farmacologia e toxicologia de Peumus boldus e Baccharis genistelloides. Brazilian J Pharmacogn. 2008;18(2):295-300.
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3. EU. Assessment report on Peumus boldus Molina, folium. Eur Med Agency, Comm Herb Med Prod. 2016;44(November 2016):0-21. http://www.ema.europa.eu/docs/en_GB/document_library/Herbal_-_HMPC_assessment_report/2017/01/WC500219578.pdf

A Fumária trata-se de uma espécie espontânea oriunda da parte oeste da Europa e é tradicionalmente utilizada em situações de disfunção hepatobiliar, demonstrando também efeito diurético, colagogo e no refluxo gastroesofágico. Esta planta é muito rica em compostos polifenólicos e alcalóides, como a narceimina, narlumidina, metil fumarato, protopina, biculina e fumarilina.

O conteúdo em protopina, o alcalóide mais abundante, confere-lhe atividade como relaxante do musculo liso e como colerético (auxilia na produção de bilis). In vitro, o extrato de fumária e as suas frações demonstram efeitos espamogénicos ou espamolíticos devido à presença de compostos colinérgicos e compostos que bloqueiam os canais de cálcio, o que pode explicar o seu uso, respetivamente, na obstipação e na diarreia.

Além disso, apresenta também atividade hepatoprotetora da toxicidade induzida por certos medicamentos como o paracetamol e a rifampicina. Demonstrou também efeitos quimio-preventivos ao suprimir a carga tumoral e restaurar a atividade dos marcadores enzimáticos do cancro hepático. Além disso, os compostos presentes conferem-lhe também ação anti-inflamatória, antioxidante e anti-microbiana.⁠

Bibliografia

1. Yarnell E, Abascal K. Spasmolytic Botanicals: Relaxing Smooth Muscle with Herbs. Altern Complement Ther. 2011;17(3):169-174. doi:10.1089/act.2011.17305
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5. Yarnell E, Abascal K. Herbs for gastroesophageal reflux disease. Altern Complement Ther. Published online 2010. doi:10.1089/act.2010.16611
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A Celidónia é uma planta amplamente dispersa na Europa e Ásia, utilizada na medicina popular con­tra distúrbios hepatobiliares. Os seus principais constituintes são alcalóides, como a Celidonina, flavonoides e ácidos fenólicos, que apresentam potencial aplicação como antineoplásicos pela sua atividade citotóxica e/ou de prevenção de metástases, particularmente no cancro pancreático. Tem sido usada também devido às suas potenciais propriedades colagoga e colerética (usada no tratamento de desordens gastrointestinais), diurética, analgésica, espasmolítica, he­patoprotetora, anti-inflamatória, antioxidante, antiulcerosa, antimicrobiana, expecturante, imunomoduladora e anti­tumoral. Sendo que algumas delas já foram reconhecidas pela medicina moderna, nomeadamente como analgésico e hepatoprotetor.

A sua principal função medicinal é desobstruir o fígado, tendo um efeito hepatoprotetor reconhecido. Para além do tratamento de doenças do fígado, tem sido usada na medicina tradicional, no tratamento de úlcera gástrica, infeções orais, alívio da dor (abdominal, úlceras gástricas, cólicas após as refeições, dores menstruais, etc.), erupções cutâneas e tuberculose. O suco da planta também é usado externamente para remover verrugas, tratar úlceras de pele não responsivas, e para remover opacidades da córnea (olho).

Apesar da sua utilização ancestral no tratamento de desordens gastrointestinais, continua a ser discutida a segurança do seu uso, tendo sido já reportados casos de hepatite.

Bibliografia

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3. Mazzanti G, Di Sotto A, Franchitto A, et al. Chelidonium majus is not hepatotoxic in Wistar rats, in a 4 weeks feeding experiment. J Ethnopharmacol. 2009;126:518-524. doi:10.1016/j.jep.2009.09.004
4. Gilca M, Gaman L, Panait E, Stoian I, Atanasiu V. Chelidonium majus – An integrative review: Traditional knowledge versus modern findings. Forsch Komplementarmed. 2010;17:241-248. doi:10.1159/000321397
5. Yarnell E, Abascal K. Herbs for gastroesophageal reflux disease. Altern Complement Ther. 2010. doi:10.1089/act.2010.16611
6. Moro PA, Cassetti F, Giugliano G, et al. Hepatitis from Greater celandine (Chelidonium majus L.): Review of literature and report of a new case. J Ethnopharmacol. 2009. doi:10.1016/j.jep.2009.04.036

É uma planta originária de Angola e é rica em catequinas, bioflavonóides e quinonas. Tem propriedades antioxidantes (características das catequinas), o Borututu pode facilitar a expulsão de toxinas acumuladas no fígado e vesícula biliar, desintoxicando-os e restabelecendo-os.

Por essa razão, é usado para debelar amargos-de-boca, vómitos, tonturas, dores de cabeça e a cor amarelada da pele, característica dos indivíduos com estes órgãos afetados, contribuindo para a depuração do fígado e da vesícula biliar.

Assim, o borututu é considerado altamente desintoxicante e purificador, além de permitir a fluidez do sangue (graças aos bioflavonóides e quinonas) e ajudar a normalizar a taxa de colesterol, reduzindo a acumulação de gordura no fígado.

Bibliografia

1. Ahn, M. , Kim, J. , Hong, S. , Kim, J. , Ko, H. , Lee, N. H. , … Shin, T. (2018). Black radish (Raphanus sativus L. var. niger) extract mediates its hepatoprotective effect on carbon tetrachloride‐induced hepatic injury by attenuating oxidative stress. Journal of Medicinal Food, 21(9), 866–875. 10.1089/jmf.2017.4102.
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Apesar da sua origem desconhecida é utilizada desde a antiguidade pelas suas virtudes digestivas. O rábano negro é utilizado como um excelente drenador do fígado, favorecendo a eliminação de resíduos e toxinas do organismo nomeadamente após excessos alimentares já que já que contribui para a produção dos sucos digestivos e para o normal funcionamento da função hepática. É tradicionalmente utilizado para facilitar o processo digestivo. Ajuda igualmente a diminuir o inchaço abdominal.

 

Bibliografia:

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