Hydra Energy Serum

42,00 

Um sérum que ajuda a apagar os sinais de stress, cansaço e tempo, dando à pele um aspeto relaxado e suave. Ideal para a área do contorno dos olhos.

Apresentação: frasco airless de 50 ml

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Informações Complementares

Aplique o produto nas áreas propensas à formação de rugas e linhas de expressão, batendo suavemente com as pontas dos dedos no produto até sua completa absorção.

Aqua, Glycerin, Hamamelis virginiana leaf water, Caprylic/capric triglyceride, Oleyl erucate, Sodium polyacrylate, Hydrolyzed adansonia digitata extract, Pogostemon cablin leaf oil, Sodium hyaluronate crosspolymer, Acmella oleracea extract, Simmondsia chinensis seed oil, Allantoin, Alcohol, Ethylhexylglycerin, Phenoxyethanol, Pentylene glycol.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorrecções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de cosméticos e suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

O Ácido Hialurónico, também conhecido por Hialuronato de Sódio, é um glucosaminoglicano natural formado pela ligação de glucosamina com ácido glucorónico. Ocorre naturalmente em vários tecidos e fluidos do corpo, mas principalmente na cartilagem articular e no fluido sinovial, sendo o principal responsável pela sua elevada viscosidade e propriedades lubrificantesprotetoras e amortecedoras na articulação. Sendo também abundante na pele e estando presente em tendões e cavidades serosas. É sintetizado principalmente por fibroblastos e queratinócitos, sendo que os condrócitos dependem dele para deposição da matriz da cartilagem e foi sugerido que desempenhe também um papel na fecundação e imunorregulação.

O Ácido Hialurónico desempenha um papel multifacetado na regulação de diversos processos biológicos, nomeadamente na reparação da pele e regeneração de tecidos. Considerado um humectante por excelência, possui elevada capacidade para absorção de água e consegue penetrar nas camadas superiores da epiderme, permitindo aumentar a coesão entre as células e assim proteger a pele de fenómenos de desidratação, tendo vindo a ser empregue como um dos componentes imperativos em produtos cosméticos e nutricosméticos. Entre as suas funções biológicas incluem-se a retenção de água na matriz, hidratação de tecidos, homeostasia da água, lubrificação, transporte de solutos, migração, divisão e interação celular, adesão neutrófila, reabsorção óssea, cicatrização e agregação e adesão de glóbulos vermelhos. Para além disto, também tem sido usado em cirurgia oftálmica, diagnóstico de cancro, como anti-inflamatório e imunomodulador e no tratamento de articulações inflamadas.
A progressão da osteoartrite com a idade leva ao declínio de ácido hialurónico, motivo pelo qual tem sido usado no tratamento desta patologia, bem como no controlo de dores articulares.

Em suma, o Ácido Hialurónico, naturalmente presente em vários tecidos no corpo humano, tende a diminuir com a idade, como tal desempenha um importante papel na saúde articular, nomeadamente na lubrificação da cartilagem, como antioxidante, analgésico, anti-inflamatório, condroprotetor, evita a degradação da matriz extracelular e tem efeitos de reparação na cartilagem. Para além do seu papel cicatrizante, reparador e hidratante da pele.

Bibliografia

1. Bukhari SNA, Roswandi NL, Waqas M, et al. Hyaluronic acid, a promising skin rejuvenating biomedicine: a review of recent updates and pre-clinical and clinical investigations on cosmetic and nutricosmetic effects. Int J Biol Macromol. 2018.
2. Gupta RC, Lall R, Srivastava A, Sinha A. Hyaluronic acid: molecular mechanisms and therapeutic trajectory. Front Vet Sci. 2019.
3. Gelse K, Pöschl E, Aigner T. Collagens – structure, function, and biosynthesis. Adv Drug Deliv Rev. 2003.
4. Becker LC, Bergfeld WF, Belsito D V., et al. Final Report of the Safety Assessment of Hyaluronic Acid, Potassium Hyaluronate, and Sodium Hyaluronate. Int J Toxicol. 2009.

O jambu é uma planta nativa da região amazônica rica em fibras, vitamina C, ferro e potássio, nutrientes que ajudam a prevenir a anemia e a pressão alta, além de combater a prisão de ventre.

O jambu ajuda a prevenir o envelhecimento precoce, por ser rico em flavonoides e saponinas, que são compostos bioativos com ação antioxidante que combatem os radicais livres, um dos responsáveis pelos danos causados à pele.

Além disso, a vitamina C presente no jambo também promove a produção de colágeno, uma proteína responsável por manter a firmeza e elasticidade da pele, prevenindo o surgimento de rugas e flacidez.

O seu extracto é rico em alquilamidas que estimulam a atividade do fibroblasto, fornecem apoio à rede de fibras de colagénio e restabelecem a firmeza e suavidade da pele. Tem propriedades tensoras e que reforçam a estrutura da derme e diminui as marcas e rugas do rosto e ajuda a alisar instantaneamente a pele para um efeito redensificador.

Bibliografia:

1. Santos, P. Crisna et al. A importância da utilização da espécie Acmella oleracea L. . Journal of Biotechnology and Biodiversity. Vol.7. 4.ed; 481-485, 2019.
2. Lima, F, G, Tatiana Maria. Caracterização de extrato de jambu (Acmella ciliata) e análise do potencial de aplicação como ingrediente funcional. tese de conclusão de mestrado, 2021. Universidade Federal do Ceará.
3. Ferreira, C, Karina et al. Acmella oleracea, planta medicinal usada como alívio da dor: análise colorimétrica dos metabólitos secundários. Brazilian Journal of Development. Vol.7. 10.ed; 101171-101183, 2021.

A alantoína é uma molécula natural que foi descoberta no extrato de uma planta chama Confrei e é nativa dos climas temperados da Ásia e da Europa, o seu uso medicinal data do século 16, quando extratos contendo alantoína eram usados para tratar feridas, inchaços na pele e queimaduras.

Tem imensas propriedades onde se destacam a regeneração, já que estimula a renovação celular, por ser calmante ajuda a regular o processo inflamatório e mantém uma boa hidratação da pele permitindo que melhore a capacidade de reter a água.

Também é conhecida pela sua ação queratolítica porque ajuda a eliminar as células mortas devolvendo brilho e suavidade o que torna a pele mais macia e flexível.

Bibliografia

1. Sheker KM, Black HJ, Lach JL Silver allantoinate for the topical treatment of burns. Am J Hosp Pharm. 1972;29:852-855.
2. Akema Fine Chemicals. Allantoin: a safe and effective skin protectant; 2006.
3. Kawase J., Ueno H., Tsuji K. Determination of allantoin and chlorohydroxy-aluminum allantoinate in cosmetic and pharmaceutical products by high-performance liquid chromotography . J Chromatog. 1982;253:237-242.
4. Sznitowska M., Janicki S. The effect of vehicle on allantoin penetration into human skin from an ointment for improving scar elasticity . Pharmazie. 1988;43:H3.

O baobá é a árvore mais adorada da África por causa de sua aparência distinta, lugar místico na tradição africana e espírito benevolente.

Normalmente, essa árvore chega a atingir mais de 30 metros de altura, tendo como suas duas características mais marcantes o seu tronco e galhos únicos. O tronco de um baobá é em formato de garrafa e super resistente, podendo atingir 20 metros de altura e 15 metros de diâmetro. Seus galhos tortos e volumosos se espalham horizontalmente, dando a impressão de que as raízes em forma de coroa da árvore estão direcionadas para o ar – daí o nome “árvore de cabeça para baixo”.

O óleo de baobá é obtido através da extração da semente da árvore e pertence à categoria dos óleos essenciais. Este óleo é rico em vitaminas A, D, E e F, antioxidantes e ômegas 3, 6 e 9, o que possibilita seus inúmeros benefícios aos nossos cabelos e pele.

Penetra na pele do nosso rosto e equilibra os lipídios ali presentes – proteção natural -, mantendo nossa pele ainda mais bonita e protegida.

O seu conteúdo, rico em ácidos graxos essenciais, faz dele um excelente protetor, nutritivo, suavizante, hidratante, calmante e regenerador, além de preservar a pele do envelhecimento precoce e prevenir o aparecimento de rugas.

Bibliografia:

1. Broin, M., & Macey, R. (2018). Baobab oil (Adansonia digitata): A review on the topic of a traditional African tree oil. Cosmetics, 5(2), 21.
2. Maranz, S., & Wiesman, Z. (2004). The composition and nutritional value of baobab products. Ecology of Food and Nutrition, 43(3), 279-296.
3. Banaszczak, P., & Górna, B. (2018). Characteristics of Adansonia digitata L. oil and its suitability for the production of cosmetic emulsions. Journal of Cosmetic Science, 69(1), 51-61.

A hamamélia (Hamamelis virginiana) é um arbusto proveniente da América do Norte, rica em taninos e flavonoides. A presença destas substâncias conferem-lhe importantes propriedades ao nível do tratamento dos distúrbios circulatórios. Os taninos são responsáveis pela ação venotónica, ou seja, ativam o fluxo sanguíneo devido ao aumento da contração dos vasos, veias e capilares. A presença de flavonoides explica os efeitos vasoprotetores sobre a microcirculação, sendo responsáveis pelo aumento da resistência de pequenas veias e capilares e pela diminuição da permeabilidade capilar, da qual resulta o edema e inflamação.⁠

Os extratos e destilados da casca da hamamélia são extensamente utilizados em dermocosmética, no tratamento de eczema atópico, pele irritada e queimadura solar e na promoção da cicatrização via efeito anti-inflamatório. As folhas e casca de hamamélia contêm cerca de 10% de taninos que contribuem para as suas propriedades adstringentes e demonstram efeito em lesões oxidativas induzidas por radicais.

Os polifenóis da planta demonstraram ainda ter elevada atividade antioxidante e efeito inibitório de determinadas enzimas, com potencial benefício no processo de cicatrização de feridas e na proteção da parede das veias e capilares.

Bibliografia

1. Narayana KR, Reddy MS, Chaluvadi MR, Krishna DR. Bioflavonoids classification, pharmacological, biochemical effects and therapeutic potential. Indian J Pharmacol. 2001;33(1):2-16.
2. Deters A, Dauer A, Schnetz E, Fartasch M, Hensel A. High molecular compounds (polysaccharides and proanthocyanidins) from Hamamelis virginiana bark: Influence on human skin keratinocyte proliferation and differentiation and influence on irritated skin. Phytochemistry. 2001;58:949-958. doi:10.1016/S0031-9422(01)00361-2
3. Thring TS, Hili P, Naughton DP. Antioxidant and potential anti-inflammatory activity of extracts and formulations of white tea, rose, and witch hazel on primary human dermal fibroblast cells. J Inflamm. 2011;8:1-7. doi:10.1186/1476-9255-8-27
4. Daz-Gonzlez M, Rocasalbas G, Francesko A, Tourio S, Torres JL, Tzanov T. Inhibition of deleterious chronic wound enzymes with plant polyphenols. In: Biocatalysis and Biotransformation. ; 2012. doi:10.3109/10242422.2012.646676

Patchouli vem da palavra hindustana “pacholi”, que significa “cheirar”. Xales e tecidos indianos foram perfumados com óleo de patchouli nos anos 1800. Existem várias espécies de patchouli que são cultivadas no Brasil e em diferentes partes da Ásia, incluindo Índia, Indonésia, China e Malásia.

O óleo essencial de patchouli ajuda a acelerar o processo de cicatrização de cortes e feridas e também acelera o desaparecimento das cicatrizes através da regeneração celular.

Tem a capacidade de estimular as contrações musculares e, portanto, evita a perda de cabelo ou a flacidez da pele. Ele regenera novas células da pele, e isso mantém a pele jovem, saudável e vibrante. Também é ótimo para todos os tipos de pele – seca, gretada e oleosa ou com tendência a acne.

Bibliografia:

1. Fahlbusch, Karl-Georg, et al. “Patchouli oil.” Ullmann’s Encyclopedia of Industrial Chemistry (2013): 1-7.
2. Bruni, Renato, et al. “Chemistry, technology, and quality of patchouli (Pogostemon cablin Benth.) essential oil.” Journal of essential oil research 11.2 (1999): 137-148.
3. Sutar, Nirmala G., Shalaka K. Gogate, and Vishal P. Mandavkar. “The Review on Various Properties of Patchouli Oil.” Journal of Scientific and Innovative Research 4.1 (2015): 24-27.

O óleo de jojoba é extraído da planta Simmondsia chinensis (nome científico), que é um tipo de arbusto popularmente chamado de jojoba. Ela é nativa da América do Norte, sendo encontrada nos desertos de Mojave e Sonora, no Arizona, na Califórnia e no México. O fruto dado pela jojoba é parecido com um feijão, esverdeado e oval que apresenta sementes em seu interior.

A partir do grão da jojoba é possível extrair o óleo. A produção do óleo do grão de jojoba é um conhecimento desenvolvido pelos povos nativos americanos, que usavam o óleo para tratar ferimentos e problemas na pele.

O óleo de jojoba é composto por vitaminas A, B1, B2 e E, ácido mirístico. Porém, sua composição é quase que exclusivamente dada pela ceramida, presente em 96% do óleo.

A ceramida é um lipídio composto por um álcool insaturado e uma longa cadeia de ácidos graxos ligados a uma amida. A ceramida é um importante composto do estrato córneo da epiderme, que é responsável pela barreira de permeabilidade da pele. Ela evita a penetração de agentes danosos do meio ambiente e a perda transepidermal de água, mantendo a pele hidratada. Assim, proporciona-se um potente aumento da capacidade de retenção hídrica da pele, contribuindo para a hidratação e suavidade.

Além das propriedades emolientes e umectantes da ceramida, a vitamina E presente no óleo confere efeito antioxidante. O ácido mirístico, por sua vez, proporciona ação anti-inflamatória e protege de irritações.

Bibliografia

1. Tisserand, Robert; Young, Rodney. Essential Oil Safety: second edition. Londres: Elsevier, 2014.
2. Amaral, Fernando. Técnicas de Aplicação de Óleos Essenciais: Terapias de saúde e beleza. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
3. Baldoux, Dominique. O Grande Manual da Aromaterapia de Dominique Baudaux. Belo Horizonte: Editora Laszlo, 2018.
4. Lavabre, Marcel. Aromaterapia: a cura pelos óleos essenciais. Belo Horizonte: Editora Laszlo, 2018.

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