Spellbiotic

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Suplemento alimentar com: Frutooligossacaridos (FOS), Lactobacilus rhamnosus, Lactobacilus acidophilus, Streptococus thermophilus, Lactobacilus casei, Bifidobacterium bificum, Lactobacillus bulgaricus e Bifidobacterium longum.

Apresentação: caixa com 30 cápsulas de 400 mg.

REF: 20177.SP Categorias: ,
IngredientesToma Diária: 1 cápsula
Tomas por embalagem: 30
%VRN*1
Fructooligossacaridos, FOS225 mg*
Lactobacilus rhamnosus25 mg*
Lactobacilus acidophilus25 mg*
Streptococus thermophilus25 mg*
Lactobacilus casei25 mg*
Bifidobacterium bificum25 mg*
Lactobacillus bulgaricus25 mg*
Bifidobacterium longum25 mg*
(*)VRN não estabelecido (*1) Valores de referência de nutrientes

Informações Complementares

Tomar 1 cápsula por dia. Em caso de maior necessidade, tomar 2 cápsulas por dia.

Fructooligossacaridos, FOS; Agente de Revestimento: Gelatina; Lactobacilus rhamnosusLactobacilus acidophilusStreptococus thermophilusLactobacilus caseiBifidobacterium bificumLactobacillus bulgaricusBifidobacterium longum; Antiaglomerantes: Dióxido de Silício; Sais de Magnésio e Ácidos Gordos.

Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Não se recomenda a utilização deste produto em caso de gravidez e aleitamento. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

Os Fruto-oligossacarídeos são um dos prebióticos mais estudados, sendo hidrossolúveis e baixos em calorias. Estes vão auxiliar na redução dos níveis de colesterol, inibir o crescimento de bactérias putrefactivas prejudiciais e melhorar a absorção de minerais, como o Cálcio e Magnésio, no intestino. São uma fonte de carbono preferencial para probióticos, aumentando o crescimento da microbiota intestinal benéfica e sendo por isso utilizados como prebióticos funcionais em suplementos alimentares.

Além de efeitos bifidogénicos, a ingestão regular e adequada de FOS apresenta mais valias em problemas associados a distúrbios gastrointestinais, cardiovasculares, obesidade, diarreia, osteoporose, arterosclerose e diabetes tipo 2. Adicionalmente, promove a digestão e o metabolismo da lactose, a reciclagem de substâncias como o estrogénio e a síntese de vitaminas do complexo B e de imunoestimulantes com atividade anti-tumoral.

São conhecidos por estimular a absorção de água e eletrólitos na mucosa intestinal e reduzir a formação de genotoxinas e enzimas que formam carcinogénios no intestino. Atribui-se assim ao seu consumo, a redução do potencial de risco de várias patologias associadas a um elevado nível de bactérias intestinais patogénicas, como as doenças auto-imunes, cancro, acne, cirrose, obstipação, intoxicação alimentar, alergias e intolerâncias alimentares.⁠

Bibliografia:

1. Singh SP, Jadaun JS, Narnoliya LK, Pandey A. Prebiotic Oligosaccharides: Special Focus on Fructooligosaccharides, Its Biosynthesis and Bioactivity. Appl Biochem Biotechnol. 2017;183:613-635. doi:10.1007/s12010-017-2605-2
2. Flores-Maltos DA, Mussatto SI, Contreras-Esquivel JC, Rodríguez-Herrera R, Teixeira JA, Aguilar CN. Biotechnological production and application of fructooligosaccharides. Crit Rev Biotechnol. Published online 2016. doi:10.3109/07388551.2014.953443
3. Passos LML, Park YK. Frutooligossacarídeos: implicações na saúde humana e utilização em alimentos. Ciência Rural. 2003;33(2):385-390. doi:10.1590/s0103-84782003000200034

O Lactobacillus rhamnosus GG é um tipo de bactéria que vive naturalmente no corpo humano e que se encontra principalmente nos intestinos. Esta estirpe equilibra a microbiota, pois pode impedir o crescimento de bactérias nocivas no estômago e nos intestinos. A variedade GG é uma estirpe de Lactobacillus rhamnosus que foi isolada em 1983 do intestino de um humano saudável para estudo. Dois anos mais tarde, em 1985, foi patenteada por Sherwood Gorbach e Barry Goldin, daí o nome LGG.

O probiótico Lactobacillus rhamnosus GG, ou LGG, é uma das estirpes mais amplamente utilizadas e melhor documentadas do mundo. Descrevemos a seguir as suas principais características e benefícios para a saúde.

Ajuda a reduzir a gravidade e a duração dos episódios de diarreia aguda e facilita a recuperação da flora intestinal e o LGG é recomendado com o maior nível de evidência para ajudar a tratar/prevenir a gastroenterite aguda e a prevenção da diarreia associada a antibióticos.

Bibliografia:

1. Depoorter L, et al. Probiotics in Pediatrics. A Review and Practical Guide. Nutrients. 2021 Jun 24;13(7):2176. doi: 10.3390/nu13072176. PMID: 34202742.
2. Segers, M.E., Lebeer, S. Towards a better understanding of Lactobacillus rhamnosus GG – host interactions. Microb Cell Fact. https://doi.org/10.1186/1475-2859-13-S1-S7.
3. Capurso L. Thirty years old Lactobacillus rhamnosus GG . J Clin Gastroenterol 2019; 53: S1-S41.
4. Sanklecha M, et al. Lactobacillus rhamnosus GG Evaluation in Acute Diarrhea (LEAD): An Observational Study. Cureus 14(4). 2022 Apr 29;14(4):e24594. doi: 10.7759/cureus.24594. PMID: 35506120.
5. Wu Z, et al. Modulation of Lactobacillus rhamnosus GG on the gut microbiota and metabolism in mice with Clostridioides difficile infection. Food Funct. 2022 May 23;13(10):5667-5679. doi: 10.1039/d2fo00374k. PMID: 35510410.
6. Capurso L. Thirty years old Lactobacillus rhamnosus GG. J Clin Gastroenterol 2019; 53: S1-S41.

Os Lactobacillus acidophilus, também chamados de L. acidophilus ou apenas acidóphilus, são um tipo de bactérias “boas”, conhecidos como probióticos, que estão presentes no trato gastrointestinal, protegendo a mucosa e ajudando o organismo na digestão dos alimentos.

Este tipo específico de probióticos é conhecido por acidophilus porque produz ácido láctico, o que acontece devido à degradação do leite pela enzima lactase, que também é produzida por estas bactérias.

Os probióticos são conhecidos por promover a saúde intestinal, ajudando a aliviar sintomas como excesso de gases ou diarreia, por exemplo, mas também podem ter outros benefícios para a saúde. Alguns dos benefícios mais importantes dos Lactobacillus acidophilus são:

Evitar o surgimento de diarreira. A diarreia surge devido a uma infecção intestinal causada por bactérias “más” que se desenvolvem na parede do intestino e causam inflamação, gerando fezes moles e excesso de gases. Com o consumo de probióticos, como os acidophilus, as chances de ter uma infeção intestinal diminuem, pois as bactérias “boas” controlam o desenvolvimento das outras bactérias, evitando que se multipliquem em excesso e causem sintomas.

Melhorar os sintomas de intestino irritável. A síndrome do intestino irritável provoca sintomas muito desconfortáveis como excesso de gases, inchaço abdominal e dor de barriga, que podem ser aliviados com o uso de um probiótico, como os Lactobacillus acidophilus. Isso acontece porque quando os níveis de bactérias “boas” estão garantidos, existe maior dificuldade para haver um desequilíbrio da flora intestinal, que também é conhecido como disbiose e que também causa excesso de gases e dor abdominal.

Fortalecer o sistema imunitário. O aumento de bactérias “boas” no intestino, como os L. acidophilus, ajuda a ativar as células do sistema imune, que são geralmente encontradas perto do sistema digestivo, especialmente no intestino delgado. Assim, o uso de um probiótico pode ajudar a evitar o surgimento de infecções mais comuns como gripe ou resfriado, por exemplo.

Reduzir os níveis de colesterol. Os probióticos em geral, mas especialmente os Lactobacillus acidophilus, parecem reduzir a absorção intestinal de colesterol, o que faz com que os seus níveis no sangue também diminuam. Em alguns casos, o consumo de L. acidophilus, pode reduzir em até 7% os níveis de LDL, conhecido como colesterol “mau”.

Evitar infecções vaginais. As bactérias do tipo acidophilus são as mais frequentes na flora vaginal pois produzem ácido láctico que ajuda a controlar o crescimento de bactérias “más” e fungos que podem causar infecções vaginais, como candidíase, por exemplo. Assim, o consumo de probióticos com L. acidophilus parece melhorar a saúde vaginal.

Bibliografia:

1. Mital BK, Garg SK. Anticarcinogenic, hypocholesterolemic, and antagonistic activities of Lactobacillus acidophilus. Crit. Rev. Microbiol. 1995;21:175–214.
2. Bull M, Plummer S, Marchesi J, Mahenthiralingam E. The life history of Lactobacillus acidophilus as a probiotic: a tale of revisionary taxonomy, misidentification and commercial success. FEMS Microbiol. Lett. 2013;349:77–87.
3. Altermann E, Russell WM, Azcarate-Peril MA, Barrangou R, Buck BL, McAuliffe O, et al. Complete genome sequence of the probiotic lactic acid bacterium Lactobacillus acidophilus NCFM. Proc. Natl. Acad. Sci. USA. 2005;102:3906–3912.
4. Sanders ME, Klaenhammer TR. Invited review: the scientific basis of Lactobacillus acidophilus NCFM functionality as a probiotic. J. Dairy Sci. 2001;84:319–331.
5. Oh JK, Kim YR, Lee B, Choi YM, Kim SH. Prevention of cholesterol gallstone formation by Lactobacillus acidophilus ATCC 43121 and Lactobacillus fermentum MF27 in lithogenic diet-induced mice. Food Sci. Anim. Resour. 2021;41:343–352.
6. Gilliland SE, Walker DK. Factors to consider when selecting a culture of Lactobacillus acidophilus as a dietary adjunct to produce a hypocholesterolemic effect in humans. J. Dairy Sci. 1990;73:905–911.
7. Mustapha A, Jiang T, Savaiano DA. Improvement of lactose digestion by humans following ingestion of unfermented acidophilus milk: influence of bile sensitivity, lactose transport, and acid tolerance of Lactobacillus acidophilus. J. Dairy Sci. 1997;80:1537–1545.

A Streptococcus thermophilus é uma bactéria Gram-positiva, facultativa anaeróbica, de atividade ácido-láctica e homofermentativa, ou seja, converte a lactose em ácido láctico, produto mais facilmente digerido em situações de intolerância a lactose.

Atua ainda na redução dos episódios de diarreia associada ao uso de antibióticos e de etiologia infecciosa como o alívio alguns sintomas da síndrome do intestino irritável.

Além disso, liberam enzimas que exercem efeitos na digestão, aliviando os sintomas de má absorção intestinal, apresenta ação antitoxinas, aumenta a produção de muco, apresenta efeito antioxidante, minimiza a secreção e inflamação decorrentes de infecções bacterianas, e promove adesão às células epiteliais, formando uma barreira funcional.

O S. thermophilus também reduz a incidência e a gravidade das dermatites atópicas, melhorando os sintomas característicos como eritema e comichão.
As mudanças no perfil lipídico, como a redução nos níveis de colesterol LDL, também podem ser observadas pelo uso de S. thermophilus.

Bibliografia:

1. Delorme C. Safety assessment of dairy microorganisms: Streptococcus thermophilus. Int J Food Microbiol. 2008;126(3):274–277.
2. Bolotin A, Quinquis B, Renault P, Sorokin A, Ehrlich SD, Kulakauskas S, et al. Complete sequence and comparative genome analysis of the dairy bacterium Streptococcus thermophilus. Nat Biotechnol. 2004;22(12):1554–1558.
3. Goh YJ, Goin C, O’Flaherty S, Altermann E, Hutkins R. Specialized adaptation of a lactic acid bacterium to the milk environment: the comparative genomics of Streptococcus thermophilus LMD-9. Microb Cell Fact. 2011;10 Suppl 1:S22.
4. Sharma R, Bhaskar BS, Sanodiya BS, Thakur G, Jaiswal P, Yadav N, et al. Probiotic efficacy and potential of Streptococcus thermophilus modulating human health: a synoptic review. IOSR J Pharm Biol Sci. 2014;9(3):52–8.
5. Vitetta L, Llewellyn H, Oldfield D. Gut Dysbiosis and the intestinal microbiome: Streptococcus thermophilus a key probiotic for reducing uremia. Microorganisms. 2019;7(8):228.

Os Lactobacillus Casei são microrganismos anaeróbicos presentes no intestino e na boca dos seres humanos.

Esta espécie do género lactobacillus é documentada por ter uma larga escala de pH e de temperatura, e complementar o crescimento do L. acidophilus.
O L. casei é uma espécie notavelmente adaptável, e pode ser isolado do trato reprodutivo e intestinal dos seres humanos e outros animais.

Tem aplicação como probiótico humano (promove a cultura viva) e suporta a acidez do estômago, chegam vivos ao intestino, proporcionando o equilíbrio da flora intestinal.

A administração oral, mostrou-se eficaz contra tumores de bexiga induzidos experimentalmente em camundongos e contra metástases hepáticas também induzidas experimentalmente em ratos. Essa bactéria também inibe nos seres humanos, o aumento da atividade mutagênica.

A utilização de Lactobacillus Casei beneficia o aumento da microbiota intestinal normal, impedindo a proliferação dos microrganismos nocivos ao tubo digestivo. São indicados para tratamento da diarreia e fezes amolecidas, obstipação, restauração da microbiota intestinal e controlar o excesso de gases.

Alguns estudos também verificaram que Lactobacillus casei podem melhorar a digestão e reduzir a intolerância ao leite.
Utilizado também para pacientes com diarreia causada por anormalidades da flora intestinal por uso de antibióticos no tratamento de infecções. Pode ser utilizado na profilaxia de infecções gastrintestinais causadas por Shigella.

Os Lactobacillus casei reduz a diarreia parece modificar a microflora digestiva e ainda realçar o sistema imune durante seu trânsito no trato digestivo. Já foi também verificado que a administração oral de Lactobacillus casei Shirota fortalece sensivelmente a
imunidade, estimulando e alterando a atividade de macrófagos, células T e células B, resultando na mudança de vários parâmetros imunológicos, como produção de citocinas pelos linfócitos, proliferação de células B e células natural Killer, produção de IgM e IgG e ativação da atividade fagocítica de leucócitos. Os Lactobacillus casei juntamente com as bifidobactérias mostraram melhorar e aumentar a produção de IgA, fortalecendo a barreira
da mucosa intestinal.

Bibliografia:

1. Hou Q, Huang Y, Wang Y, Liao L, Zhu Z, Zhang W, et al.. Lactobacillus casei LC01 regulates intestinal epithelial permeability through mIR-144 targeting of OCLN and ZO1. J Microbiol Biotechnol (2020) 30(10):1480–7.
2. Salas-Lais A.G., Robles-Contreras A., Balderas-López J.A., Bautista-de Lucio V.M. Immunobiotic and paraprobiotic potential effect of Lactobacillus casei in a systemic toxoplasmosis murine model. Microorganisms. 2020;8:113.
3. Guo Z., Wang J., Yan L., Chen W., Liu X., Zhang H. In vitro comparison of probiotic properties of Lactobacillus casei Zhang, a potential new probiotic, with selected probiotic strains. LWT Food Sci. Technol. 2009;42:1640–1646.
4. Wang Y., Li Y., Xie J., Zhang Y., Wang J., Sun X., Zhang H. Protective effects of probiotic Lactobacillus casei Zhang against endotoxin- and d-galactosamine-induced liver injury in rats via anti-oxidative and anti-inflammatory capacities. Int. Immunopharmacol. 2013;15:30–37.
5. Zhang Y., Ma C., Zhao J., Xu H., Hou Q. Lactobacillus casei Zhang and vitamin K2 prevent intestinal tumorigenesis in mice via adiponectin-elevated different signaling pathways. Oncotarget. 2017;8:24719–24727.
6. He Q., Hou Q., Wang Y., Shen L., Sun Z., Zhang H., Liong M.-T., Kwok L.-Y. Long-term administration of Lactobacillus casei Zhang stabilized gut microbiota of adults and reduced gut microbiota age index of older adults. J. Funct. Foods. 2020;64:103682.

A Bifidobacterium Bifidum é uma bactéria probiótica que foi originalmente isolada no trato intestinal de seres humanos. É um habitante específico do intestino grosso (especialmente no cólon), onde pode ser encontrado em altas concentrações.

É um dos probióticos presentes na flora intestinal de crianças, ao lado de outras bifidobactérias como B. longum e B. pseudocatenulatum. Várias espécies de bifidobactérias, entre elas Bifidobacterium bifidum, B. longum, B. adolescentis, B. animalis (lactis), B. angulatum e B. pseudocatenulatum colonizam simultaneamente o trato gastrintestinal de adultos saudáveis.

Das suas vantagens destacamos:
• B. bifidum faz parte da microflora benéfica que produz ácidos (Lático e Acético) para baixar o pH do intestino grosso e retardar a colonização de bactérias putrefativas indesejáveis tais como E. coli, Clostridium, e Salmonella, além das leveduras;
• B. bifidum inibe a proliferação de bactérias que podem alterar os nitratos, transformando-os nos potencialmente danosos nitritos;
• As cepas de B. bifidum ajudam o funcionamento saudável da função hepática, além de promoverem a síntese de vitaminas do complexo B e ajudarem a assegurar a regularidade dos movimentos peristálticos do intestino;
• Cepas dessa espécie têm sido usadas na produção de alimentos contendo bifidobactérias, tais como leites fermentados, e em preparações terapêuticas para o tratamento de vários distúrbios digestivos em crianças;
• Bifidobacterium bifidum ajuda a absorção vários minerais, principalmente o cálcio, além de diversas vitaminas, principalmente as do complexo B. Também ajuda o organismo a eliminar os resíduos digestivos de alimentos não totalmente digeridos;
• Por evitar o crescimento de bactérias indesejáveis, o Bifidobacterium bifidum evita a passagem de amônia para a corrente sanguínea, onde a mesma teria que ser metabolizada e desintoxicada pelo fígado, evitando assim uma provável sobrecarga do órgão.

Bibliografia:

1. Vorob’ev AA et al., The microecological disorders in clinical pathology and their correction by bifidum-containing probiotics (Vestn Ross Akad Med Nauk. 2004;(2):13-7).
2. Madden JA et al., Effect of probiotics on preventing disruption of the intestinal microflora following antibiotic therapy: a double-blind, placebo-controlled pilot study (Int Immunopharmacol. 2005 Jun;5(6):1091-7.
3. Kim H et al., Oral probiotic bacterial administration suppressed allergic responses in an ovalbumin-induced allergy mouse model (FEMS Immunol Med Microbiol. 2005 Aug 1;45(2):259-67).
4. Kim H et al., Timing of bifidobacterium administration influences the development of allergy to ovalbumin in mice (Biotechnol Lett. 2005 Sep;27(18):1361-7).
5. Gagnon M et al., In vitro inhibition of Escherichia coli O157:H7 by bifidobacterial strains of human origin (Int J Food Microbiol. 2004 Apr 1;92(1):69-78).
6. Bartosch S et al., Microbiological effects of consuming a synbiotic containing Bifidobacterium bifidum, Bifidobacterium lactis, and oligofructose in elderly persons, determined by real-time polymerase chain reaction and counting of viable bacteria (Clin Infect Dis. 2005 Jan 1;40(1):28-37. Epub 2004 Dec 6).

A Lactobacillus bulgaricus é uma bactéria que, devido à sua ação benéfica para o sistema digestivo, costuma ser usada para a produção de iogurte. O seu nome é relativo à Bulgária, país onde foi inicialmente utilizada. Entre os séculos 13 e 18, a Bulgária estava sob o domínio do império Otomano e o turco era o idioma vigente, portanto, a palavra iogurte é provavelmente derivada da palavra turca “Yogurut”.

O primeiro cientista a isolar estes lactobacilos foi o búlgaro Metchinkof, em 1908. Ele acreditava que este organismo era a fonte da saúde e longevidade dos que consumiam iogurte. Nos iogurtes produzidos comercialmente, o número destes importantes
organismos é drasticamente reduzido, pelo tempo que decorre entre a produção e o momento do consumo, o que justifica o uso suplementar destes lactobacilos na forma de culturas concentradas.

É um microrganismo que ajuda a deter o crescimento descontrolado de leveduras (Candida sp.) do intestino grosso ao delgado e ajuda a
estimular a sua regularidade.

A Lactobacillus bulgaricus produz lactase, a enzima responsável pela quebra da molécula da lactose no trato digestivo, e, portanto é útil para os que são intolerantes à lactose já que produz um ambiente intestinal ácido (ácido lático) que inibe fortemente os microrganismos
indesejáveis.

Não é uma bactéria colonizadora, mas contribui para o crescimento e a viabilidade dos microrganismos residentes benéficos (Lactobacillus acidophilus, Bifidobacterium bifidum etc.), apoiando seu crescimento e sua atividade.

O Lactobacillus bulgaricus ajuda o organismo a digerir carboidratos complexos e proteínas. De natureza proteolítica, pode facilmente quebrar proteínas. Ajuda a ampliar a biodisponibilidade de minerais, especialmente o cálcio. A absorção é duplamente importante em indivíduos intolerantes à lactose que podem também estar sofrendo de deficiência de cálcio dietético. Pode também produzir substâncias antimicrobianas antagonistas a vários microrganismos nocivos.

Bibliografia:

1. Argyle PJ, Mathson GE, Chandan RC. Production of cell-bound proteinase by Lactobacillus bulgaricus and its location in the bacterial cell. J Appl Microbiol. 1976;41(1):175–184.
2. Ali, K. , Mehmood, M. H. , Iqbal, M. A. , Masud, T. , Qozalbash, M. , Saleem, A. , … Sheas, M. N. (2019). Isolation and characterization of exopolysaccharide‐producing strains of Lactobacillus bulgaricus from curd. Food Science & Nutrition, 1019, 1–7. 10.1002/fsn3.905.
3. Bari, M. S. , Sen, A. R. , Mokbul, S. B. , Rahman, M. K. , Nath, B. K. , Faruk, M. S. A. , & Kober, A. K. M. H. (2017). Isolation of Exopolysaccharide producing Lactobacillus bulgaricus organism from yoghurt. International Journal of Natural Science, 6(3), 123–127.
4. Schiraldi C, Valli C, Molinaro A, et al. Exopolysaccharides production in Lactobacillus bulgaricus and Lactobacillus casei exploiting microfiltration. J Ind Microbiol Biotechnol. 2006;33(5):384–390.

O Bifidobacterium longum é uma espécie específica de bactérias microscópicas não patogênicas encontradas naturalmente nos tractos gastrointestinais de humanos, bem como na maioria dos outros animais. É adicionado a uma variedade de alimentos ou suplementos dietéticos como um probiótico devido aos seus muitos benefícios para a saúde. É uma bactéria gram-positiva, ramificada em forma de haste que produz ácido láctico a partir da fermentação do açúcar no trato gastrointestinal.

Em um estudo publicado na Nature em 2016 afirma que essa cepa age na modulação do stress e na neurocognição. Além disso seu uso está relacionado com a homeostase intestinal, com a modulação da resposta inflamatória e da resposta imunitária. Inclusive a associação de Bifidobacterium longum e Lactobacilos rhamnosus foi utilizada em publicação de 2014 para atenuar o dano pulmonar e a resposta inflamatória em sepse experimental.

Esse probiótico fornece muitos benefícios para a saúde como uma bactéria natural e como um probiótico. O ácido lático produzido pela bactéria aumenta a acidez do trato digestivo, o que ajuda a inibir o crescimento de bactérias nocivas. Também demonstrou tratar a constipação, reduzir a inflamação associada a doenças intestinais inflamatórias, prevenir níveis elevados de colesterol e reduzir o desenvolvimento de certas alergias, de acordo com probiotic.org.

De acordo com um estudo publicado, o Bifidobacterium longum apresentou propriedades anticancerígenas e antimutagênicas e pode ajudar a inibir o desenvolvimento de câncer de cólon. Os suplementos probióticos também são benéficos na repovoamento de colônias de Bifidobacterium longum no trato digestivo que foram destruídas pelo uso de antibióticos.

Bibliografia:

1. Zhang C. C., Yu Z. M., Zhao J. X., Zhang H., Zhai Q. X., Chen W. Colonization and probiotic function of Bifidobacterium longum. Journal of Functional Foods. 2019;53:157–165.
2. Wong C. B., Odamaki T., Xiao J.-z. Beneficial effects of Bifidobacterium longum subsp. longum BB536 on human health: Modulation of gut microbiome as the principal action. Journal of Functional Foods. 2019;54:506–519.
3. Chichlowski M., Shah N., Wampler J. L., Wu S. S., Vanderhoof J. A. Bifidobacterium longum subspecies infantis (B. infantis) in pediatric nutrition: current state of knowledge. Nutrients. 2020;12(6):p. 1581.
4. Abrantes F. A., Nascimento B. B., Andrade M. E. R., et al. Treatment withBifidobacterium longum51A attenuates intestinal damage and inflammatory response in experimental colitis. Beneficial Microbes. 2020;11(1):47–57.
5. Zuo F., Yu R., Xiao M., et al. Transcriptomic analysis of Bifidobacterium longum subsp. longum BBMN68 in response to oxidative shock. Scientific Reports. 2018;8(1, article 17085) doi: 10.1038/s41598-018-35286-7.

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