Hialuronic Power

37,00 

Suplemento alimentar com: Ácido Hialurónico, Dióxido de Silício e Zinco.

Apresentação: Frasco de 500 ml

IngredientesToma Diária: 15 ml
Tomas por embalagem: 33
%VRN
Ácido Hialurónico45 mg**
Dióxido de Silício43,2 mg**
Zinco10 mg100%
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Tomar 15 ml por dia.

Agente de Volume: Água Purificada; Aroma; Ácido Hialurónico; Dióxido de Silício; Sulfato de Zinco (Zinco); Conservantes: Benzoato de Sódio; Sorbato de Potássio.

✔ O zinco contribui para o normal metabolismo ácido-base.
✔ O zinco contribui para o normal metabolismo dos hidratos de carbono.
✔ O zinco contribui para o normal metabolismo dos macronutrientes.
✔ O zinco contribui para o normal metabolismo dos ácidos gordos.
✔ O zinco contribui para o normal metabolismo da vitamina A.
✔ O zinco contribui para a síntese normal das proteínas.
✔ O zinco contribui para a manutenção de ossos normais.
✔ O zinco contribui para a manutenção de cabelo normal.
✔ O zinco contribui para a manutenção de unhas normais.
✔ O zinco contribui para a manutenção de uma pele normal.
✔ O zinco contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário.
✔ O zinco contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis.
✔ O zinco contribui para o processo de divisão celular.

Agitar antes de usar. Produto sujeito a depósito. Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Não se recomenda a utilização deste produto em caso de gravidez e aleitamento. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

O Ácido Hialurónico, também conhecido por Hialuronato de Sódio, é um glucosaminoglicano natural formado pela ligação de glucosamina com ácido glucorónico. Ocorre naturalmente em vários tecidos e fluidos do corpo, mas principalmente na cartilagem articular e no fluido sinovial, sendo o principal responsável pela sua elevada viscosidade e propriedades lubrificantes, protetoras e amortecedoras na articulação. Sendo também abundante na pele e estando presente em tendões e cavidades serosas. É sintetizado principalmente por fibroblastos e queratinócitos, sendo que os condrócitos dependem dele para deposição da matriz da cartilagem e foi sugerido que desempenhe também um papel na fecundação e imunorregulação.

O Ácido Hialurónico desempenha um papel multifacetado na regulação de diversos processos biológicos, nomeadamente na reparação da pele e regeneração de tecidos. Considerado um humectante por excelência, possui elevada capacidade para absorção de água e consegue penetrar nas camadas superiores da epiderme, permitindo aumentar a coesão entre as células e assim proteger a pele de fenómenos de desidratação, tendo vindo a ser empregue como um dos componentes imperativos em produtos cosméticos e nutricosméticos. Entre as suas funções biológicas incluem-se a retenção de água na matriz, hidratação de tecidos, homeostasia da água, lubrificação, transporte de solutos, migração, divisão e interação celular, adesão neutrófila, reabsorção óssea, cicatrização e agregação e adesão de glóbulos vermelhos. Para além disto, também tem sido usado em cirurgia oftálmica, diagnóstico de cancro, como anti-inflamatório e imunomodulador e no tratamento de articulações inflamadas.


A progressão da osteoartrite com a idade leva ao declínio de ácido hialurónico, motivo pelo qual tem sido usado no tratamento desta patologia, bem como no controlo de dores articulares.

Em suma, o Ácido Hialurónico, naturalmente presente em vários tecidos no corpo humano, tende a diminuir com a idade, como tal desempenha um importante papel na saúde articular, nomeadamente na lubrificação da cartilagem, como antioxidante, analgésico, anti-inflamatório, condroprotetor, evita a degradação da matriz extracelular e tem efeitos de reparação na cartilagem. Para além do seu papel cicatrizante, reparador e hidratante da pele.

Bibliografia

1. Bukhari SNA, Roswandi NL, Waqas M, et al. Hyaluronic acid, a promising skin rejuvenating biomedicine: a review of recent updates and pre-clinical and clinical investigations on cosmetic and nutricosmetic effects. Int J Biol Macromol. 2018.
2. Gupta RC, Lall R, Srivastava A, Sinha A. Hyaluronic acid: molecular mechanisms and therapeutic trajectory. Front Vet Sci. 2019.
3. Gelse K, Pöschl E, Aigner T. Collagens – structure, function, and biosynthesis. Adv Drug Deliv Rev. 2003.
4. Becker LC, Bergfeld WF, Belsito D V., et al. Final Report of the Safety Assessment of Hyaluronic Acid, Potassium Hyaluronate, and Sodium Hyaluronate. Int J Toxicol. 2009.

O é o segundo elemento mais comum na crosta terrestre, logo a seguir ao oxigénio. No entanto, devido à sua elevada afinidade pelo oxigénio, não é encontrado na natureza na sua forma elementar, formando rapidamente sílica e silicatos. Este oligoelemento não é produzido pelo corpo humano e por isso deve ser subministrado através da alimentação ou suplementação.

No organismo humano, o Silício é o terceiro oligoelemento mais abundante e encontra-se presente em todos os tecidos, mas em maiores concentrações nos ossos, tendões, articulações e outros tecidos conjuntivos, incluindo pele, cabelos, artérias e unhas.

Este é um mineral fundamental na formação, manutenção e regeneração óssea, desempenhando um importante papel na iniciação da mineralização, porque é altamente concentrado no osteoide imaturo, mas diminui à medida que o teor de cálcio aumenta no osso maduro.

Apesar dos mecanismos pelos quais o Silício acelera a taxa de mineralização óssea ainda não serem bem conhecidos, estudos reportam que a suplementação com Silício tem efeito na síntese de colagénio tipo 1, tornando a matriz mais calcificável, aumentando a densidade mineral óssea e diminuindo a fragilidade do osso.

Este mineral representa um potencial na prevenção e tratamento de doenças ósseas como a osteoporose, patologia caraterizada por desmineralização óssea e deterioração da microarquitetura do osso o que poderá aumentar o risco de fraturas.

Para além disto, este oligoelemento tem um papel importante na saúde dos tecidos conjuntivos, contribuindo para a vitalidade da pele, unhas e cabelo, desempenhando um papel importante na regulação da estrutura e elasticidade dérmica, contribuindo para a forma, resistência e flexibilidade de todos os tecidos conjuntivos. O seu efeito reparador e regenerador tecidular, previne o envelhecimento precoce.

Tem sido reportado que para o aumento da densidade mineral óssea, são necessários mais 40 mg de Silício por dia, no entanto a média de ingestão diária varia entre 20 e 30 mg por dia, sendo que mulheres pós-menopausa ingerem quantidades inferiores e não o absorvem tão bem como mulheres mais novas, o que justifica a suplementação com este oligoelemento.

A sua suplementação parece ter feitos positivos na prevenção da osteoporose e manutenção da saúde dos ossos, em mulheres pós-menopausa com uma dieta pobre em cálcio.

A depleção em Silício limita o desenvolvimento da matriz extracelular e a mineralização óssea, por isso, tecidos como ossos, articulações, pele e cabelo tornam-se frágeis e com uma aparência envelhecida, devido à diminuição deste oligoelemento no organismo, estando também associada a má formação óssea.

Um sinal típico de envelhecimento da pele é a diminuição dos níveis de Silício e ácido hialurónico nos tecidos conjuntivos. Isso resulta em perda de humidade e elasticidade da pele. Assim sendo, a suplementação com Silício apresentou efeitos positivos na diminuição da rugosidade da pele em mulheres, com idades entre 40 e 65 anos, com sinais clínicos de fotoenvelhecimento da pele.

O alumínio é um conhecido neurotóxico que pode acelerar os danos oxidativos das biomoléculas e foi reconhecido como sendo um possível fator causal de Alzheimer. O Silício, por sua vez, é capaz de reduzir a captação de alumínio do trato digestivo e retardar a sua acumulação no tecido cerebral.

Em súmula, o Silício é um mineral essencial no organismo, que não sendo sintetizado por este deverá ser ingerido através da alimentação ou suplementação. É fundamental na formação, manutenção e regeneração óssea, estimulando a síntese de colagénio e a diferenciação de osteoblastos. Assim sendo, apresenta potencial na prevenção e tratamento de doenças ósseas (osteoporose) e um papel importante na saúde dos tecidos conjuntivos, contribuindo para a vitalidade da pele, unhas e cabelo.

Bibliografia

1. Sripanyakorn S, Jugdaohsingh R, Thompson RPH, Powell JJ. Dietary silicon and bone health. Nutrition Bulletin. 2005.
2. Jurkić LM, Cepanec I, Pavelić SK, Pavelić K. Biological and therapeutic effects of ortho silicic acid and some ortho-silicic acid-releasing compounds: new perspectives for therapy. Nutrition and Metabolism. 2013.
3. Rodella LF, Bonazza V, Labanca M, et al. A review of the effects of dietary Silicon intake on bone homeostasis and regeneration. J Nutr Health Aging. 2014.
4. Price CT, Koval KJ, Langford JR. Silicon: a review of its potential role in the prevention and treatment of postmenopausal osteoporosis. International Journal of Endocrinology. 2013.
5. Price CT, Langford JR, Liporace FA. Essential Nutrients for Bone Health and a Review of their Availability in the Average North American Diet. Open Orthop J. 2012.
6. Carlisle EM. Silicon: a requirement in bone formation independent of vitamin D1. Calcif Tissue Int. 1981.
7. Kim MH, Bae YJ, Choi MK, Chung YS. Silicon supplementation improves the bone mineral density of calcium deficient ovariectomized rats by reducing bone resorption. Biol Trace Elem Res. 2009.
8. Jugdaohsingh R, Tucker KL, Qiao N, et al. Dietary Silicon Intake Is Positively Associated with Bone Mineral Density in Men and Premenopausal Women of the Framingham Offspring Cohort. J Bone Miner Res. 2004.

O Zinco é um oligoelemento essencial, o que significa que não é produzido pelo organismo, sendo ne­cessário ingeri-lo na dieta ou através de suplementação alimentar para manter o seu aporte adequado e prevenir doenças inerentes ao seu défice. Este elemento é necessário por aproximadamente 300 enzimas no metabolismo celular – como a superóxido dismutase, com função antioxidante intracelular. Os seus efeitos anti-inflamatórios estão bem documentados e por outro lado, a inflamação, aguda ou crónica, induz alterações metabólicas e fisiológicas deste mineral.

Tem particular interesse, também, pela sua contribuição para o crescimento, desenvolvimento, cicatrização de feridas, função imune e síntese de colagénio, entre ou­tras funções, não se conhecendo o mecanismo do seu efeito no folículo capilar.

O Zinco está associado a múltiplos aspetos do sistema imunitário, sendo crucial para o normal desen­volvimento e função das células da imunidade inata. Tem ainda capacidade antioxidante e estabilizadora de membranas, sugerindo um papel na prevenção de danos oxidativos em processos inflamatórios. De facto, estudos apontam para os benefícios da suplementação com Zinco nas doenças infeciosas, reduzindo a in­cidência e duração de diarreias e infeções do trato respiratório inferior como as constipações.

A capacidade cicatrizante do Zinco também é bastante reconhecida. Apresentando-se como um aliando importante na cicatrização de tecidos como o epitélio (tecido intestinal, importante cicatrizar em doentes com doença de Crohn), gástrico (tecido do estômago, em doentes com úlceras ou gastrites), tecido pulmonar (importante em fumadores) ou em pessoas pós-cirurgia para promover a cicatrização do tecido invadido. Assim sendo, a suplementação oral com Zinco pode ser benéfica no tratamento de pessoas com úlceras, por potenciar a multiplicação celular.

Este mineral também parece ter importância ao nível da visão. A córnea tem a maior concentração de Zinco de todos os tecidos do organismo onde poderá desempe­nhar um papel protetor. Estudos da doença ocular relacionada com a idade (AREDS) concluíram que pacientes suplementados com Zinco apresentam uma redução na probabilidade de desenvolvimen­to de degeneração macular e redução na progressão da doença. Para além disto, a deficiência em Zinco poderá causar cegueira noturna, edema da córnea com possível progressão para opacidade da córnea, assim como conjuntivite seca que poderá progredir para secura ocular (xe­roftalmia) e queratomalácia.

A deficiência de Zinco é um grande pro­blema para a saúde e afeta o crescimento do cabelo e unhas, sendo que a alopécia se apresenta como sinal de carência deste mineral, com melhorias após suplementação oral. Para além disto, resulta em sintomas como dermatite, perda de peso, diarreia, infeções e disfunção imunológica, hipogonadismo e problemas de cicatrização de úlceras.

Estudos mostram que doentes que so­frem de Alzeimer, Esclerose Lateral Amiotrófica, Lesão Cerebral, Depressão, Esquizofrenia e Parkinson apresentam níveis inferiores de Zinco, pelo que, a sua suplementação deve ser tida em conta nestas situações.

A suplementação com Zinco também parece reduzir o risco de aterosclerose e proteger contra o enfarte do mio­cárdio e lesão isquémica.

Resumidamente, o aporte adequado de Zinco contribui para o normal funcionamento do sistema imu­nitário, para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis, para o normal metabolismo dos hidratos de carbono, lípidos e proteínas, para a regene­ração celular e manutenção da pele, cabelo, unhas, visão e ossos normais, para a manutenção de níveis normais de testosterona no sangue e para uma fertilidade, reprodução e função cognitiva normais.

Bibliografia

1. Silverio Amancio OM, Alves Chaud DM, Yanaguibashi G, Esteves Hilário MO. Copper and zinc intake and serum levels in patients with juvenile rheumatoid arthritis. Eur J Clin Nutr. 2003. doi:10.1038/sj.ejcn.1601601
2. Milanino R, Marrella M, Gasperini R, Pasqualicchio M, Velo G. Copper and zinc body levels in inflammation: An overview of the data obtained from animal and human studies. Agents Actions. 1993:195-209. doi:10.1007/BF01998974
3. Sahebari M, Ayati R, Mirzaei H, et al. Serum Trace Element Concentrations in Rheumatoid Arthritis. Biol Trace Elem Res. 2016. doi:10.1007/s12011-015-0501-6
4. Xin L, Yang X, Cai G, et al. Serum Levels of Copper and Zinc in Patients with Rheumatoid Arthritis: a Meta-analysis. Biol Trace Elem Res. 2015. doi:10.1007/s12011-015-0325-4
5. Goldberg LJ, Lenzy Y. Nutrition and hair. Clin Dermatol. 2010;28:412-419. doi:10.1016/j.clindermatol.2010.03.038
6. Prasad AS. Zinc in human health: Effect of zinc on immune cells. Mol Med. 2008;14(5-6):353-357. doi:10.2119/2008-00033.Prasad
7. Choi S, Liu X, Pan Z. Zinc deficiency and cellular oxidative stress: Prognostic implications in cardiovascular diseases review-article. Acta Pharmacol Sin. 2018. doi:10.1038/aps.2018.25
8. McCusker MM, Durrani K, Payette MJ, Suchecki J. An eye on nutrition: The role of vitamins, essential fatty acids, and antioxidants in age-related macular degeneration, dry eye syndrome, and cataract. Clin Dermatol. 2016;34:276-285. doi:10.1016/j.clindermatol.2015.11.009
9. Whatham A, Bartlett H, Eperjesi F, et al. Vitamin and mineral deficiencies in the developed world and their effect on the eye and vision. Ophthalmic Physiol Opt. 2008;28(1):1-12. doi:10.1111/j.1475-1313.2007.00531.x
10. Haneke E, Baran R. Micronutrients for hair and nails. In: Nutrition for Healthy Skin: Strategies for Clinical and Cosmetic Practice. ; 2011. doi:10.1007/978-3-642-12264-4_14
11. Muhamed PK VS. Zinc is the most important trace element. Ugeskr laeger. 2014.
12. Portbury SD, Adlard PA. Zinc signal in brain diseases. Int J Mol Sci. 2017. doi:10.3390/ijms18122506

Avaliações

Ainda não existem avaliações.

Seja o primeiro a avaliar “Hialuronic Power”
Carrinho de Compras
Nós sabemos! É uma chatice. Infelizmente este produto não está disponível mas se colocar o seu endereço de email abaixo e carregar no botão nós avisamos quando existir stock!
Hialuronic Power
37,00 
Scroll to Top