Vaporal

15,00 

Suplemento alimentar com: Equinácia, Propólis, Pinheiro e Mentol.

⚠️ Atenção: Contém edulcorante.

Apresentação: frasco vaporizador com 30 ml

IngredientesToma Diária: 20 ml
Tomas por embalagem: 15
%VRN
Extrato Fluido de Echinacea angustifólia, Equinácia0,013 ml**
Tintura de Propólis0,013 ml**
Óleo Essencial Pinus sylvestris, Pinheiro4,4 mg**
Mentol0,88 mg100
*VRN estabelecida pelo Decreto-Lei Nº 54/2010 de 28 de Maio. **VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Tomar 5 vaporizações diretamente na boca, 3 vezes ao dia.

Água; Edulcorante: Sorbitol; Emulsionante: Glicerina; Extrato Fluido Echinacea purpurea, Equinácea; Tintura de Propólis; Óleo Essencial Pinus sylvestris, Pinheiro; Conservantes: Benzoato de Sódio, Sorbato de Potássio; Regulador de Acidez; Citrato de Sódio; Emulsionante: Polissorbato 80, Regulador de Acidez: Ácido Cítrico, Mentol.

Agitar antes de tomar. O seu consumo excessivo pode ter efeitos laxativos. Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Em caso de gravidez ou amamentação a toma deve ser feita sob indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Spell One e Biovip não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

O género Echinacea pertence à família Asteraceae e compreende um pequeno número de espécies de plantas nativas da América do Norte, entre elas a Echinacea Purpurea, com uma longa história de utilização para fins terapêuticos.

Tradicionalmente, a Equinácea era descrita como um agente “anti­-infeccioso” e era utilizada em infeções bacterianas e virais, septicémia, condições da pele, na cica­trização de feridas e amigdalite.

O interesse atual no uso medicinal da Equinácea foca-se nos seus efeitos imunomoduladores, particularmente no tratamento e prevenção de constipações comuns e outras infeções do trato respiratório superior.

As preparações com Equinácea atuam a vários níveis na estimulação da resposta imune, devido ao seu conteúdo em polissacarídeos. Desde ativação dos ma­crófagos que eliminam microorganismos invasores do orga­nismo humano, pelo aumento da resistência dos linfócitos (células protetoras do sistema imunitário) e estimulação da produção de citocinas – mediadores químicos que atuam na atividade imune no nosso organismo. Tem, ainda, capacidade de ativação de leucócitos polimorfo­nucleares, células NK e alterações nos leucócitos T e B.

É consensual entre os estudos que a Equinácea é eficaz na redução da duração e gravidade dos sintomas, embora entre os seus compostos ativos identificados, não seja completamente conhecido o mecanismo de ação, biodisponibilidade, po­tência e sinergias.

Para além disto, esta planta tem atividade antiviral, antibacteriana, antifúngica e potencial anti-inflamatório, hepatoprotetor e antimutagénico.

Bibliografia

1. Joanne Barnes, Linda A Anderson, Simon Gibbons JDP. Echinacea species (Echinacea angustifolia (DC.) Hell., Echinacea pallida (Nutt.) Nutt.,Echinacea purpurea (L.) Moench): a review of their chemistry, pharmacology and clinical properties. J Pharm Pharmacol. 2005;57(8):929-954. doi:10.1211/0022357056127
2. Echinacea purpurea. J Soc Integr Oncol. 2007. doi:10.2310/7200.2007.012
3. Hu C, Kitts DD. Studies on the antioxidant activity of Echinacea root extract. J Agric Food Chem. 2000;48(5):1466-1472. doi:10.1021/jf990677+
4. Barrett B. Medicinal properties of Echinacea: A critical review. Phytomedicine. 2003;10(1):66-86. doi:10.1078/094471103321648692
5. Percival SS. Use of echinacea in medicine. Biochem Pharmacol. 2000;60(2):155-158. doi:10.1016/S0006-2952(99)00413-X

Própolis é um produto resinoso acastanhado coletado por abelhas, de diferentes exsudados vegetais, e trans­formado pela saliva e enzimas das mesmas num composto rico em substâncias ativas com ações farma­cológicas.

Devido às suas propriedades terapêuticas relatadas há vários séculos e ao facto de ter baixa toxicidade, não havendo relatos de efeitos adversos, este composto tem sido bastante usado na medicina tradicional.

No entanto, só mais recentemente tem despertado o interesse dos investiga­dores devido às suas inúmeras propriedades terapêuticas, tais como anti-inflamatória, cicatrizante, antioxidante, antimicrobiana (antifúngica, antibacteriana e antiviral), anestésica, anti-ulcerosa, anticancerígena, citotóxica, anti-herpes e anti-HIV. Para além dos seus benefícios na redução do colesterol e da pressão arterial.

Em geral é composta por 50% de resina e bálsamo, 30% de cera, 10% de óleos essenciais e aromáticos, 5% de pólen e 5% de várias outras substâncias.

Até ao momento, já foram identificados mais de 200 constituintes químicos, entre os quais: algumas vitaminas (B1, B2, B6, C, E) e minerais (manga­nês, ferro, cálcio e alumínio), esteróides, terpenóides, aminoácidos e compostos fenólicos. No entanto, a quantidade destes compostos varia de acordo com fatores ambientais, a geografia e a origem botânica, e por isso a sua ação biológica também será variável.

Sabe-se que a ingestão de flavonoides interfere em diversos processos fi­siológicos, e auxilia na absorção e na ação de vitaminas, por atuarem nos processos de cicatrização, como antioxidantes, além de apresentarem atividade antimicrobiana. Esta atividade é expressa através de uma ação direta sobre microrganismos e indireta através da estimulação do sis­tema imunitário.

A sua atividade imunomoduladora deve-se aos seus efeitos na produção de anticor­pos e em diferentes células do sistema imunológico, envolvendo a resposta imune inata e adaptativa. Possui ação estimulante na atividade das células natural killer que exercem a sua citotoxicidade contra células tumorais e na ativação dos macrófagos que realizam fagocitose de agentes patogénicos.

O extrato de Própolis tem sido, atualmente, aplicado em fórmulas para síndromes gripais e preparações cosméticas para cicatrização de feridas e queimadu­ras, acne, herpes e gengivite.

Bibliografia

1. Oliveira KA de M, Oliveira GV de, Batalini C, Rosalem JA, Ribeiro LS. Atividade antimicrobiana e quantificação de Flavonoides e Fenóis totais em diferentes extratos de Própolis. Semin Ciências Biológicas e da Saúde. 2013;33(2):211-222. doi:10.5433/1679-0367.2012v33n2p211
2. Sforcin JM. Propolis and the immune system: a review. J Ethnopharmacol. 2007;113:1-14. doi:10.1016/j.jep.2007.05.012
3. Castaldo S, Capasso F. Propolis, an old remedy used in modern medicine. Fitoterapia. 2002;73(1):1-6. doi:10.1016/S0367-326X(02)00185-5
4. Wagh VD. Propolis: A wonder bees product and its pharmacological potentials. Adv Pharmacol Sci. 2013:1-11. doi:10.1155/2013/308249
5. Toreti VC, Sato HH, Pastore GM, Park YK. Recent progress of propolis for its biological and chemical compositions and its botanical origin. Evidence-based Complement Altern Med. 2013:1-13. doi:10.1155/2013/697390
6. Lotfy M. Biological activity of bee propolis in health and disease. Asian Pacific J Cancer Prev. 2006.
7. Bankova V, Popova M, Trusheva B. Propolis volatile compounds: Chemical diversity and biological activity: A review. Chem Cent J. 2014;8(28):1-8. doi:10.1186/1752-153X-8-28
8. Ahn MR, Kumazawa S, Hamasaka T, Bang KS, Nakayama T. Antioxidant activity and constituents of propolis collected in various areas of Korea. J Agric Food Chem. 2004;52(24):7286-7292. doi:10.1021/jf048726s

O Pinheiro Silvestre cujo nome científico é Pinus sylvestris, pertence à família Pinaceae e é uma árvore dominante das áreas florestais vastamente distribuída em todo o globo, sendo bastante resistente e competitiva em solos secos e pobres e ambientes frios.

Na medicina popular, os produtos derivados de Pinheiro (agulhas, casca, pinhas e pólen) são utilizados para promover a saúde e prevenir algumas doenças crónicas relacionadas com o envelhecimento. Bem como para tratar várias condições incluindo problemas respiratórios (tosse, asma, bronquite e afeções pulmonares), hipertensão, doença car­díaca, cicatrização de feridas, eczemas e distúrbios musculares.

Devido à sua riqueza em compostos fenólicos, ainda que a sua constituição varie de acordo com a espécie, origem e parte da planta.

Existe evidência crescente de que as agulhas de pinheiro podem exercer efeitos antioxidantes, antimutagénicos e antiproliferativos das células cancerígenas. A casca, por sua vez, tem sido usada na medicina tradicional há mais de 2.000 anos como suplemento nutricional e remédio fitoquímico, podendo também conter ativos (pycnogenol e flavangenol) com capacidade anticancerígena.

Os seus óleos essenciais são ricos em compostos ativos com atividade biológica, nomeadamente o α-pineno, que parece ter atividade antifúngica, o que se revela especialmente importante em pacientes com a função imune comprometida.

Para além disto, têm então aplicação na medicina tradicional devido à sua atividade antimicrobiana, analgésica, sedativa, anti-inflamatória, espasmolítica e anestésica local. Causam irritação do epitélio respiratório por estimulação direta das células secretoras e simultaneamente aceleram o movimento ciliar do epitélio, apresentando desta forma uma ação expetorante. Ação especialmente importante em caso de constipações, rinite e sinusite.

Bibliografia

1. Pyhäjärvi T, Kujala ST, Savolainen O. 275 years of forestry meets genomics in Pinus sylvestris. Evol Appl. 2020. doi:10.1111/eva.12809
2. Hoai N, Duc H, Thao D, Orav A, Raal A. Selectivity of Pinus sylvestris extract and essential oil to estrogen-insensitive breast cancer cells Pinus sylvestris against cancer cells. Pharmacogn Mag. 2015. doi:10.4103/0973-1296.166052
3. Ghaffari T, Kafil HS, Asnaashari S, et al. Chemical Composition and Antimicrobial Activity of Essential Oils from the Aerial Parts of Pinus eldarica Grown in Northwestern Iran. Molecules. 2019. doi:10.3390/molecules24173203
4. Scalas D, Mandras N, Roana J, et al. Use of Pinus sylvestris L. (Pinaceae), Origanum vulgare L. (Lamiaceae), and Thymus vulgaris L. (Lamiaceae) essential oils and their main components to enhance itraconazole activity against azole susceptible/not-susceptible Cryptococcus neoformans strains. BMC Complement Altern Med. 2018. doi:10.1186/s12906-018-2219-4
5. Kurti F, Giorgi A, Beretta G, et al. Chemical composition, antioxidant and antimicrobial activities of essential oils of different Pinus species from Kosovo. J Essent Oil Res. 2019:1-13. doi:10.1080/10412905.2019.1584591
6. Franova S, Nosalova G, Mokry J. Phytotherapy of cough. Adv Phytomedicine. 2006. doi:10.1016/S1572-557X(05)02007-6

O Mentol é uma planta com um amplo espectro de efeitos farmacológicos, particularmente devido ao seu odor. Quando aplicado na pele, apresenta efeito anestésico ou analgésico local e rubefaciente tanto na pele, como nas membranas mucosas, sendo um importante excipiente e ingrediente ativo de preparações de uso externo. É bem conhecido pelo seu efeito ou sensação refrescante quando inalado, mastigado, consumido ou aplicado na pele, devido à sua capacidade de atuar nos recetores termo sensitivos e por aumentar a penetração na pele de outros ativos. O mecanismo exato pelo qual produz analgesia ainda não é bem conhecido, mas parece aumentar a circulação sanguínea cutânea no local de aplicação. Esta vasodilatação resulta no aumento da temperatura da pele, pelo que é possível que parte do seu efeito analgésico seja mediado por terapia de calor superficial.

Bibliografia

1. Zhao Y, Du L Da, Du GH. Menthol. Natural Small Molecule Drugs from Plants. 2018.
2. Kamatou GPP, Vermaak I, Viljoen AM, Lawrence BM. Menthol: a simple monoterpene with remarkable biological properties. Phytochemistry. 2013.
3. Patel T, Ishiuji Y, Yosipovitch G. Menthol: a refreshing look at this ancient compound. Journal of the American Academy of Dermatology. 2007.
4. Macpherson LJ, Hwang SW, Miyamoto T, et al. More than cool: promiscuous relationships of menthol and other sensory compounds. Mol Cell Neurosci. 2006.

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