SimbioticFlora

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39,00 

Suplemento alimentar com: de FOS, vitaminas do complexo B e estirpes bacterianas seleccionadas que permitem um reforço adequado da flora intestinal em adultos e crianças a partir dos 4 anos.

Principais características dos ingredientes:
✔ Estirpes seleccionadas: Reposição e reforço da flora bacteriana intestinal
✔ FOS: Regulação do trânsito intestinal

Apresentação: caixa com 10 saquetas de 6 g de pó.

REF: F302126 Categorias: ,
IngredientesToma Diária: 1 saqueta
Tomas por embalagem: 10
%VRN
FOS (Fruto-oligossacarídeos)3000mg**
Complexo Probiótico (estirpes seleccionadas)500mg**
Vitamina B61,4mg100%
Vitamina B20,7mg50%
Vitamina B10,6mg54,55%
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Como reforço do sistema imunitário: Tomar 1 saqueta por dia. Como normalizador intestinal: Tomar 1 saqueta às duas principais refeições (almoço e jantar). Misturar o conteúdo da saqueta nos cereais, saladas, sumos, iogurte ou água. Em alternativa, colocar o produto diretamente na boca e deglutir, tomando precauções, uma vez que se trata de um pó. Não tomar com alimentos ou bebidas quentes uma vez que as temperaturas elevadas podem comprometer a atividade.

FOS (Fruto-Oligossacáridos); Maltodextrina de Milho; Dextrose; Complexo de estirpes selecionadas (Bifidobacterium animalis subs. lactis, Bifidobacterium infantis, Enterococcus faecium, Lactobacillus acidophilus, Lactobacillus paracasei, Lactobacillus plantarum, Lactobacillus salivarius, Lactococcus lactis, Saccharomyces cerevisiae – 1×109 UFC/g); Aroma; Edulcorante: Sacarina Sódica; Vitamina B2 (Riboflavina-5’-fosfato de Sódio); Vitamina B6 (Cloridrato de Piridoxina); Vitamina B1 (Cloridrato de Tiamina).

✔ A vitamina B6 contribui para a síntese normal da cisteína.
✔ A vitamina B6, a vitamina B2 e a vitamina B1 contribuem para o normal metabolismo produtor de energia.
✔ A vitamina B6, a vitamina B2 e a vitamina B1 contribuem contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso.
✔ A vitamina B6 contribui para o normal metabolismo da homocisteína.
✔ A vitamina B6, a vitamina B2 e a vitamina B1 para uma normal função psicológica.
✔ A vitamina B6 e a vitamina B2 contribuem para a formação normal de glóbulos vermelhos.
✔ A vitamina B6 contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário.
✔ A vitamina B6 a vitamina B2 contribuem para a redução do cansaço e da fadiga.
✔ A vitamina B6 contribui para a regulação da atividade hormonal.
✔ vitamina B2 contribui para a manutenção de mucosas normais.
✔ vitamina B2 contribui para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis.

Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Devido à inexistência de estudos que confirmem a segurança de utilização em caso de gravidez e aleitamento, este suplemento não deve ser utilizado nestas situações, salvo indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorrecções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

Os Fruto-oligossacarídeos são um dos prebióticos mais estudados, sendo hidrossolúveis e baixos em calorias. Estes vão auxiliar na redução dos níveis de colesterol, inibir o crescimento de bactérias putrefactivas prejudiciais e melhorar a absorção de minerais, como o Cálcio e Magnésio, no intestino. São uma fonte de carbono preferencial para probióticos, aumentando o crescimento da microbiota intestinal benéfica e sendo por isso utilizados como prebióticos funcionais em suplementos alimentares. 

Além de efeitos bifidogénicos, a ingestão regular e adequada de FOS apresenta mais valias em problemas associados a distúrbios gastrointestinais, cardiovasculares, obesidade, diarreia, osteoporose, arterosclerose e diabetes tipo 2. Adicionalmente, promove a digestão e o metabolismo da lactose, a reciclagem de substâncias como o estrogénio e a síntese de vitaminas do complexo B e de imunoestimulantes com atividade anti-tumoral. 

São conhecidos por estimular a absorção de água e eletrólitos na mucosa intestinal e reduzir a formação de genotoxinas e enzimas que formam carcinogénios no intestino. Atribui-se assim ao seu consumo, a redução do potencial de risco de várias patologias associadas a um elevado nível de bactérias intestinais patogénicas, como as doenças auto-imunes, cancro, acne, cirrose, obstipação, intoxicação alimentar, alergias e intolerâncias alimentares.

Bibliografia

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Os probióticos enquanto células vivas com benefícios na saúde humana, têm sido extensamente utilizados e estudados com provas de evidência científica.

Sabe-se que a composição da microbiota intestinal é um dos fatores mais importantes na manutenção da saúde do hospedeiro.

Os Lactobacilos e Bifidobactérias são os principais microrganismos benéficos na microbiota intestinal, havendo tam­bém potencial em Lactococcus e leveduras.

Exibem potentes propriedades importantes, como anti-in­flamatóriaantialérgica, além de imunoestimulante, uma vez que a microbiota desempenha um papel crítico na resposta e sinalização do sistema imunitário.

O género Bifidobacterium é de extrema importância na microbiota animal, estando distribuída no trato gastrointestinal e geniturinário hu­mano, dominando a microflora infantil, estimuladas pelas glicoproteínas do colostro e leite humano e diminuindo com o aumento da idade.

O género Lactobacillus está também distribuído no trato genital e gastrointestinal dos humanos e outros animais como promotor de saúde, sendo a sua dis­tribuição afetada pelo pH, disponibilidade de oxigénio, substratos específicos, secreções e interações bacterianas.

A presença de Enterococcus faecium é também importante na prevenção de infeção por Salmonella.

Entre as leveduras a Saccharomyces cerevisiae é das mais comuns com potencial efeito probiótico, demonstrando tolerância a baixo pH e bílis e protege contra infeções bacterianas através da redução de resposta pro-inflamatória intestinal.

Lactococcus está entre as espécies bacterianas reconhecidas pela sua capacidade de prevenir ou limitar o desenvolvimento de bolor micotoxinogénico, bem como os Lactobacillus. Estes últimos demonstram alguma evidência na prevenção de infeções do trato urinário recorrentes em mulheres e efeito bactericida in vitro contra a H. pylori, assim como as Bifidobactérias.

Os efeitos benéficos descritos do consumo de probióticos incluem a melhoria da saúde intestinal e de sintomas de intolerância à lactose e diminuição do risco de diversas doenças, uma vez que um desequilíbrio na microbiota intestinal (disbiose) poderá levar a patologias como obesidade, síndrome do intestino irritável e doença inflamatória intestinal. Este desequilíbrio pode dever-se à utilização de antibióticos, ao stress, ao clima, a infeção, doença, cirurgia, ao estilo de vida e a um padrão alimentar errado.

Neste sentido, os probióticos poderão ser a chave, para aumentar a comunidade de microrganismos benéficos, auxiliando na redução do risco de doenças e, em alguns casos, na melhoria do estado terapêutico.

Bibliografia

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4. Kechagia M, Basoulis D, Konstantopoulou S, et al. Health Benefits of Probiotics: A Review. ISRN Nutr. 2013. doi:10.5402/2013/481651

A Vitamina B6 (Piridoxina) é há muito considerada um cofator enzimático de relevo na síntese de neurotransmis­sores (triptofano), mantendo em bom estado a função cerebral. Para além de ser essencial na formação de serotonina e norepinefrina, de gran­de influência no humor, e para a formação de melatonina, que ajuda na regulação do ciclo do sono.

Mais recentemente, é considerada também um poderoso antioxidante de elevada importância para o bem-estar das células, protegendo-as contra o stress oxidativo.

Esta vitamina contribui para a regulação da atividade hormonal e forma­ção normal de glóbulos vermelhos, para a síntese da cisteína e da homocisteína e para o adequado funcionamento do sistema imunitário, nervoso e função cognitiva.

Para além de ser importante no desenvolvimento e manutenção da pele, estando também presente em vários produtos para o cabelo e unhas, tendo demonstrado melhorias na aparência dos mesmos.

Esta vitamina intervém no normal metabolismo de proteínas, glicogénio e na produção de energia, contribuindo para a redução do cansaço e da fadiga.

Pode ser obtida da carne, lacticínios, feijões, frutos secos, batatas e variadas frutas e legumes. Por isso, a sua carência é rara em países desenvolvidos, contudo poderá ocorrer em utilizadoras de contracetivos orais e outros fármacos, fumadores, alcoólicos, celíacos ou dia­béticos.

Baixos níveis de Vitamina B6 estão associados a aumento do risco de doença cardiovascular e cancro, artrite reumatoide e doença inflamatória intestinal. Estudos publicados demonstram que a inflamação e doenças inflamatórias estão associadas a reduções dos níveis plasmáticos desta vitamina até 50% e que a suplementação melhora parâmetros imunológicos.

O aporte adequado de Vitamina B6 contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso e função psicológica, para o sistema imunitário, para a regulação da atividade hormonal e síntese normal da cisteína e da homocisteína. Para além disso, tendo um papel relevante no metabolismo produtor de energia e para a formação de glóbulos vermelhos. A Vitamina B6 contribui para a redução do cansaço e da fadiga e para a manutenção do cabelo, pele e unhas normais.

Bibliografia

1. Mooney S, Leuendorf JE, Hendrickson C, Hellmann H. Vitamin B6: A long known compound of surprising complexity. Molecules. 2009;14:329-351. doi:10.3390/molecules14010329
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A Riboflavina é um nutriente essencial, atuando como coenzima em diversas funções, nomeadamente no metabolismo produtor de energia, para além da sua capacidade de prote­ção antioxidante.

Pode ser encontrada em ovos, lacticínios, carne magra e vegetais verdes.

A sua carência é mais prevalente em países subdesenvolvidos, contudo, atletas, pessoas com cancro, doença cardíaca congénita, hipotiroidismo, gravidez/amamentação, idade avançada, alimentação vegetaria­na, doença hepática ou renal, infeções prolongadas, medicação com determinados antidepressivos (tricíclicos) e antibióticos (tetracíclicos) ou consumo excessivo de álcool, têm maior risco de carência. O défice em Vitamina B2 tem implicações na eficácia de outras vitaminas, pois as flavoenzimas estão diretamente ligadas ao seu metabolismo, nomeadamente da vitamina B12, B9, B3, B6, K e D, afetando ainda a absorção de Ferro, o metabolismo do triptofano, disfunção mitocondrial, do trato gastroin­testinal e cerebral.

Consequências incluem: dor de garganta, hiperemia, edema oral e das membranas mucosas, queda de cabelo, cataratas, enxaqueca, anemia, dermatite seborreica e comprometimento da função nervosa.

A vitamina B2 atua como antioxidante contra o stress oxidativo, especialmente contra a peroxidação lipídica e lesão oxidativa de reperfusão, podendo atuar no ciclo da glutationa ou outros mecanismos de reforço do efeito de outros antioxidantes, como a vitamina C.

Existe, ainda, interesse no papel que a Riboflavina desempenha na determinação das concentrações de homocisteí­na, fator de risco de comprometimento cognitivo, complicações de gravidez e doença cardiovascular, sugerindo os estudos que esta poderá inibir a progressão de AVC e proteger o tecido cerebral de lesões isquémicas.

Quando necessária, a sua suplementação com 5 a 10 vezes a dose diária recomendada é apropriada, não devendo, no entanto, ser prolongada por potencial fotorreativo.

O aporte adequado de Riboflavina contribui para a manutenção de visão, pele, mucosas e glóbulos vermelhos normais, bem como para o bom funcionamento do sistema nervoso e redução do cansaço e da fadiga.

Bibliografia

1. Ashoori M, Saedisomeolia A. Riboflavin (vitamin B2) and oxidative stress: A review. Br J Nutr. 2014;111:1985-1991. doi:10.1017/S0007114514000178
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A Vitamina B1 ou Tiamina é uma vitamina hidrossolúvel e a sua forma biologicamente ativa, tiamina pirofosfato, é cofator no metabolismo de macronutrientes.  Nomeadamente na glicólise e descarboxilação oxidativa dos hidratos de carbono para a normal produção de energia.

Para além disso, esta vitamina, é importante para o adequado funcio­namento do sistema nervoso, função cognitiva e cardiovascular. Desempenha importantes funções na função e estrutura dos nervos, intervindo na síntese de mielina e em vários tipos de neurotransmissores, como a acetilcolina e o GABA, atuando como coenzima do sistema nervoso e no metabolismo cerebral – doenças neurodegenerativas, diabetes, dis­túrbios alimentares e cancro.  

Considera-se que a função mais importante da Vitamina B1 é a sua ampla contribuição para o me­tabolismo energético, como cofator essencial à conversão de hidratos de carbono em glicose, ajudando a fornecer energia às células nervosas, que são as células que mais energia consomem.

Sintomas frequentes da deficiência em B1 incluem beribéri – uma síndrome que compromete o sistema nervoso periférico, a desnutrição, a insuficiência cardíaca, a acidose láctica, a neuropatia periférica, a ata­xia e alterações oculares, progredindo para distúrbios e perda de memória e/ou psicose.

Sinais desta síndrome também se revelam ao nível do cabelo, que se torna mais fino e também alterações un­gueais, que melhoram substancialmente com a suplementação desta vitamina, pelo que está presente em diver­sos produtos para cabelo e unhas.

Esta vitamina é encontrada naturalmente em alimen­tos como a carne de porco e vaca, espinafres, pão e cereais integrais ou frutos secos, sendo que um adulto consegue armazenar cerca de 30 g no tecido muscular, fígado e rins.

Também pode ser produzida pela microflora do intestino delgado, órgão responsável pela sua absorção. Daí que algumas situações que afetam o trato gastrointestinal possam acarretar risco de deficiência em B1, tal como alcoolismo, VIH ou cirurgia bariátrica.

Para além disto, outras situações de risco para a sua deficiência incluem desnutrição que poderá ser devida a reduzida ingestão, perda au­mentada ou comprometimento da sua absorção, que poderão existir em cenários clínicos como insuficiência cardíaca, renal ou inanição.

A deficiência de Tiamina também pode ocorrer em pessoas com obesidade, pela má qualidade da ali­mentação, consumo excessivo de alimentos açucarados e/ou consumo inadequado de cereais integrais e legumes. Daí que um reforço dos níveis de Tiamina possa ser útil no tratamento de pessoas com excesso de peso.

Em súmula, o aporte adequado de Tiamina contribui para o normal metabolismo produtor de energia, para o funcionamento do sistema nervoso, função cognitiva e memória. Tem a capacidade de fortalecer o sistema imunológico e me­lhorar a capacidade do corpo para resistir a condições de stress.

Bibliografia

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9. Kerns JC, Arundel C, Chawla LS. Thiamin De fi ciency in People with Obesity. Adv Nutr. 2015;6:147-153. doi:10.3945/an.114.007526.

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