Spell Lax

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Suplemento alimentar com: Aveia, Centeio, Cevada, Quitosano, Garcinia, Sene, Alcachofra e Cáscara Sagrada.

Apresentação: caixa com 30 cápsulas de 350 mg.

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REF: 20191.SP Categorias: ,
IngredientesToma Diária: 1 cápsula
Tomas por embalagem: 30
%VRN
Misturas de fibras [Aveia (Avena sativa),Centeio (Secale cereale) e Cevada (Hordeum vulgare)]100 mg**
Quitosano80 mg**
Extrato Seco de Garcinia Cambogia, Garcinia12,5 mg**
Extrato Seco Cassia Angustifolia, Sene10 mg**
Extrato Seco de Cynara scolymus, Alcachofra5 mg**
Extrato Seco de Rhamnus purshiana, Cáscara Sagrada5 mg**
Picolinato de Crómio (Padronizado a 12.5% de Crómio)320 µg100%
(Padronizado a 12.5% de Crómio)40 µg (Cr)**
*VRN (valor de referência do nutriente) estabelecido no Regulamento nº 54/2010 de 28 Maio **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Tomar 1 cápsula por dia ao deitar.

Misturas de fibras [Aveia (Avena sativa), Centeio (Secale cereale) e Cevada (Hordeum vulgare)]; Quitosano; Extrato seco de Garcinia Cambogia, Garcinia; Extrato Seco Cassia Angustifolia, Sene ; Extrato Seco de Cynara scolymus, Alcachofra; Extrato Seco de Rhamnus purshiana, Cáscara Sagrada; Picolinato de Crómio (Padronizado a 12.5% de Crómio); Celulose Microcristalina (Antiaglomerante); Cápsula: Gelatina, Dióxido de Titânio (Corante).

Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Não se recomenda a utilização deste produto em caso de gravidez e aleitamento. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

A aveia é um cereal rico em avenantramida, um composto fenólico com ação antioxidante que combate o excesso de radicais livres no organismo, ajudando, assim, a prevenir o surgimento de doenças, como diabetes, aterosclerose e pressão alta.

Além disso, a aveia é rica em fibras que aumentam o volume das fezes e estimulam os movimentos naturais do intestino, além de prolongarem a saciedade, combatendo a prisão de ventre e promovendo a perda de peso.

Por ser rica em fibras, a aveia diminui a velocidade de absorção do açúcar dos alimentos, ajudando a controlar os níveis de glicose no sangue, evitando, assim, a resistência à insulina e diabetes.

A aveia ajuda a emagrecer, porque é rica em fibras que diminuem o tempo de digestão dos alimentos, prolongando a saciedade e diminuindo o consumo de alimentos ao longo do dia.

A aveia é rica em zinco, um mineral com potente ação antioxidante e anti-inflamatória, que participa no desenvolvimento e manutenção das células do sistema imunológico, participando da cicatrização de feridas e ajudando a diminuir o tempo de gripes e resfriados.

A aveia ajuda a manter o bom funcionamento do intestino, porque é rica em fibras insolúveis, um tipo de fibra que estimula os movimentos naturais do intestino, facilitando a eliminação das fezes e combatendo, assim, a prisão de ventre.

Além disso, as fibras da aveia servem de alimento para as bactérias benéficas do intestino, promovendo o equilíbrio da flora intestinal e melhorando situações, como diarreia e síndrome do intestino irritável.

A aveia tem ótimas quantidades de avenantramida, um antioxidante que aumenta a produção de óxido nítrico no organismo, uma substância que promove o relaxamento dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação de sangue e ajudando a controlar a pressão arterial.

Bibliografia:

1. Qi Wang; Ellis, R, Peter. Oat b-glucan: physico-chemical characteristics in relation to its blood-glucose and cholesterol-lowering properties. British Journal of Nutrition. 112.ed; S4–S13, 2014.
2. Perreli, Andrea et al. Biological Activities, Health Benefits, and Therapeutic Properties of Avenanthramides: From Skin Protection to Prevention and Treatment of Cerebrovascular Diseases. Oxidative Medicine and Cellular Longevity. 1-17, 2018.
3. Malachen, Bruno Eduardo et al. Composição e propriedades fisióligas e funcionais da aveia. FAG Journal of Health. Vol.1. 2.ed; 185-200, 2019.
4. Mak, Kevin C.; et al. Whole-Grain Ready-to-Eat Oat Cereal, as Part of a Dietary Program for Weight Loss, Reduces Low-Density Lipoprotein Cholesterol in Adults with Overweight and Obesity More than a Dietary Program Including Low-Fiber Control Foods. Journal of the American Dietetic Association. 110. 2; 205-211, 2010.

O centeio é um cereal resistente a baixas temperaturas, tem uma textura mais densa do que a de outros cereais, e um sabor forte e marcante.

O centeio tem um valor nutricional valioso, que pode trazer diversos pontos positivos para o organismo. É rico em minerais como manganês, cobre, magnésio, fósforo e vitaminas do complexo B.

Contém um valor considerável de fibras alimentares, que beneficiam a saúde intestinal e aumentam a sensação de saciedade — e como consequência ajudam na perda de peso.

Tem um índice glicémico baixo: a viscosidade do centeio faz com que ele seja de difícil digestão, por isso, os níveis de glicose no sangue não aumentam muito depois do consumo.

Reduz o colesterol “mau”: as beta-glucanas (um tipo de fibra), encontradas na farinha de centeio, reduzem os níveis elevados de LDL no sangue.

É rico em vitaminas e minerais: o centeio tem 30% mais ferro que o trigo, além de ter duas vezes mais potássio. O grão também é rico em vitaminas do complexo B.

Contém antioxidantes: por ser rico em polifenóis, o centeio contém efeitos antioxidantes que ajudam no combate de radicais livres.

Bibliografia:

1. Pihlava JM, Hellström J, Kurtelius T, Mattila P. Flavonoids, anthocyanins, phenolamides, benzoxazinoids, lignans and alkylresorcinols in rye (Secale cereale) and some rye products. J Cereal Sci. 2018;79:183–192.
2.Kofler R, Bartoš J, Li G, Stift G, Suchánková P, et al. Development of microsatellite markers specific for the short arm of rye (Secale cereale L.) chromosome 1. Theor Appl Genet. 2008;117:915–926.
3. Kuzel S., Romanova I., Augspole I., Linina A. Winter rye (Secale cereale L.) antioxidant capacity, total phenolic content and quality indices. Agron. Res. 2020;18:1751–1759.

A cevada (Hordeum vulgare) é um cereal que fornece muitos benefícios para a saúde, como favorecer o emagrecimento, diminuir o colesterol “mau”, combater a prisão de ventre e manter a saúde da tireoide.

Esses benefícios são possíveis, porque a cevada é um alimento funcional rico em fibras, carotenoides e minerais, como selénio, zinco e magnésio, nutrientes com propriedades antioxidantes, sacietogênicas, laxantes e hipocolesterolêmicas.

A cevada ajuda a prevenir o envelhecimento precoce, por ser um cereal rico em zinco e selênio, minerais antioxidantes que combatem os radicais livres, evitando os danos às células saudáveis da pele.

Por ter boas quantidades de fibra solúvel e insolúvel, a cevada hidrata e aumenta o volume das fezes, e estimula os movimentos naturais do intestino, ajudando a combater a prisão de ventre.

Sendo um cereal com boas quantidades de selênio e zinco, que são minerais com ação antioxidante, a cevada fortalece o sistema imunológico por melhorar as funções de interleucinas, macrófagos e linfócitos T e B, células de defesa que protegem o organismo contra doenças causadas por vírus, bactérias e fungos.

A cevada mantém a saúde dos olhos por conter luteína e zeaxantina, carotenoides presentes na retina que protegem os olhos contra os danos causados pelos radicais livres e contra a luz azul emitida por dispositivos eletrónicos.

Por conter magnésio e zinco, a cevada fortalece os ossos, pois esses minerais ajudam a converter a vitamina D na sua forma ativa, permitindo a absorção de cálcio e fósforo pelo organismo.

A cevada ajuda a melhorar o humor e o sono, pois contém magnésio, um mineral que atua na produção e na melhora das funções da serotonina, um neurotransmissor que promove o bem-estar e a felicidade.

O selénio, presente em ótimas quantidades na cevada, é um mineral importante para a conversão dos hormónios tireoidianos T4 em T3, regulando a sua concentração no organismo e ajudando, por isso, a manter a saúde da tireoide.

Bibliografia:

1. Rohde W, Dörr S, Salamini F, Becker D. Structure of a chalcone synthase gene from Hordeum vulgare. Plant Mol Biol. 1991;16(6):1103–1106.
2. Wise RP, Rohde W, Salamini F. Nucleotide sequence of the Bronze-1 homologous gene from Hordeum vulgare. Plant Mol Biol. 1990;14(2):277–279.
3. Jeong JB, Hong SC, Jeong HJ. 3,4-Dihydroxybenzaldehyde purified from the barley seeds (Hordeum vulgare) inhibits oxidative DNA damage and apoptosis via its antioxidant activity. Phytomed. 2009;16:85–94.
4. Choi KC, Hwang JM, Bang SJ, Son YO, Kim BT, Kim DH, Lee SA, Chae M, Kim H, Lee JC. Methanol extract of the aerial parts of barley (Hordeum vulgare) suppresses lipopolysaccharide-induced inflammatory responses in vitro and in vivo. Pharm Biol. 2013;51:1066–1076.

O Quitosano é um mucopolissacarídeo derivado da quitina, extraído do exoesqueleto de espécies marinhas (crustáceos), como o caranguejo, a la­gosta ou o camarão. Este polissacarídeo apresenta uma vasta gama de atividades biológicas.

Ao entrar em contacto com os fluidos estomacais, o Quitosano transforma-se num gel com carga global positiva, tornando-o apto a atrair e a ligar-se a moléculas carregadas negativamente, como é o caso dos ácidos gordos e dos sais biliares.

Assim, as gorduras ingeridas através da alimentação quando en­tram em contacto com o gel ficam capturadas nas moléculas deste polímero, o que impede a sua absorção intestinal e faz com que sejam excretadas através das fezes.

A ação do Quitosano impede a natural emulsifi­cação e absorção das gorduras, reduzindo a quantidade de calorias assimiladas, o que resulta num natural défice calórico e na redução do peso corporal. Por este motivo, o Quitosano tem sido muito utilizado nas formulações de suplementos alimentares para a perda de peso, por inibir a absorção de gordura e colesterol pelo corpo, auxiliando simultaneamente na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, devido à capacidade de diminuir a pressão arterial.

Para além da sua ação direta no intestino, o Quitosano parece exercer influência sobre o controlo do apetite, através da regulação de genes relacionados com o comportamento alimentar, como a leptina e o neuropeptídeo Y, no intestino delgado. A ingestão de Quitosano parece reduzir o apetite, a ingestão diária e, consequentemente, a quantidade total de calorias ingeridas.

Como o Quitosano é uma fibra dietética, não é digerido nem absorvido pelo organismo, o que favorece a regulação do trânsito intestinal, ajudando a prevenir a prisão de ventre e protegendo o organismo de alguns tipos de cancro, como o cancro do cólon e reto. Para além disto, parece ter um efeito imunoestimulante ao potenciar a atividade das células NK (na­tural killer) e através da estimulação das células dendríticas, desempenhando uma ação antitumoral.

Têm sido, ainda, propostas outras aplicações para o Quitosano, como agente antibacteriano, antifúngico, antioxidante, ou antitumoral por indução de apoptose e estimulação da proliferação de linfócitos T.

Bibliografia:

1. Moraru C, Mincea MM, Frandes M, Timar B, Ostafe V. A meta-analysis on randomised controlled clinical trials evaluating the effect of the dietary supplement chitosan on weight loss, lipid parameters and blood pressure. Med. 2018;54(6):1-15. doi:10.3390/MEDICINA54060109
2. Lenz TL, Hamilton WR. Supplemental products used for weight loss. J Am Pharm Assoc. 2004;44(1):59-68. doi:10.1331/154434504322713246
3. Wang W, Xue C, Mao X. Chitosan: Structural modification, biological activity and application. Int J Biol Macromol. 2020. doi:10.1016/j.ijbiomac.2020.09.042
4. Egan ÁM, O’Doherty J V., Vigors S, Sweeney T. Prawn shell chitosan exhibits anti-obesogenic potential through alterations to appetite, affecting feeding behaviour and satiety signals in vivo. PLoS One. 2016;11(2):1-16. doi:10.1371/journal.pone.0149820
5. Li X, Dong W, Nalin AP, et al. The natural product chitosan enhances the anti-tumor activity of natural killer cells by activating dendritic cells. Oncoimmunology. 2018;7(6). doi:10.1080/2162402X.2018.1431085
6. Sacco P, Cok M, Scognamiglio F, et al. Glycosylated-chitosan derivatives: A systematic review. Molecules. 2020. doi:10.3390/molecules25071534

O extrato proveniente do fruto da Garcinia cambogia, planta nativa da Índia, Nepal e Sri Lanka, é tradicionalmente utilizado como coadjuvante digestivo, em distúrbios gastrointestinais e no reumatismo, tendo sido recentemente associado a um potencial efeito benéfico na perda de peso.

O principal componente bioativo deste extrato, o ácido hidroxicítrico (HCA), atua ao nível mitocôndrial bloqueando a ATP-citrato liase, enzima necessária à conversão de citrato em coenzima A, condicionando a produção e o armazenamento de gordura. Deste modo, a glicose excedente é convertida em glicogénio e armazenada no fígado e músculos, disponibilizando energia de forma imediata, ao invés de ser armazenada nos adipócitos após o processo de lipogénese.

No tratamento da obesidade, o HCA demonstrou ser ter efeito benéfico sobre a acumulação de gordural visceral, para além de apresentar um efeito inibitório sobre a recaptação de serotonina, um neurotransmissor que interfere na regulação do apetite e humor, providenciando um efeito anorexigénico e uma maior sensação de saciedade.

Para além de interferir com a oxidação de ácidos gordos, colesterol e triglicéridos, a Garcinia apresenta simultaneamente atividade antidiabética, antioxidante, anti-inflamatória, e hepatoprotetora.

Bibliografia:

1. Semwal RB, Semwal DK, Vermaak I, Viljoen A. A comprehensive scientific overview of Garcinia cambogia. Fitoterapia [Internet]. 2015;102:134–48. Available from: http://dx.doi.org/10.1016/j.fitote.2015.02.012
2. Lenz TL, Hamilton WR. Supplemental products used for weight loss. Journal of the American Pharmacists Association. 2004.
3. Hayamizu K, Ishii Y, Kaneko I, Shen M, Okuhara Y, Shigematsu N, et al. Effects of Garcinia cambogia (Hydroxycitric Acid) on Visceral Fat Accumulation: A Double-Blind, Randomized, Placebo-Controlled Trial. Curr Ther Res – Clin Exp. 2003;64(8):551–67.
4. Westerterp-plantenga MS, Kovacs EMR. The effect of ( 7 ) -hydroxycitrate on energy intake and satiety in overweight humans. Int J Obes. 2002;870–2.

O sene é proveniente da espécie Cassia angustifólia, nativa do Egipto, o Área do Médio Oriente (Somália, a Península Arábica) e Índia.

Os senósidos A e B, em conjunto com outros derivados da antraquinona (aloeemodina e reina), são responsáveis pelo efeito laxante do sene. Além de apresentarem uma vasta gama de atividades farmacológicas, incluindo antineoplásicos, anti-inflamatórios, antiartríticos, antifúngicos, antibacterianos, antivirais, antiplaquetários e neuroprotectores.

Eles chegam ao intestino grosso sem sofrer alterações e são hidrolisados pela flora bacteriana, dando origem aos principais metabolitos ativos: reína e reina-antrona. Estas antraquinonas livres alteram o transporte eletrolítico do cólon, aumentando os fluidos intraluminais, agindo também como irritantes da mucosa intestinal. Portanto, estes metabolitos atuam tanto ao nível da secreção, como da motilidade. O resultado é o estímulo do peristaltismo no cólon, levando à expulsão das fezes.

Pode dizer-se, portanto, que o principal mecanismo de ação do sene é a ação seletiva no nervo plexo do músculo liso intestinal que aumenta a motilidade intestinal, sendo considerado um laxante estimulante.

Devido à sua origem natural, aparente baixa toxicidade e eficácia, o sene é usado popularmente no tratamento da obstipação. Habitualmente, o sene é usado em conjunto com outras fontes de fibra, como o psílio, para maior eficácia.

Bibliografia:

1. Cirillo C, Capasso R. Constipation and botanical medicines: An overview. Phyther Res. 2015. doi:10.1002/ptr.5410
2. Vilanova-Sanchez A, Gasior AC, Toocheck N, et al. Are Senna based laxatives safe when used as long term treatment for constipation in children? J Pediatr Surg. 2018. doi:10.1016/j.jpedsurg.2018.01.002
3. Izzy M, Malieckal A, Little E, Anand S. Review of efficacy and safety of laxatives use in geriatrics. World J Gastrointest Pharmacol Ther. 2016. doi:10.4292/wjgpt.v7.i2.334
4. Alsalimy N, Madi L, Awaisu A. Efficacy and safety of laxatives for chronic constipation in long-term care settings: A systematic review. J Clin Pharm Ther. 2018. doi:10.1111/jcpt.12721

O extrato de Alcachofra, a Cynara scolymus, comum na Europa central e do sul, tem sido utilizado tradicionalmente pelas suas atividades coleréticas (aumento da excreção de bílis e concentração em ácidos biliares) e hepatoprotetoras, associadas ao seu conteúdo em cinarina, luteolina e outros ácidos fenólicos e flavonóides.

Demonstrou diminuir significativamente os níveis de malondialdeído (MDA) alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST) e aumentar a atividade da superóxido dismutase (SOD) e catalase (CAT) em lesões hepáticas, indicando efeitos hepatocurativos por redução da peroxidação lipídica e efeitos positivos na via de regulação de reparação de ADN. Esta atividade sugere que a alcachofra possa ser usada no tratamento de doenças hepáticas. De facto, sendo uma fonte de compostos fenólicos (cinarina, ácido ferrúlico), lactonas, flavonoides (luteolina), fitoesteróis (taraxasterol), inulina, fibras e minerais, o extrato de alcachofra exibe um amplo espetro de atividades: antimicrobiana, anti-inflamatória, colerética, hepatoprotetora, hipolipemiante, diurética, antioxidante e anticarcinogénica.

Numa série de ensaios clínicos, a alcachofra demonstrou que além de induzir melhorias nas enzimas hepáticas, era capaz de reduzir significativamente os níveis triglicéridos e colesterol. Os polifenóis presentes no extrato aquoso de alcachofra demonstram um evidente efeito hipolipedemiante e antiaterogénico, possivelmente ajudando a prevenir a aterosclerose atuando sobre o colesterol total, os triglicéridos, o LDL, as interleucinas (inibição de citocinas inflamatórias) e a proteína C reativa, contribuindo para minimizar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Bibliografia:

1. Lattanzio V, Kroon PA, Linsalata V, Cardinali A. Globe artichoke: a functional food and source of nutraceutical ingredients. J Funct Foods. 2009; 1:131-144.
2. Speroni E, Cervellati R, Govoni P, Guizzardi S, Renzulli C, Guerra MC. Efficacy of different Cynara scolymus preparations on liver complaints. J Ethnopharmacol. 2003; 86:203-211.
3. Colak E, Ustuner MC, Tekin N, et al. The hepatocurative effects of Cynara scolymus L. leaf extract on carbon tetrachloride-induced oxidative stress and hepatic injury in rats. Springerplus. 2016; 5(216):1-9.
4. Pereira C, Barros L, Ferreira ICFR. Analytical Tools Used to Distinguish Chemical Profiles of Plants Widely Consumed as Infusions and Dietary Supplements: Artichoke, Milk Thistle, and Borututu. Food Anal Methods. 2014; 7:1604-1611.
5. Pereira C, Calhelha RC, Barros L, Queiroz MJRP, Ferreira ICFR. Synergisms in antioxidant and anti-hepatocellular carcinoma activities of artichoke, milk thistle and borututu syrups. Ind Crops Prod. 2014; 52:709-713.
6. Mocelin R, Marcon M, Santo GD, et al. Hypolipidemic and antiatherogenic effects of Cynara scolymus in cholesterol-fed rats. Rev Bras Farmacogn. 2016.
7. Wu P, Li L, Du GH. Ferulic Acid. Natural Small Molecule Drugs from Plants. 2018: 75-80.

A cáscara sagrada é uma planta medicinal muito utilizada para tratar a prisão de ventre, devido ao seu efeito laxante que estimula os movimentos intestinais e promove a eliminação das fezes.

Além disso, a cáscara sagrada, cujo nome científico é Rhamnus purshiana D.C , ajuda a aumentar o apetite e possui propriedade purgativa, diurética e digestiva.

A cáscara sagrada possui ação laxativas, diuréticas, estimuladoras e tônicas e, por isso, pode ser utilizada para tratar, a curto prazo, a prisão de ventre, já que restabelece o tônus natural do cólon e promove um aumento suave e regular os movimentos peristálticos do intestino.

Quando consumida, a cáscara sagrada libera uma substância no intestino grosso que é processada pela flora bacteriana, produzindo a liberação de agliconas que atuam sobre a mucosa e promovendo a evacuação.

Em pequenas doses, a cáscara sagrada pode também ajudar a estimular o apetite. Além disso, essa planta medicinal facilita a expulsão da bile acumulada na vesícula biliar, ajudando a diminuir a absorção de gordura a nível intestinal.

Bibliografia:

1. I, Rizzo, Varsavsky E, Vedoya G, Haidukowski M, Frade H, and Chiale C. “Mycotoxicological control on raw material and tablets of cascara sagrada (Rhamnus purshiana).” Mycotoxin Research 15, no. 2 (June 1999): 91–95.
2. Mereto E, Ghia M, Brambilla G. Evaluation of the potential carcinogenic activity of senna and cascara glycosides for the rat colon. Cancer Letters. 1996;101(1):79–83.

A forma trivalente de Crómio foi proposta como elemento essencial aos mamíferos há mais de 60 anos, por ser um elemento envolvido em várias reações bioquímicas cruciais no metabolismo, incluindo regulação do metabolismo dos hidratos de carbono, dos lípi­dos e potencialmente também das proteínas, por aumento da eficácia da insulina. Está presente em quase todos os alimentos, mas em concentrações muito baixas, pelo que a maioria do Crómio dietético pro­vém do processamento de comida em equipamentos de aço inoxidável, o que pode verificar-se insu­ficiente na sociedade ocidental atual.

Níveis de Crómio adequados parecem estar relacionados com a melhoria da resistência à insulina, ajudando na regulação dos níveis de glicose no sangue, fator especialmente relevante no controlo do apetite e inibição dos ímpetos para consumo de hidratos de carbono. O Crómio parece, também, desempenhar um importante papel anti-inflamatório, já que a atenuação da resistência à insulina resulta na diminuição de citocinas pró-inflamatórias.

O Crómio também tem a capacidade de aumentar a produção de enzimas antioxidantes e inibir a peroxidação lipídica, modulando o stress oxidativo nas células e a inflamação, causados pela hiperglicémia na diabetes tipo.

Como tal, a suplementação com Crómio é reconhecida por ser um coadjuvante no tratamento da diabetes, devido ao seu papel no metabolismo da insulina. Ativa as vias de sinalização intracelular incluindo o aumento da densidade de proteínas GLUT4 (transportador de glicose) na superfície da membrana celular e, portanto, aumenta o transporte de glicose para as células, apresentando efeitos benéficos no controlo glicémico.

Al­guns estudos relacionam o uso de suplementos de Crómio com melhorias no perfil lipídico, incluindo decréscimo dos níveis de colesterol LDL e triglicerídeos. A sua carência pode resultar em concentrações elevadas de insulina circulante, hiperglicémia, hipercolesterolémia e aumento de gordura corporal.

Bibliografia:

1. Kaplan BJ, Crawford SG, Field CJ, Simpson JSA. Vitamins, Minerals, and Mood. Psychol Bull. 2007;133(5):747-760. doi:10.1037/0033-2909.133.5.747
2. Kazi TG, Afridi HI, Kazi N, et al. Copper, chromium, manganese, iron, nickel, and zinc levels in biological samples of diabetes mellitus patients. Biol Trace Elem Res. 2008;122(1):1-18. doi:10.1007/s12011-007-8062-y
3. Sheikhhosseina Fatemeh, Amini MR, Shahinfar H, Djafari F, Safabakhsh M, Shab-Bidar S. Effects of chromium supplementation on inflammatory biomarkers: A systematic review and dose-response meta-analysis of randomized controlled trials. Eur J Integr Med. 2020;37.
4. Jafari-Vayghan H, Varshosaz P, Hajizadeh-Sharafabad F, et al. A comprehensive insight into the effect of glutamine supplementation on metabolic variables in diabetes mellitus: A systematic review. Nutr Metab. 2020. doi:10.1186/s12986-020-00503-6
5. Omid Asbaghi , Naeini Fatemeh, Rezaei Kelishadi Mahnaz, Ghaedi Ehsan, Eslampour Elham, Nazarian Behzad, Ashtary-Larky Damoon ANA. Effects of chromium supplementation on glycemic control in patients with type 2 diabetes: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Pharmacol Res. 2020;161. doi:10.1016/j.phrs.2020.105098
6. Tarrahi MJ, Tarrahi MA, Rafiee M, Mansourian M. The effects of chromium supplementation on lipidprofile in humans: A systematic review and meta-analysis ofrandomized controlled trials. Pharmacol Res. 2020. doi:10.1016/j.phrs.2020.105308

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