Ómega 3 – Tripla Ação

16,00 

Suplemento alimentar com: EPA (Ácido Eicosapentaenóico), DHA (Ácido Docosahexaenóico) e Vitamina E.

Apresentação: 30 cápsulas moles

REF: 20221.SP Categorias: ,
IngredientesToma Diária: 1 cápsulas
Tomas por embalagem: 30
%VRN*
EPA (Ácido Eicosapentaenóico)350 mg**
DHA (Ácido Docosahexaenóico)250 mg**
Vitamina E5 mg42%
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Tomar 1 cápsula por dia de preferência pela manhã.

Óleo de Peixe, Gelatina; Humidificante: (Glicerina), Vitamina E.

✔ O DHA contribui para a manutenção de uma normal função cerebral e de uma visão normal.
✔ O EPA e o DHA contribuem para o normal funcionamento do coração.

Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Devido à inexistência de estudos que confirmem a segurança de utilização em caso de gravidez e aleitamento, este suplemento não deve ser utilizado nestas situações, salvo indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

Os ácidos gordos Ómega-3 são um subconjunto de ácidos gordos polinsaturados (PUFA) encontrados em fontes marinhas, nomeadamente em peixes gordos- como o Ácido Eicosapentanóico (EPA) e o Ácido Docosahexanóico (DHA) e em fontes vegetais, como sementes e oleaginosas- como o ALA, que também podem ser convertidos em EPA e DHA.

São incorporados em várias partes do corpo incluindo as membranas celulares, onde desempenham um papel na sua fluidez e um papel anti-inflamatório, além de serem essenciais para o apropriado desenvolvimento fetal e enve­lhecimento saudável.

A literatura indica que o consumo de óleo de peixe (rico em EPA e DHA), tem revelado melhorias na capacidade cognitiva e desenvolvi­mento saudável geral nas crianças.

O DHA é componente essencial de todas as membranas celulares e é encontrado em abundância no cérebro e retina, enquanto que ambos EPA e DHA são precursores de metabolitos mediadores lipídicos.

Os potenciais mecanismos pelos quais os ácidos gordos Ómega-3 poderão reduzir o risco de doença cardiovascular são: reduzem a suscetibilidade de arritmia ventricular, apresentem ação antitrombogénica e hipotrigliceridémica, retardam o crescimento de placas aterogénicas (por redução de adesão de moléculas, redução de fator de crescimento derivado de plaquetas e ação anti-inflama­tória), promovem a dilatação endotelial induzida por óxido nítrico e apresentam ação levemente hipotensora.

O seu potencial anti-inflamatório também aparenta contribuir para a mitigação de doenças autoimunes como artrite reumatoide, lúpus e doença inflamatória intestinal, bem como doenças cardiovasculares, metabólicas e neuropsiquiátricas.

Além disto, várias pesquisas têm demonstrado a sua capacidade para atenuar a dor muscular e a inflamação associada ao exercício físico intenso.

Para além de contribuir para a manutenção de uma normal função cerebral, o aporte adequado de DHA e EPA, proporciona a manutenção de uma visão adequada e contribui para o normal funcio­namento do coração.

Os efeitos benéficos são obtidos com uma dose diária de 250 mg de EPA e DHA, seja através da alimentação ou da suplementação com Ómega-3.

Bibliografia:

1. DeFilippis AP, Sperling LS. Understanding omega-3’s. Am Heart J. 2006;151(3):564-570. doi:10.1016/j.ahj.2005.03.051
2. A K, E D. Omega-3/6 Fatty Acids and Learning in Children and Young People: A Review of Randomised Controlled Trials Published in the Last 5 Years. J Nutr Food Sci. 2018;8(2):1-10. doi:10.4172/2155-9600.1000670
3. Calder PC. Omega-3 fatty acids and inflammatory processes. Nutrients. 2010;2:355-374. doi:10.3390/nu2030355
4. Swanson D, Block R, Mousa SA. Omega-3 Fatty Acids EPA and DHA: Health Benefits Throughout Life. Adv Nutr. 2012;3:1-7. doi:10.3945/an.111.000893
5. Endo J, Arita M. Cardioprotective mechanism of omega-3 polyunsaturated fatty acids. J Cardiol. 2016;67:22-27. doi:10.1016/j.jjcc.2015.08.002
6. Kris-Etherton PM, Harris WS, Appel LJ. Fish consumption, fish oil, omega-3 fatty acids, and cardiovascular disease. Circulation. 2002;106(21):2747-2757. doi:10.1161/01.CIR.0000038493.65177.94
7. Abdelhamid AS, Brown TJ, Brainard JS, et al. Omega-3 fatty acids for the primary and secondary prevention of cardiovascular disease. Cochrane Database Syst Rev. 2018. doi:10.1002/14651858.CD003177.pub3
8. Lv ZT, Zhang JM, Zhu WT. Omega-3 Polyunsaturated Fatty Acid Supplementation for Reducing Muscle Soreness after Eccentric Exercise: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. Biomed Res Int. 2020. doi:10.1155/2020/8062017

Os ácidos gordos Ómega-3 são um subconjunto de ácidos gordos polinsaturados (PUFA) encontrados em fontes marinhas, nomeadamente em peixes gordos- como o Ácido Eicosapentanóico (EPA) e o Ácido Docosahexanóico (DHA) e em fontes vegetais, como sementes e oleaginosas- como o ALA, que também podem ser convertidos em EPA e DHA.

São incorporados em várias partes do corpo incluindo as membranas celulares, onde desempenham um papel na sua fluidez e um papel anti-inflamatório, além de serem essenciais para o apropriado desenvolvimento fetal e enve­lhecimento saudável.

A literatura indica que o consumo de óleo de peixe (rico em EPA e DHA), tem revelado melhorias na capacidade cognitiva e desenvolvi­mento saudável geral nas crianças.

O DHA é componente essencial de todas as membranas celulares e é encontrado em abundância no cérebro e retina, enquanto que ambos EPA e DHA são precursores de metabolitos mediadores lipídicos.

Os potenciais mecanismos pelos quais os ácidos gordos Ómega-3 poderão reduzir o risco de doença cardiovascular são: reduzem a suscetibilidade de arritmia ventricular, apresentem ação antitrombogénica e hipotrigliceridémica, retardam o crescimento de placas aterogénicas (por redução de adesão de moléculas, redução de fator de crescimento derivado de plaquetas e ação anti-inflama­tória), promovem a dilatação endotelial induzida por óxido nítrico e apresentam ação levemente hipotensora.

O seu potencial anti-inflamatório também aparenta contribuir para a mitigação de doenças autoimunes como artrite reumatoide, lúpus e doença inflamatória intestinal, bem como doenças cardiovasculares, metabólicas e neuropsiquiátricas.

Além disto, várias pesquisas têm demonstrado a sua capacidade para atenuar a dor muscular e a inflamação associada ao exercício físico intenso.

Para além de contribuir para a manutenção de uma normal função cerebral, o aporte adequado de DHA e EPA, proporciona a manutenção de uma visão adequada e contribui para o normal funcio­namento do coração.

Os efeitos benéficos são obtidos com uma dose diária de 250 mg de EPA e DHA, seja através da alimentação ou da suplementação com Ómega-3.

Bibliografia:

1. DeFilippis AP, Sperling LS. Understanding omega-3’s. Am Heart J. 2006;151(3):564-570. doi:10.1016/j.ahj.2005.03.051
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5. Endo J, Arita M. Cardioprotective mechanism of omega-3 polyunsaturated fatty acids. J Cardiol. 2016;67:22-27. doi:10.1016/j.jjcc.2015.08.002
6. Kris-Etherton PM, Harris WS, Appel LJ. Fish consumption, fish oil, omega-3 fatty acids, and cardiovascular disease. Circulation. 2002;106(21):2747-2757. doi:10.1161/01.CIR.0000038493.65177.94
7. Abdelhamid AS, Brown TJ, Brainard JS, et al. Omega-3 fatty acids for the primary and secondary prevention of cardiovascular disease. Cochrane Database Syst Rev. 2018. doi:10.1002/14651858.CD003177.pub3
8. Lv ZT, Zhang JM, Zhu WT. Omega-3 Polyunsaturated Fatty Acid Supplementation for Reducing Muscle Soreness after Eccentric Exercise: A Systematic Review and Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. Biomed Res Int. 2020. doi:10.1155/2020/8062017

A Vitamina E ou α-tocoferol é antioxidante lipossolúvel, que não sendo produzido pelo nosso organismo, é obtido exclusivamente através da alimentação. Está sobretudo presente em alimentos com uma maior componente lipídica, tal como os amendoins, as amêndoas, as sementes, os pistácios, as nozes, entre outros, podendo também ser obtida através do consumo de suplementos alimentares. No corpo humano, a Vitamina E é armazenada no tecido adiposo, mas está presente de forma úbiqua nas membranas celulares, contribuindo para a sua fluidez, integridade e função. Por contribuir para a integridade membranar, impede o extravasamento de material intracelular, situação que comprometeria o adequado funcionamento do organismo. Sendo um potente antioxidante, garante proteção contra a oxidação lípidica e favorece a reparação membranar, especialmente relevante nas células naturalmente mais expostas ao stress oxidativo, como é o caso das células musculares.

A sua potente bioactividade antioxidante tem-se revelado útil em formulações cosméticas, já que constitui uma das defesas primárias da pele contra o stress oxidativo, especialmente quando induzido pela exposição aos raios UV e aos agentes poluentes. Vários estudos clínicos demonstraram que a aplicação tópica de vitamina E, após a exposição solar, reduz significativamente as respostas cutâneas agudas como o eritema ou o edema. Quando consegue atuar nas camadas dérmicas, onde ocorre o stress oxidativo, esta vitamina protege contra o fotoenvelhecimento e mantém a integridade da rede cutânea de colagénio, tendo sido comprovado o efeito antioxidante sinérgico das vitaminas C e E na fotoproteção. Por este motivo, quando incluída em formulações cosméticas como agente antienvelhecimento, a Vitamina E contribui para a redução das linhas finas, rugas e flacidez induzidas pelo fotoenvelhecimento. Simultaneamente, a sua ação hidratante contribui para uma maior elasticidade e suavidade da pele.

A ação anti-inflamatória da Vitamina E contribui para uma maior proteção das células e do organismo, especialmente por prevenir a agregação plaquetária, inibir a produção de tromboxano, favorecer a libertação de prostaciclina (ação vasodilatadora) e diminuir os níveis de Vitamina K1, atuando na prevenção da aterosclerose10 e no consequente surgimento de doenças cardiovasculares, tendo ainda demonstrado um potencial papel anticarcinogénico.

Ao nível da visão, foi demonstrado que a Vitamina E potencia a capacidade antioxidante da Luteína, protegendo o pigmento das células epiteliais da retina, concentrando-se nos segmentos externos das membranas fotorrecetoras. Poderá ajudar a prevenir alterações prejudiciais da córnea e conjuntiva, ao participar na proteção da retina de danos oxidativos, particularmente os provenientes da exposição à luz azul. As suas características antioxidantes poderão ser úteis no retardar do desenvolvimento de cataratas e degeneração macular (opacificação), pelo que é uma vitamina tipicamente incluída em suplementos alimentares relacionados com a visão.

Sendo rara a deficiência de Vitamina E, a sua carência pode ocorrer em pessoas com má absorção de gordura, defeitos genéticos específicos ou quando expostas a malnutrição severa. A hipovitaminose severa resulta em anomalias neuromusculares, miopatias e pode comprometer vários aspetos da resposta imunitária. Os efeitos benéficos da suplementação com Vitamina E relacionam-se especialmente com a prevenção da sua deficiência. No entanto, estão identificados vários casos que beneficiam da suplementação acima das doses recomendadas como, por exemplo, na estimulação da função imunitária (mediada por células T) e na modulação dos processos degenerativos relacionados com envelhecimento na prevenção de doenças crónicas não transmissíveis, como as doenças reumáticas, ou em doentes asmáticos, uma vez que esta vitamina está diminuída nos fluidos das vias aéreas destes pacientes.

Bibliografia:

1. Traber MG. Vitamin E regulatory mechanisms. Annu Rev Nutr. 2007; 27: 347-362.
2. Batista EDS, Costa AGV, Pinheiro-Sant’Ana HM. Adding vitamin E to foods: implications for the foods and for human health. Rev Nutr. 2007; 20(5):525-535.
3. Raederstorff D, Wyss A, Calder PC, et al. Vitamin E function and requirements in relation to PUFA. Br J Nutr. 2015;114:1113-1122.
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5. Thiele JJ, Hsieh SN, Ekanayake-Mudiyanselage S. Vitamin E: critical review of its current use in cosmetic and clinical dermatology. Dermatol Surg. 2005;31(7 Pt 2):805-813.
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7. Thiele JJ, Ekanayake-Mudiyanselage S. Vitamin E in human skin: organ-specific physiology and considerations for its use in dermatology. Mol Aspects Med. 2007;28:646-667.
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14. Brigelius-Flohé RBF, Traber MG. Vitamin E: function and metabolism. FASEB J. 1999;13:1145-1155.
15. Biasebeti MDBC, Rodrigues ID, Mazur CE. Relação do consumo de vitaminas e minerais com o sistema imunitário: uma breve revisão. Visão Académica. 2018; 19(1):130-136.

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