Supervital

38,00 

Suplemento alimentar com: Extracto Seco de Hipericão, Folha e Flor de Erva Cidreira e extracto seco da mesma planta.

Principais características dos ingredientes:
✔ Hipericão: Melhoria do humor
✔ Erva Cidreira: Planta reconhecida pelas suas propriedades anti-stress

⚠️ Contém: Trigo e Lactose

Apresentação: caixa com com 60 cápsulas.

IngredientesToma Diária: 2 cápsulas
Tomas por embalagem: 30
%VRN
Hipericão500mg**
Cidreira250mg**
Hipericão (Ext. seco)100mg**
.. (Hipericina)0,3mg**
Cidreira (Ext. seco)20mg**
.. (ácido rosmarínico)1mg**
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia, ao levantar, e a meio da tarde. Em situações mais graves pode-se aumentar a dosagem até 3 cápsulas ao longo do dia.

Hypericum perforatum, Hipericão (Planta); Melissa officinalis, Cidreira (Folha e Flor); Cápsula: Gelatina; Extracto seco de Hypericum perforatum, Hipericão (Sumidades floridas); Lactose; Estabilizador: Amido de Trigo; Antiaglomerante: Estearato de Magnésio; Extracto seco de Melissa officinalis, Cidreira (Folha).

Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Devido à inexistência de estudos que confirmem a segurança de utilização em caso de gravidez e aleitamento, este suplemento não deve ser utilizado nestas situações, salvo indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorrecções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

O hipericão, ou erva de São João, cresce na regiões subtropicais e temperadas da Europa, América do Norte e Ásia, e deriva das palavras gregas hyper (acima) e eikon (gravura), em referência ao seu uso tradicional para afastar o mal ao pendurar as plantas sobre um ícone religioso no dia de São João.

As sumidades floridas e suas flores contêm até 30% de hipericinas (antraquinonas), flavonoides (campferol, quercetina, luteolina), ácidos fenólicos (clorogénico), óleos, aminoácidos, vitamina C e carotenoides. Tem sido demonstrado, em ensaios clínicos, que o hipericão tem uma eficácia antidepressiva comparável a medicamentos antidepressivos (tricíclicos e ISRS) no tratamento da depressão leve a moderada, e que a hipericina inibe as enzimas MAO, envolvidas na degradação de neurotransmissores, aumentando os seus níveis na sinapse. A hiperforina é também um agente antidepressivo, atuando como potente inibidor da recaptação de serotonina, dopamina, noradrenalina, GABA e L-glutamato na fenda sinática – aliviando os sintomas de depressão.

A fração de flavonoides do extrato de hipericão (39%) é estruturalmente semelhante à dos iMAO, suprimindo a libertação de interleucina, substância associada à depressão e que modula a libertação de cortisol. Os ensaios clínicos recentes sugerem que o H. perforatum é mais tolerável que os antidepressivos sintéticos, causando menos efeitos indesejáveis e com semelhantes reações adversas às descritas nos grupos de controlo com placebo – o que faz da Erva de S. João uma opção atrativa no tratamento da depressão. 

Os seus extratos são então indicados no tratamento da depressão leve a moderada ou sazonal, ansiedade e insónia (particularmente associada à menopausa). Estudos exaustivos suportam o seu uso seguro de curta duração (< 3 meses) em indivíduos que não tomam qualquer medicação antidepressiva. Mas, tal como acontece com outros antidepressivos, os seus efeitos só se manifestam 4 a 10 dias após o início da toma.

Bibliografia

1. Domínguez F, González-Trujano E, Gallardo JM, Orozco-Suárez S. Antidepressant medicinal plants and compounds used in traditional medicines in North America. In: Herbal Medicine in Depression: Traditional Medicine to Innovative Drug Delivery. ; 2016:381-430. doi:10.1007/978-3-319-14021-6_8

Um dos ativos tradicionais usados há mais de 2000 anos no tratamento de distúrbios mentais é a Me­lissa officinalis, usada como sedativo leve, para induzir o sono e melhorar quadros de insónia e como ansiolítico e tónico no sistema nervoso. Recentemente, o impacto e efeitos positivos na diminuição de sintomas psicossomáticos desta planta foram demonstrados, sem efeitos colaterais reportados. Foram notados efeitos ansiolíticos de curta duração após administração de Cidreira a voluntários saudáveis e de acordo com a literatura, melhora a ansiedade e auxilia na gestão do stress, bem como de distúrbios do sono.

A Cidreira é uma planta medicinal nativa do oeste asiático e mediterrâneo este, cultivada na Europa e EUA, cujas partes aé­reas, principalmente as folhas são usadas na medicina tradicional. Os seus efeitos ansiolíticos mediados pela ação da inibição da transaminase GABA foi demonstrada e é dependente da dose, sendo atribuída aos ácidos rosmarínico, oleanólico e ursólico, presentes na constituição da planta. A melhoria do humor, indução do sono e efeitos ansiolíticos, não afetam a ativi­dade circadiana (ciclo normal do sono) e não são acompanhadas por reações específicas das benzodiazepinas, ou seja, não causa dependência ao contrário destes fármacos psicotrópicos. Foi ainda de­monstrado que o extrato de M. officinalis, pode melhorar o desempenho cognitivo por redução da an­siedade e melhoria da transmissão colinérgica. Pode ser usada para diferentes efeitos terapêuticos como carminativo, antidepressivo, sedativo/hipnótico, diurético, espasmolítico, calmante e no Alzheimer, para além de ser usada no tratamento de distúrbios gastrointestinais de origem psicosso­mática (dispepsia, intestino irritável). A Melissa officinalis é utilizada como planta medicinal isoladamente ou em combinação com outras para o tratamento de distúrbios de humor e insónias, sendo também conhecida como tónico cardíaco e pela sua capacidade de reduzir palpitações em pacientes ansiosos.

Bibliografia

1. Soltanpour A, Alijaniha F, Naseri M, Kazemnejad A, Heidari MR. Effects of Melissa officinalis on anxiety and sleep quality in patients undergoing coronary artery bypass surgery: A double-blind randomized placebo controlled trial. Eur J Integr Med. 2019;28:27-32. doi:10.1016/j.eujim.2019.01.010
2. Heydari N, Dehghani M, Emamghoreishi M, Akbarzadeh M. Effect of Melissa officinalis capsule on the mental health of female adolescents with premenstrual syndrome: a clinical trial study. Int J Adolesc Med Health. 2019;31(3):1-6. doi:10.1515/ijamh-2017-0015
3. Ernst E. Herbal remedies for depression and anxiety. Adv Psychiatr Treat. 2007;13(4):312-316. doi:10.1192/apt.bp.105.001735
4. Haybar H, Javid AZ, Haghighizadeh MH, Valizadeh E, Mohaghegh SM, Mohammadzadeh A. The effects of Melissa officinalis supplementation on depression, anxiety, stress, and sleep disorder in patients with chronic stable angina. Clin Nutr ESPEN. 2018;26:47-52. doi:10.1016/j.clnesp.2018.04.015
5. S B. Phyto-Pharmacological Effect of Nine Medicinal Plants as a Traditional Treatment on Depression. J Appl Pharm. 2017;09(03):1-5. doi:10.21065/1920-4159.1000244
6. Hritcu L, Cioanca O. Prevalence of use of herbal medicines and complementary and alternative medicine in Europe. In: Herbal Medicine in Depression: Traditional Medicine to Innovative Drug Delivery. ; 2016:135-180. doi:10.1007/978-3-319-14021-6_5
7. Ranjbar M, Firoozabadi A, Salehi A, et al. Effects of Herbal combination (Melissa officinalis L. and Nepeta menthoides Boiss. & Buhse) on insomnia severity, anxiety and depression in insomniacs: Randomized placebo controlled trial. Integr Med Res. 2018:1-5. doi:10.1016/j.imr.2018.08.001

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